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Política Nacional

Serviços da campanha do ministro do Turismo foram pagos em dinheiro e sem recibo

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Valter Campanato / Agência Brasil
Ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, foi indiciado pela PF

Em depoimento à Polícia Federal, uma dirigente do PSL de Minas Gerais afirmou que o pagamento da campanha do hoje ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio, fora entregue em dinheiro vivo dentro de uma caixa da grife Lacoste. Além disso, os serviços foram feitos sem recibo. As informações são da Folha de S.Paulo

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Ivanete Maria da Silva Nogueira era vice-presidente do PSL em Conselheiro Lafaiete, a cerca de 100 km de Belo Horizonte. De acordo com ela, um dos assessores do ministro do Turismo não quis receber os recibos dos serviços prestados na campanha. Marcelo Álvaro Antônio enfrenta uma denúncia por caixa dois e foi indiciado por suspeita de envolvimento no caso de candidaturas laranjas do partido. 

Em depoimento, Ivanete contou que contratou vários panfleteiros e organizou o evento de abertura da campanha. Álvaro Antônio teria dito a ela que “todas as tratativas referentes ao pagamento da campanha seriam realizadas por Jandir”, em referência ao assessor Jandir Vieira Siqueira. 

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“No dia 5 de outubro de 2018, Jandir entregou à declarante a quantia de R$ 17 mil em dinheiro. A quantia estava guardada em uma caixa branca da marca Lacoste”, diz um trecho do depoimento. Ela afirma ainda que, após as eleições, entrou em contato com Jandir para entregar os recibos, mas ele disse “que não precisava e que estava tudo ok”. Depois disso, não atendeu mais as ligações. 

Ivonete conta que ela e mais duas pessoas não foram pagas pelos serviços prestados na campanha. Além disso, nenhuma das pessoas que receberam figura na prestação de contas do PSL. 

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Procurada pela Folha , a defesa do ministro do Turismo afirmou que Ivanete não trabalhou na campanha e que o depoimento “não procede”. “O que pode ter ocorrido é a distribuição e panfletagem, por parte de Ivanete, de algum material gráfico consistente nas chamadas ‘dobradinhas’, neles contendo a imagem do então candidato a deputado estadual Celton Mesquita e do Marcelo Álvaro como candidato a federal”, diz o advogado.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro defende que Eduardo fique no Brasil para “pacificar” PSL

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Coleta de assinaturas das duas alas do partido geram impasse no PSL

 O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira, no Japão, preferir neste momento que o filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fique no Brasil para “pacificar o partido”. O presidente já afirmou que pretende indicar o filho para a embaixada do Brasil em Washington, mas até hoje não enviou ao Senado o pedido.

Indagado sobre a indicação de Eduardo para líder do partido na Câmara, o presidente respondeu: “No meu entender, (o melhor é) ele ficar lá, no Brasil, até para pacificar o partido ali e ver o que pode catar de caco, pode assim dizer, porque teve gente ali que foi para o excesso. É igual um casal: chega um ponto de um limite de um problema que não tem mais retorno por parte de alguns”, disse em um restaurante na capital do Japão, após o café da manhã.

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Bolsonaro ressaltou que Eduardo vai precisar decidir se quer ficar no Brasil ou ser indicado a embaixador em Washington. “Obviamente, isso o Eduardo vai ter de decidir nos próximos dias, talvez antes de eu voltar ao Brasil, se ele quer ter seu nome submetido ao Senado para a embaixada ou não. Porque agora, se ele firmar, no meu entendimento, não vou interferir na vida dele, que ele é maior de idade”.

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Em meio à disputa pela liderança do PSL na Câmara, Bolsonaro disse que vai falar com deputados sobre sua experiência de 28 anos de vida parlamentar. “Eles embarcaram numa canoa fantasma, aceitando promessas de ‘te dou a lua’. Isso serve para casal jovem, não para político com mandato de deputado federal”, disse.

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O presidente afirmou ainda que não abre mão de uma auditoria no PSL, “porque se der problema, quem vai ser o responsabilizado?”. Apesar disso, Bolsonaro disse que ninguém vai vê-lo “jogando lenha na fogueira”, e que não vai entrar nessa briga de “meu grupo contra o deles”, referindo-se ao racha no partido.

O presidente voltou a negar que indicou o filho para a liderança do partido na Câmara.  ”Tinham 20 parlamentares lá (na reunião no Palácio do Planalto). Eu queria indicar o Felipe Barros. Resolveram que o nome de consenso seria ele (Eduardo). Aí tudo bem. Vocês estão decidindo, não vou impor”, disse.  Para o presidente, o que falta é ‘serenidade’ em boa parte do PSl.

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“Até o pessoal do lado de lá, pretendo conversar com a maioria deles, alguns não vou conversar, faço questão de não conversar, porque ultrapassaram o limite da razoabilidade”, garantiu. Indagado se a questão do PSL vai se arrefecer, Bolsonaro respondeu: “Eu me pergunto: o pessoal tirava foto comigo, agora tira como Bivar. O que ele tem de mais bonito ou de melhor do que eu?”.

O presidente também comentou ataques de membros do PSL contra ele. “Eu engoli sapo para caramba. Sendo ofendido como fui por aquele líder lá, tem de ter estômago”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro aponta Nestor Foster como nome forte para embaixada nos EUA

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Antonio Cruz/ Agência Brasil
“Eduardo é quem vai dar a palavra final”, garantiu o presidente

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira que o embaixador do Brasil em Washington deverá ser Nestor Foster, caso Eduardo Bolsonaro desista do posto nos Estados Unidos para liderar o PSL no Brasil.

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“Eduardo desistindo de ter o seu nome enviado ao Senado, diante da importância de liderar o partido, Foster é um bom nome para ser consolidado”, afirmou Bolsonaro , pouco antes de partir para a cerimonia de entronização do novo imperador do Japão.

O presidente fez questão de destacar que a decisão final é de Eduardo e deixou dúvidas sobre sua preferência.

“Sua vivencia de mundo para mim faz a diferença dentro do Parlamento , mas a decisão é dele”, afirmou.

Foster , atualmente embaixador interino em Washington , é amigo pessoal do Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e foi quem aproximou o chanceler do escritor Olavo de Carvalho, guru intelectual do bolsonarismo.

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Bolsonaro informou também que vai mudar o embaixador em Israel, que, segundo o presidente, já está um bom tempo no país. A ideia é enviar um embaixador para estreitar as relações na área de inovação agrícola. O presidente diz ter planos de enviar jovens brasileiros para aprender tecnologias agrícolas israelenses.

Fonte: IG Política
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