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Agricultura

Comitê do Agronordeste é instalado em Alagoas

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Foi realizada nesta sexta-feira (18), em Maceió (AL), a quinta reunião regional de instalação dos comitês do programa Agronordeste, plano de ação para impulsionar o desenvolvimento econômico e social sustentável do meio rural da região. Em evento na Federação da Agricultura e Pecuária do estado (Faeal), produtores rurais de Alagoas conheceram os detalhes do programa que vai desenvolver a capacidade produtiva dos pequenos agricultores e criadores do Nordeste e do Norte de Minas Gerais.

Em Alagoas, o município-polo será Batalha, e ao todo oito municípios serão beneficiados nesta primeira etapa do programa: Batalha, Jacaré dos Homens, Jaramataia, Olivença, Olho D’Água das Flores, Major Izidoro, Belo Monte e Monteirópolis. As cadeias prioritárias a serem incentivadas serão a da apicultura e da bovinocultura leiteira.

O programa será implantado no biênio 2019/2020 em 230 municípios dos nove estados do Nordeste, além de Minas Gerais, divididos em 12 territórios, com uma população rural de 1,7 milhão de pessoas. O AgroNordeste é voltado para pequenos e médios produtores que já comercializam parte da produção, mas ainda encontram dificuldades para expandir o negócio e gerar mais renda e emprego na região onde vivem. Entre os objetivos do plano estão aumentar a cobertura da assistência técnica, ampliar o acesso e diversificar mercados, promover e fortalecer a organização dos produtores, garantir segurança hídrica e desenvolver produtos com qualidade e valor agregado.

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Segundo Danilo Forte, o ponto de partida do programa é a necessidade de criação de condições que levem à redução da desigualdade no campo. Por isso, foram identificadas cadeias produtivas com potencial de crescimento em cada um dos territórios que serão cobertos na fase inicial do programa.

Os territórios foram identificados pela Embrapa e selecionados com base em critérios como localidades com até 1% da população do estado, famílias com rendas de três a dez salários mínimos e onde fosse possível identificar cadeias produtivas com potencial de crescimento.

Diretor-geral do Agronordeste, Danilo Forte

O programa tem como objetivo estimular a oferta de assistência técnica para atividade-fim da unidade produtiva, dando apoio ao produtor rural para que receba orientações sobre plantio, colheita, variedades, controles de pragas, manejo da criação e tecnologias que podem ser aplicadas. Ao mesmo tempo, da porteira para fora, o programa vai estimular a capacitação em gestão empresarial, ajudar a prospecção de novos mercados no Brasil e no exterior.

Participaram no lançamento do programa em Alagoas o diretor-geral do Agronordeste, Danilo Forte; o superintendente do Ministério da Agricultura em Alagoas, Alay Correia de Amorim; o presidente da Faeal, Álvaro Arthur Almeida; os secretários de Agricultura de Alagoas, Sílvio Bulhões de Azevedo; da Bahia, Lucas Rocha; e de Sergipe, André Luís; o superintendente do Banco do Nordeste em Alagoas, Pedro Ermírio de Almeida; o superintende da Conab; Lourival Barbosa Magalhães; o diretor da SDI, Orlando Costa; e o representante da Embrapa, João Flávio. Estavam presentes também representantes do Senar.

Informações à imprensaCoordenação-Geral de Comunicação
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Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Nos EUA, ministra destaca papel do Brasil na agropecuária sustentável

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A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) participou nesta terça-feira (19) de palestra sobre boas práticas de agricultura sustentável no Instituto Brasil do Wilson Center (centro internacional de estudos e pesquisas).

No evento, a ministra destacou que vem crescendo no mundo a demanda por alimentos que sejam produzidos com impacto ambiental mínimo e baixo custo. E o Brasil, como uma potência agrícola e ambiental, vem adotando medidas cada vez mais sustentáveis e ainda há espaço para continuar crescendo. 

“É o que buscamos fazer: crescer, preservando os recursos ambientais. Temos que, efetivamente, assumir nossa vocação de potência agroambiental global. Os resultados alcançados até aqui são prova de que estamos no caminho certo”.

Tereza Cristina citou que, nos últimos 40 anos, a área ocupada pela agricultura no Brasil aumentou 33%, enquanto a produção cresceu em torno de 386%. Segundo a ministra, este incremento de produtividade é resultado de décadas de investimento em pesquisa e desenvolvimento e de boas políticas públicas.

“O Brasil conta com uma das legislações ambientais mais exigentes do mundo. Nosso Código Florestal exige que os produtores rurais destinem uma parte da sua propriedade para preservação. Dito de outra forma, eles não podem produzir nesta área. Na Amazônia, por exemplo, 80% da área de uma propriedade é destinada à preservação. Logo, percebam que o Brasil é o único país do mundo, onde o produtor rural contribui com seu patrimônio para preservar o meio ambiente, sem ser remunerado por isso”, disse Tereza Cristina.

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Outro exemplo, citado pela ministra, foi o programa ABC (Agricultura de Baixo Carbono), em vigor desde 2010, e considerado uma das maiores políticas de agricultura de baixa emissão de carbono do mundo. De 2010 a 2019, o programa resultou em 59 milhões de hectares com sistemas produtivos mais sustentáveis e a redução de emissões de gases de efeito estufa em mais de 200 milhões de toneladas de carbono equivalente.

