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''Uma dose de amor

‘Bibi de VG’ vai fazer companhia para marido preso após tentar entregar celular camuflado em chinelo

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FONTE: RAFAEL MEDEIROS | O BOM DA NOTÍCIA

Mulher de faccionado é presa ao entregar chinelo ‘recheado’ com dois micros celulares durante audiência nesta quinta-feira (10), no Fórum de Cuiabá. Brendon Kayke Vieira Dutra, 23 anos, é membro comando vermelho e cumpre pena na Penitenciaria Central do Estado (PCE) por tráfico de drogas e homicídio. Ele foi em uma audiência na 12ª Vara Criminal de Cuiabá.

Na volta para a cadeia, os agentes desconfiaram da atitude do detento ao receber o chinelo. Em revista rápida, foi encontrado dois aparelhos enrolados com fitas durex dentro do calçado. A mulher, que é fisioterapeuta e popularmente conhecida no mundo do crime como Bibi de VG, foi presa ainda em flagrante nas imediações do órgão. Ela foi encaminhada à Polícia Civil.

Alta periculosidade

Brendon é considerado bandido de alta periculosidade. Ele, segundo a polícia, é matador frio e integrante do CV desde os 16 anos. Conforme apurou o AGORA MATO GROSSO, Brendon é condenado a 25 anos em regime fechado pelo assassinato do cabo policial militar Marcos Antônio da Silva e balear três vezes o comerciante J.T.M. durante um assalto no bairro Cristo Rei em 2014.

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''SOLIDARIEDADE''

SOLIDARIEDADE: UCT de Sinop precisa de sangue

Fernando Da Redação

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A Unidade de Coleta e Transfusão de Sangue de Sinop (UCT) está com estoque de sangue reduzido devido à baixa procura por conta da pandemia do coronavírus. A unidade está organizando os atendimentos por meio de agendamentos via telefones (66) 3531-7325 e (66) 9 9292-2634.

As doações são realizadas de segunda-feira a sextas-feira, das 7h às 12h. É necessário levar documento com foto, CEP atualizado e cartão SUS.

Conforme a coordenadora da UCT, Rúbia Vanesca Dal Maso, todos os protocolos de não aglomeração no espaço estão sendo seguidos e, por isso, a necessidade de se intercalar períodos para recebimento do cidadão. “Estamos vivendo em cenário onde toda precaução é necessária por conta do COVID-19. No entanto, agora, mais do que nunca, precisamos que os doadores continuem contribuindo com o banco de sangue. Então, pedimos encarecidamente que continuem doando. Estamos à disposição nos telefones disponibilizados para esclarecer qualquer dúvida e também agendar a doação. Nossa equipe está preparada para atender de forma segura e responsável”, frisa.

A coordenadora pontua, ainda, que pessoas com os sintomas da doença como tosse, febre e dificuldades para respirar não podem realizar a doação.

QUEM PODE DOAR – Qualquer pessoa que esteja bem de saúde, na faixa etária de 16 a 69 anos, pode ser um doador de sangue. Os interessados devem comparecer à UCT, munidos de um documento pessoal com foto, e estar com peso superior a 50 quilos.

RECOMENDAÇÕES NO DIA DA DOAÇÃO – não ir doar em jejum, não ingerir bebida alcoólica nas 12 horas anteriores à doação, evitar fumar duas horas antes e evitar ingerir alimentos gordurosos.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o ato de doar sangue pode salvar até três vidas, isso porque todo sangue recebido é separado em diferentes componentes (hemácias, plaquetas, plasma e outros) e, assim, beneficiar mais de um paciente com apenas uma unidade coletada.

Fonte: Assessoria da Prefeitura de Sinop.

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''Uma dose de amor

Jovem com vitiligo promove autoaceitação criando ilustrações sobre a pele

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Ash Soto, da Flórida, Estados Unidos, foi diagnosticada com vitiligo – condição que causa despigmentação na pele – aos 12 anos. Ela conta que, na época, ouviu diversos comentários maldosos sobre as manchas. Isso a deixou insegura a ponto de parar de usar biquínis e outras peças de roupa que deixavam o corpo à mostra. Hoje aos 24 anos, a jovem está superando essa questão com um projeto viral no Instagram.

Leia também: Modelo com vitiligo dá lição de autoestima: “Não estou sofrendo”

Ash Soto
Reprodução/Instagram/radiantbambi

Por causa do vitiligo, Ash sofreu bullying durante a infância e deixou de usar roupas que mostrassem o corpo

“Quando as manchas nos meus cotovelos e braços começaram a ficar maiores, me senti indefesa. [As crianças] agiam como se eu fosse contagiosa. Já fui chamada de vaca e perguntavam se eu estava tentando ser branca”, conta em entrevista à  Barcroft TV .

O bullying afetou a autoconfiança de Ash, que mesmo vivendo em uma região tropical dos EUA, começou a usar casacos e blusas de manga comprida até no verão para esconder as manchas causadas de  vitiligo . “Eu era uma concha da pessoa que costumava ser, não me reconhecia mais”, explica ela.

A relação da jovem com a própria pele mudou quando ela decidiu postar fotos nas redes sociais. “Estava cansada de olhar para a minha pele de uma maneira negativa, não queria ficar triste. Senti que, se pudesse me fortalecer e ter confiança, poderia ensinar aos outros. E se isso significasse me colocar nas redes sociais, eu faria isso”.

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Construindo a autoconfiança pelas redes

Ash com ilustrações inspiradas em Rick e Morty
Reprodução/Instagram/radiantbambi

Ash acumulou 162 mil seguidores no Instagram por causa do projeto com ilustrações sobre as manchas de vitiligo

Ash conta que ficou tão nervosa com a ideia, já que tinha medo de ser criticada, que publicou a primeira foto com as mãos tremendo. Porém, a resposta dos internautas não foi como ela esperava. “Outras pessoas começaram a me escrever, dizendo que também têm essa condição de pele, então nós começamos a compartilhar histórias e eu pensei ‘ai meu Deus, não estou sozinha’”, lembra.

Foi a partir disso que ela começou um novo projeto: criar ilustrações digitais sobre as próprias fotos, desenhando por cima das manchas e “transformando em arte a pele que ela costumava odiar”. No Instagram, ela já acumula 162 mil seguidores e recebe, em média, 12 mil curtidas por imagem.

Isso a ajudou a se tornar ainda mais confiante sobre o próprio corpo – apesar de ainda não se sentir bem para sair das redes e se expor no “mundo real”. “Fico nervosa quando as pessoas veem minha pele, porque muitas ainda encaram. Isso me traz muitas memórias do que passei antes.”

Leia também: Mulher com vitiligo se aceita depois de 30 anos escondendo manchas com maquiagem

E ela afirma ainda estar vivendo essa jornada de aprender a se amar. “Preciso ensinar a mim mesma que não tem problema em ser diferente. Agora, quando me olho no espelho não vejo mais minha pele como a de um monstro, mas como algo que me torna única. Tento me lembrar de todas as coisas que me trouxeram até aqui”, finaliza.

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