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Augusto Heleno atribui morte de Ágatha a Wilson Witzel: “Problema do governador”

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General Augusto Heleno falando ao microfone arrow-options
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados – 10.7.19

Para Heleno, responsabilidade de manifestação é de Witzel

O ministro do Gabinete de Segurança Instituicional (GSI), general Augusto Heleno , atribuiu a morte da menina Ágatha Félix , de 8 anos, ao governo do Rio de Janeiro. “É um problema do governador”, disse o general. Ágatha foi morta com um tiro nas no sábado (21) durante uma operação da polícia no Complexo do Alemão .

De acordo com Heleno, não compete ao presidente Jair Bolsonaro se manifestar sobre o caso por ele ter acontecido no estado do Rio de Janeiro . “A polícia é dele [Wilson Witzel, governador do Rio], o estado é dele, a situação está na mão dele, a apuração é feita lá”, afirmou.

Um laudo pericial recebido pela Delegacia de Homicídios nesta quarta-feira (25) mostra que o estado do projétil inviabiliza o confronto balístico para saber de que arma saiu o disparo. A única conclusão possível de constatada é a de que a bala saiu de um fuzil.

Leia mais: Não é possível saber de que arma saiu a bala que matou Ágatha, diz perícia

No laudo do exame feito no corpo da menina, foi constatado que a bala causou perfuração nas costas, rim direito e vasos do abdômen.


Fonte: IG Nacional
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Minas Gerais decreta situação de emergência em 47 cidades por causa das chuvas

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bombeiros em minas gerais arrow-options
Telmo Ferreira/Agência O Globo

O estado de Minas Gerais declarou situação de emergência por causa das chuvas neste domingo (26)


Leia também: Número de mortes por conta das chuvas em Minas Gerais chega a 30

Em decreto assinado pelo governador Romeu Zema (Novo) e publicado neste domingo (26) em edição extra do Diário Oficial de Minas Gerais, o governo do estado declarou situação de emergência em 47 municípios afetados pelas fortes chuvas que atingem a região. O decreto também estabelece luto de três dias pelas vítimas.

Ao decretar situação de emergência, o governo de Minas Gerais diz ter considerado que, desde sexta-feira (24), as  chuvas  causaram “múltiplos desastres – inundações, movimentos de massa, enxurradas e alagamentos – provocaram grande comoção social, visto que houve perdas de vidas, pessoas desalojadas e desabrigadas, comunidades inteiras ilhadas, entre outros danos e prejuízos”. 

A situação de emergência é válida por seis meses e autoriza que todos os órgãos estaduais atuem nas ações de “resposta ao desastre e reabilitação do cenário e sua recuperação.” Também permite que as cidades fiquem dispensadas “de licitação os contratos de aquisição de bens necessários às atividades de resposta ao desastre, de prestação de serviços e de obras relacionadas com a reabilitação dos cenários afetados.” 

Leia também: Cerca de 9 mil pessoas estão desalojadas em Itaperuna por conta das chuvas

Confira a lista das cidades em situação de emergência:

  1. Abre Campo
  2. Alto Caparaó
  3. Alto Jequitibá
  4. Belo Horizonte
  5. Betim
  6. Brumadinho
  7. Caeté
  8. Caparaó
  9. Carangola
  10. Cataguases
  11. Congonhas
  12. Contagem
  13. Divino
  14. Dores do Turvo
  15. Ervália
  16. Espera Feliz
  17. Guidoval
  18. Ibiaí
  19. Ibirité
  20. Luis Burgo
  21. Manhuaçu
  22. Mariana
  23. Mateus Leme
  24. Matipó
  25. Monjolos
  26. Muriaé
  27. Nova Lima 
  28. Orizania
  29. Patrocínio de Muriaé
  30. Pedra Bonita
  31. Raposos
  32. Raul Soares
  33. Ribeirão das Neves
  34. Rio Acima
  35. Sabará
  36. Santa Bárbara
  37. Santa Luzia
  38. Santa Margarida
  39. São Gonçalo do Sapucai
  40. Sarzedo
  41. Senador Firmino
  42. Simonésia
  43. Taquaraçu de Minas
  44. Teófilo Otoni
  45. Tocantins
  46. Ubá
  47. Visconde do Rio Branco
Fonte: IG Nacional
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Serviço Geológico lança mapa online sobre áreas de risco no país

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Agência Brasil

Deslizamento de terra arrow-options
Reprodução/TV Globo

Deslizamentos de terra são comuns quando há chuvas intensas

O Serviço Geológico do Brasil (CPRM) lançou uma plataforma interativa que reúne informações sobre áreas com alto risco e muito alto risco de deslizamentos de terra, inundações, enxurradas e quedas de rocha, em mais de 1.600 municípios brasileiros. O serviço é um mapa online e contém uma base de dados que pode ser usada por gestores nacionais, estaduais e municipais, como as defesas civis de cada região, além da comunidade acadêmica, empresas privadas e a sociedade.

Leia também: Número de mortos por causa das chuvas em MG sobe para 37; 17 mil estão sem casa

Segundo a chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM, Sandra Fernandes, que coordena o trabalho de mapeamento de áreas de risco no país, o serviço é um visualizador que funciona como se fosse um mapa online .

“O mapa contém todas as informações que foram levantadas pelo Serviço Geológico do Brasil de 2012 até agora, referentes às condições de risco geológico, suscetibilidade a movimentos gravitacionais de massa e inundação e mapeamento de perigo de movimentos gravitacionais de massa”, disse Sandra.

O mapa online mostra as áreas que apresentam condições de risco alto e muito alto nas regiões urbanas e delimita em campo, com base no número de moradias e de pessoas ali residente, quais são os processos que podem ocorrer em cada área. O mapa tem atualização constante e indica a quem o consulta se na área em pesquisada é considerada “de risco alto ou muito alto e se é propensa ou não para ocorrências que podem gerar risco”, explicou Sandra.

Os mais de 1.600 municípios que constam do mapa localizam-se em 25 estados – estão de fora apenas Mato Grosso, onde o mapeamento ainda não foi feito, e o Rio e Janeiro, onde o trabalho é feito pelo Serviço Geológico do Estado do estado.

“É um número crescente”, afirmou a chefe da Divisão de Geologia Aplicada da CPRM. Ela informou que, anualmente, é feita uma programação com o governo federal com foco em uma setorização em novos municípios ou na revisitação àqueles em que o levantamento começou, entre os anos de 2012 e 2014. “Isso porque a condição de risco é dinâmica e vai se modificando à em que aumenta a densificação urbana, ou quando o próprio município faz alguma modificação, seja estrutural, com obras de contenção,ou até mesmo não estrutural, para saber lidar com a condição de risco do município”, explicou.

Leia também: No Espírito Santo, chuvas já causaram a morte de oito pessoas

O acesso ao programa é feito pelo site do Serviço Geológico do Brasil. Pelo sistema de busca, o usuário pode localizar o município de seu interesse e, nos menus que se encontram no final do mapa, filtrar e cruzar dados sobre os produtos cartográficos elaborados pela CPRM.

Fonte: IG Nacional
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