“Vamos continuar promovendo políticas e tecnologias para um agricultura de baixo carbono que vêm aumentando a renda do produtor, sua produtividade e a conservação dos recursos naturais”.

A ministra ressaltou os principais desafios da agenda do Ministério da Agricultura, fundamentais para atuar como um tripé para a produção sustentável: governança fundiária, inovação tecnológica e qualidade sanitária.

“A produção sustentável é a única saída para a humanidade, não temos opções. Precisamos compreender e ajustar nossos sistemas produtivos. O Brasil continuará sua caminhada em prol de uma agropecuária inovadora, dinâmica, lucrativa e sustentável”, afirmou. 

No Wilson Center, a ministra foi recebida pelo diretor do Instituto Brasil, Paulo Sotero. 

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Tereza Cristina cumpre agenda nos Estados Unidos nesta semana. Ela também terá reuniões no Banco Interamericano de Desenvolvimento e com o secretário de Agricultura dos Estados Unidos, Sonny Perdue. Entre os temas do encontro está a suspensão das importações de carne bovina brasileira in natura pelos Estados Unidos.

Informações à imprensa
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Fonte: MAPA GOV
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Agricultura

Mais de 139 mil agricultores familiares da Bahia, Paraíba e de Minas Gerais vão receber Garantia-Safra este mês

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Agricultores familiares de 123 municípios da Bahia, Paraíba e Minas Gerais terão o benefício do Garantia-Safra 2018/2019 disponibilizado, em novembro, para cobrir perdas com a seca. O pagamento beneficiará 139.070 unidades familiares, somando R$ 28,9 milhões.

A Portaria Nº 5.318, que determina o pagamento, foi publicada pela Secretaria de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no último dia 12. Em novembro, receberão o pagamento agricultores da Bahia, Paraíba e de Minas Gerais.

O montante em recurso disponibilizado para esses agricultores até o mês de março de 2020 chegará a R$ 118,2 milhões.

O Garantia-Safra tem como objetivo garantir a segurança alimentar de agricultores familiares que residam em regiões sistematicamente sujeitas à perda de safra por causa de estiagem ou enchente. Têm direito a receber o benefício os agricultores com renda mensal de até um salário mínimo e meio, quando tiverem perdas de produção em seus municípios igual ou superior a 50%.

O Garantia-Safra prevê o repasse de R$ 850, divididos em cinco parcelas de R$ 170. O valor é disponibilizado obedecendo o calendário de pagamento dos benefícios sociais.

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Veja a lista dos municípios que receberão o benefício em novembro:

Bahia: Abaíra, Anagé, Andaraí,  Aracatu, Barra, Barra da Estiva, Barra do Mendes, Barro Alto, Belo Campo, Boa Vista do Tupim, Bom Jesus da Lapa, Bom Jesus da Serra, Boninal, Boquira, Caculé, Caetité, Campo Alegre de Lourdes, Campo Formoso, Anápolis, Candiba, Canudos, Caraíbas, Carinhanha, Casa Nova, Caturama, Central, Correntina, Dom Basílio, Encruzilhada, Feira da Mata, Guanambi, Iaçu, Ibipitanga, Ibiquera, Ibitiara, Ibititá, Ibotirama, Igaporã, Iramaia, Irecê, Itaberaba, Itaeté, Itaguaçu da Bahia, Itiruçu, Ituaçu, Iuiu, João Dourado, Juazeiro, Jussara, Lagoa Real, Lajedo do Tabocal, Lapão, Lençóis, Licínio de Almeida, Livramento de Nossa Senhora, Macajuba, Malhada, Malhada de Pedras, Matina, Morpará, Mulungu do Morro, Muquém do São Francisco, Nova Redenção, Ourolândia, Palmas de Monte Alto, Palmeiras, Paramirim, Paratinga, Piatã, Pilão Arcado, Pindaí, Piripá, Planaltino, Presidente Dutra, Presidente Jânio Quadros, Remanso, Ribeirão do Largo, Rio do Pires, Ruy Barbosa, Santa Maria da Vitória, Santana, Santa Rita de Cássia, São Gabriel, Serra do Ramalho, Sento Sé, Serra Dourada, Sítio do Mato, Sobradinho, Tabocas do Brejo Velho, Uauá, Uibaí, Urandi, Utinga, Várzea Nova, Vitória da Conquista, Wagner, Wanderley, Xique-Xique.

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Paraíba: Areial, Barra de Santana, Coxixola, Gado Bravo, Ingá, Itatuba, Mogeiro, Olivedos, Riacho de Santo Antônio e Santa Cecília.

Minas Gerais: Araçuaí, Capitão Enéas, Catuti, Ibiracatu, Itacarambi, Janaúba, Juvenília, Lontra, Manga, Matias Cardoso, Pai Pedro, Porteirinha, Varzelândia, Verdelândia e Virgem da Lapa.

Informações à imprensa:[email protected]

Fonte: MAPA GOV
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