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Política de Bolsonaro diminui interesses em causas de direitos humanos

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IstoÉ

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Renato Costa / FramePhoto / Agência O Globo
Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto


O Brasil vai se acostumado aos horrores dos tempos bolsonaristas. Basta ver como o País recebeu o incêndio do hospital no Rio de Janeiro. A comoção foi pequena. O presidente se omitiu. O ministro da Saúde sequer se deslocou ao local da tragédia. Tudo foi tratado como se fosse um dado da natureza, como um furacão ou um terremoto, e não um produto da inépcia humana, de autoridades omissas, de um sistema hospitalar mercantilizado, de um País que vai perdendo a capacidade de se revoltar, que prefere a indiferença.

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Este processo tem história. Evidentemente que não começou com a posse de Jair Bolsonaro . Mas foi agravado pela sua política neofascista, pelo desprezo aos direitos humanos, pelo culto à violência. O que dizer de um presidente que simula um revólver com a mão? Não é um incentivo ao ódio? A resolver divergências pela força?

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Jair Bolsonaro levou ao Palácio do Planalto os métodos adotados durante três décadas como parlamentar. É de conhecimento público que na capital fluminense não estão claros os limites da legalidade com a ilegalidade. Foram estabelecidas relações perigosas entre criminosos e políticos. Com o passar do tempo, a linha imaginária que separa a lei do crime foi ficando tênue. Acabou ocorrendo uma aproximação “natural” que favoreceu ambos os lados. Os criminosos adquiriram status de participantes da sociedade civil e, consequentemente, buscaram interlocutores na esfera política. Já os parlamentares receberam com prazer este interesse, que beneficia seus negócios — no sentido amplo — e permite uma aliança no momento das eleições.

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Assim, não é acidental a proximidade do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro com o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, milícia que domina a comunidade de Rio das Pedras. Nóbrega foi expulso da PM e condenado a 19 anos de prisão. Está foragido. Mas foi homenageado pelo filho de Jair Bolsonaro com a Medalha Tiradentes, principal condecoração do estado.

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Esta forma particular de fazer política, típica da desmoralização das instituições democráticas, foi levada para Brasília. E em apenas nove meses contaminou ainda mais o corpo já enfraquecido do Estado brasileiro. O enfado, a indiferença e a falta de perspectiva política colaboram para transformar a barbárie em algo inevitável — para alguns, aceitável. Assim, é possível entender o bolsonarismo como produto social e não de um indivíduo.

Truculência na política, desmoralização das instituições e indiferença criaram as condições para a barbárie que nos assola. O bolsonarismo não é fruto de um indivíduo, mas um produto social.

Fonte: IG Nacional
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Reforma era feita sem escoramento, diz sobrevivente de desabamento em Fortaleza

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Bruno Lafaiete/Código 19/Agência O Globo
Problemas com a reforma do Edifício Andréa seguem aparecendo

O estudante de Arquitetura Davi Sampaio, de 22 anos, sobrevivente do desabamento do Edifício Andréa, em Fortaleza , afirmou neste domingo (20) ao programa Fantástico, da TV Globo, que, pouco antes de o prédio cair, ouviu “o barulho do quebra-quebra” da reforma dos pilares. Segundo ele, não havia reforço nas colunas para que o trabalho fosse executado.

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“Quando eu cheguei da faculdade à noite (na segunda-feira), eu percebi que alguns dos pilares estavam descascados, com as ferragens expostas. (…) Mandei pro meu grupo de WhatsApp dos meus amigos da Arquitetura: ‘Gente, tá acontecendo uma reforma no meu prédio, e o pessoal tá descascando toda a estrutura de concreto que envolve essas ferragens, mas eles não tão colocando nenhum tipo de apoio pras áreas de influência desses pilares.’ E todo mundo começou a responder: ‘Amigo, denuncie’.”

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Davi contou à TV Globo que, além da foto enviada aos pais, ainda conseguiu ligar para a polícia e fez vídeos agradecendo por estar vivo e demonstrando preocupação com seu gato de estimação.

Especialistas ouvidos pelo Fantástico apontaram que a falta de escoramento de pilares pode ter contribuído para o acidente. A Alpha Engenharia, responsável pela obra, disse em nota que “é precoce relatar algo concreto” e que uma perícia será feita.

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Fonte: IG Nacional
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Pessoas saqueiam caminhão de carnes na Feira de Acari, no Rio de Janeiro; veja

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Reprodução
População rouba carne de caminhão frigorífico na Feira de Acari


Moradores flagraram pessoas saqueando uma carreta frigorífica roubada na Feira de Acari, na Zona Norte do Rio, neste domingo. Nas imagens é possível ver o caminhão chegando no local com as portas do baú abertas, enquanto um grupo aproveita para levar grandes peças de carne da carga roubada.


Segundo a assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar, policiais militares do 9ºBPM (Rocha Miranda) foram acionados sobre a ocorrência de um caminhão de carga sendo descarregado nas proximidades da Praça de Coelho Neto, na Zona Norte da cidade do Rio. No local, o fato não foi constatado.

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Porém, as equipes continuaram vasculhando e conseguiram recuperar o caminhão com parte dos produtos ainda no seu interior em um acesso à comunidade Para-Pedro. Até o momento, não houve prisões relacionadas ao fato. 

Fonte: IG Nacional
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