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Educação

MEC vai liberar mais R$ 43 milhões para 96 obras em universidades

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As instituições federais de ensino superior vão receber R$ 43 milhões para investimento em 96 construções em andamento, segundo informou nesta quarta-feira (15) o Ministério da Educação (MEC). Em 54 obras com mais de 75% de execução serão utilizados R$ 14,3 milhões e o restante vai para 42 intervenções já iniciadas, mas com percentual menor de andamento.

Segundo o secretário de Educação Superior do MEC, Arnaldo Lima, a pasta está em constante diálogo com os reitores e “o objetivo é potencializar as obras que beneficiem os estudantes e sejam fontes potenciais de recursos”. O MEC já havia empenhado R$ 82 milhões para investimento nas universidades neste ano.

As principais obras incluem o Complexo de Saúde da Universidade Federal de Lavras (UFLA), em Minas Gerais, o Núcleo Integrado de Pesquisas e Inovação Tecnológica da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e o Instituto de Ciências Básicas da Saúde da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

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Edição: Aline Leal
Fonte: EBC Educação
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Educação

Rio de Janeiro recebe Fórum Mundial de Educação Não Formal

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Começou hoje (9) e vai até quarta-feira (11) o Fórum Mundial de Educação Não Formal, no Museu do Amanhã, na Praça Mauá, região central do Rio de Janeiro. Mais de 30 organizações internacionais da sociedade civil discutirão os desafios e o papel do modelo não formal na agenda da educação em todo o mundo.

O evento é uma iniciativa da Organização Mundial do Movimento Escoteiro em parceria com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA), o Escritório do Enviado da Juventude do Secretário-Geral da ONU e os Escoteiros do Brasil.

Segundo os organizadores, o fórum tem como objetivo discutir como as organizações podem acompanhar as últimas tendências da educação não formal que utiliza o aprendizado prático e experiências educacionais que desenvolvem habilidades para a vida.

De acordo com a representante do Unicef no Brasil, Florence Bauer, ainda há 250 milhões de crianças e adolescentes fora da escola no mundo. No Brasil, são 2 milhões. A representante do Unicef acrescenta que cerca de 260 milhões de jovens no mundo não trabalham nem estudam.

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Para Florence, a prioridade é melhorar o sistema formal de ensino, mas para responder aos desafios do mundo contemporâneo, ela avalia que a educação não formal pode complementar o currículo tradicional. “Os jovens precisam ter acesso a uma educação cada vez mais diversificada, adquirir novas competências e responder às expectativas do mercado de trabalho”.

O presidente dos Escoteiros do Brasil, Rafael Macedo, lembrou que o movimento escoteiro promove iniciativas de educação que complementam o que é ensinado em sala de aula há mais de 100 anos no Brasil. “Desde criança, [os escoteiros] aprendem a trabalhar em equipe, a desenvolver liderança, a ter senso de responsabilidade. Essa educação acontece de forma complementar à experiência da escola, ao ensino que a família proporciona à criança”, disse.

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: EBC Educação
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Educação

Projeto Astronomia sobre Rodas leva ciência a estudantes do DF

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Uma van com galáxias, planetas e estrelas roda pelas ruas do Distrito Federal para levar a ciência e o conhecimento a estudantes de todas as idades. É o projeto Astronomia sobre Rodas, idealizado pelo professor de Física Demetrius Leão e colocado em prática, há quase dois anos, pelo Sesc de Taguatinga Norte, região administrativa da capital federal.

A van é o carro utilizado para transportar uma cúpula inflável e o planetário digital até escolas da região central do DF e cidades do Entorno.

Astronomia sobre Rodas

Planetário inflável é transportado a escolas do Distrito Federal – Divulgação

Desde que o projeto começou a ser implementado, já foram mais de mil sessões e 40 mil pessoas contempladas, a maioria estudantes da rede pública. Demetrius Leão, coordenador pedagógico do projeto, disse que a ideia nasceu de um projeto itinerante pelo país e que teve boa aceitação no Distrito Federal.

“Primeiro, pensou-se no planetário. A estrutura, quando está guardada, cabe em uma van, que foi adaptada, com a retirada de alguns bancos”, explicou o professor.

Na van, são colocados os ventiladores, o domo e a parte projetiva, que é um datashow específico para fazer uma projeção 360 graus. Demétrius Leão disse que “o planetário itinerante é uma cúpula onde são projetadas as sessões com temas variados sobre o universo”.

Segundo o professor, quando a van chega às escolas é recebida com muita expectativa, principalmente porquê muitas crianças não sabem ainda o que é um planetário. “É sempre uma alegria quando você infla aquela bolha azul, sempre gera uma grande expectativa”, disse.

A falta de conhecimento sobre planetários faz com que as crianças pensem que a bolha azul da van é um pula-pula. “É muito comum isso acontecer. Mas, quando você fala que vai fazer uma viagem pelo espaço, dentro da cúpula, por meio da projeção que é feita, gera uma euforia grande nas crianças.”

Segundo o professor, devido a alta demanda por escolas classes, com público de 1º ao 5º ano, o sistema solar tem um espaço diferenciado nas apresentações. O projeto, que atende a escolas inscritas em um cadastro, prioriza aquelas localizadas em áreas carentes do Distrito Federal.

Demetrius Leão disse que o Astronomia sobre Rodas, além de levar a ciência às escolas, tem apresentado um espaço democrático, estimulando a imaginação e levando cidadania a comunidades vulneráveis. “No nosso planetário priorizamos um público de escolas públicas e de regiões que realmente têm dificuldade de acesso a esse conhecimento científico. Acredito que desperta uma curiosidade e um interesse muito grande, porque as questões sobre o céu mexem com o imaginário de muitas pessoas.”

No seu entendimento, a “questão da passagem do planetário do Astronomia Sobre Rodas pode encantar pessoas que não teriam acesso a um planetário, e trata-se de uma chance de pensar sobre a existência do planeta, do universo, da vida.”

As escolas interessadas em fazer parte do projeto, em 2020, podem fazer a inscrição no endereço mestra.me/asr. A principal condição é ter um espaço coberto, como uma quadra ou um ginásio.

Edição: Fernando Fraga
Fonte: EBC Educação
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