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Política Nacional

Em noite de estreia pouco movimentada, Rodrigo Janot vende apenas 43 livros

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MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL
Janot disse que foi armado ao STF para matar Gilmar Mendes.

O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot negou-se a comentar nesta segunda-feira (7) se estava ou não em Brasília no dia em que teria planejado matar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Durante lançamento do livro “Nada menos que tudo”, numa livraria do bairro nobre dos Jardins, em São Paulo, ele evitou o assunto.

“Hoje é dia do Livro. Hoje é o dia da palavra escrita”, respondeu o ex-procurador-geral Janot ao ser indagado sobre a viagem para uma agenda de trabalho no dia em que teria ido ao Supremo armado para matar Gilmar.

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O evento teve público pequeno. O número de jornalistas era maior do que o de pessoas na fila para os autógrafos da obra em que o ex-procurador-geral relata os bastidores de sua passagem pelo cargo. Menos de meia hora depois do início, não havia ninguém na fila. Nenhum nome importante do mundo jurídico compareceu. Foram vendidos 43 livros dos 550 disponibilizados para venda.

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Janot chegou 17 minutos atrasado. Ele desceu do carro acompanhado de dois seguranças, que impediam a aproximação dos repórteres. Dentro da livraria , havia um terceiro segurança.

Um lançamento que ocorria no segundo andar da livraria reuniu muito mais pessoas do que a sessão de autógrafos de Janot. A obra “Estudos jurídicos em homenagem a Maria Salgado”, de Graziela Amaral e Luciana Santos, lotou o mezanino

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Na semana passada, o site Jota mostrou que no dia 10 de maio, véspera da data em que Janot disse em entrevistas que entrou armado no STF para atirar em Gilmar, ele viajou para Minas. O então procurador-geral da República só voltou no dia 15.

A informação foi confirmada pelo GLOBO, conforme verificado no diário eletrônico do Ministério Público Federal, que registrou que Janot teve compromissos em Belo Horizonte entre os dias 10 e 12 de maio de 2017.

Também ao GLOBO, a Força Aérea Brasileira (FAB) confirmou ter dado apoio aéreo para a viagem de Janot a Minas Gerais.

Fonte: IG Política
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Bolsonaro defende que Eduardo fique no Brasil para “pacificar” PSL

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Luis Macedo/Câmara dos Deputados
Coleta de assinaturas das duas alas do partido geram impasse no PSL

 O presidente Jair Bolsonaro afirmou na manhã desta terça-feira, no Japão, preferir neste momento que o filho e deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) fique no Brasil para “pacificar o partido”. O presidente já afirmou que pretende indicar o filho para a embaixada do Brasil em Washington, mas até hoje não enviou ao Senado o pedido.

Indagado sobre a indicação de Eduardo para líder do partido na Câmara, o presidente respondeu: “No meu entender, (o melhor é) ele ficar lá, no Brasil, até para pacificar o partido ali e ver o que pode catar de caco, pode assim dizer, porque teve gente ali que foi para o excesso. É igual um casal: chega um ponto de um limite de um problema que não tem mais retorno por parte de alguns”, disse em um restaurante na capital do Japão, após o café da manhã.

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Bolsonaro ressaltou que Eduardo vai precisar decidir se quer ficar no Brasil ou ser indicado a embaixador em Washington. “Obviamente, isso o Eduardo vai ter de decidir nos próximos dias, talvez antes de eu voltar ao Brasil, se ele quer ter seu nome submetido ao Senado para a embaixada ou não. Porque agora, se ele firmar, no meu entendimento, não vou interferir na vida dele, que ele é maior de idade”.

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Em meio à disputa pela liderança do PSL na Câmara, Bolsonaro disse que vai falar com deputados sobre sua experiência de 28 anos de vida parlamentar. “Eles embarcaram numa canoa fantasma, aceitando promessas de ‘te dou a lua’. Isso serve para casal jovem, não para político com mandato de deputado federal”, disse.

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O presidente afirmou ainda que não abre mão de uma auditoria no PSL, “porque se der problema, quem vai ser o responsabilizado?”. Apesar disso, Bolsonaro disse que ninguém vai vê-lo “jogando lenha na fogueira”, e que não vai entrar nessa briga de “meu grupo contra o deles”, referindo-se ao racha no partido.

O presidente voltou a negar que indicou o filho para a liderança do partido na Câmara.  ”Tinham 20 parlamentares lá (na reunião no Palácio do Planalto). Eu queria indicar o Felipe Barros. Resolveram que o nome de consenso seria ele (Eduardo). Aí tudo bem. Vocês estão decidindo, não vou impor”, disse.  Para o presidente, o que falta é ‘serenidade’ em boa parte do PSl.

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“Até o pessoal do lado de lá, pretendo conversar com a maioria deles, alguns não vou conversar, faço questão de não conversar, porque ultrapassaram o limite da razoabilidade”, garantiu. Indagado se a questão do PSL vai se arrefecer, Bolsonaro respondeu: “Eu me pergunto: o pessoal tirava foto comigo, agora tira como Bivar. O que ele tem de mais bonito ou de melhor do que eu?”.

O presidente também comentou ataques de membros do PSL contra ele. “Eu engoli sapo para caramba. Sendo ofendido como fui por aquele líder lá, tem de ter estômago”.

Fonte: IG Política
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Política Nacional

Bolsonaro aponta Nestor Foster como nome forte para embaixada nos EUA

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Antonio Cruz/ Agência Brasil
“Eduardo é quem vai dar a palavra final”, garantiu o presidente

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta terça-feira que o embaixador do Brasil em Washington deverá ser Nestor Foster, caso Eduardo Bolsonaro desista do posto nos Estados Unidos para liderar o PSL no Brasil.

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“Eduardo desistindo de ter o seu nome enviado ao Senado, diante da importância de liderar o partido, Foster é um bom nome para ser consolidado”, afirmou Bolsonaro , pouco antes de partir para a cerimonia de entronização do novo imperador do Japão.

O presidente fez questão de destacar que a decisão final é de Eduardo e deixou dúvidas sobre sua preferência.

“Sua vivencia de mundo para mim faz a diferença dentro do Parlamento , mas a decisão é dele”, afirmou.

Foster , atualmente embaixador interino em Washington , é amigo pessoal do Ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, e foi quem aproximou o chanceler do escritor Olavo de Carvalho, guru intelectual do bolsonarismo.

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Bolsonaro informou também que vai mudar o embaixador em Israel, que, segundo o presidente, já está um bom tempo no país. A ideia é enviar um embaixador para estreitar as relações na área de inovação agrícola. O presidente diz ter planos de enviar jovens brasileiros para aprender tecnologias agrícolas israelenses.

Fonte: IG Política
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