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Flamengo vence o Cruzeiro e alcança recorde de vitórias no Brasileiro

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Reprodução/Flamengo

Gabigol continua liderando a artilharia do Campeonato Brasileiro

Na abertura do segundo turno do Campeonato Brasileiro, o Flamengo venceu o Cruzeiro por 2 a 1, na tarde deste sábado, no Mineirão, e conquistou mais um recorde em sua história. Os comandados de Jorge Jesus chegaram a sete vitórias seguidas na competição, número nunca alcançado – até agora – em todos os anos do Rubro-Negro. Gabigol – mais uma vez – deixou a sua marca, assim como Arrascaeta. Thiago Neves descontou para a Raposa.

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Com o resultado, o Flamengo segue na liderança do Campeonato Brasileiro, agora com 45 pontos. O Cruzeiro permanece na zona de rebaixamento, em 17º lugar, com 18 pontos. Ambas as equipes voltam a campo pela competição na quarta-feira – enquanto os mineiros visitam o Ceará, os cariocas recebem o Internacional.

‘HOJE TEM GOL DO GABIGOL’
Artilheiro do Brasil e do Campeonato Brasileiro até agora, Gabigol demorou apenas seis minutos para abrir o marcador e ampliar os números desta grande fase que vive com a camisa do Flamengo. Com cruzamento preciso de Gerson, subiu entre dois e colocou o 1 a 0 no placar. Os comandados de Jorge Jesus não estavam dando tempo de o Cruzeiro respirar. O time de Rogério Ceni respondeu somente aos 24, quando Pedro Rocha mandou com perigo no gol defendido por Diego Alves.

EMPATE EM PÊNALTI
O Flamengo foi perdendo um pouco a intensidade inicial com o passar do primeiro tempo. O Cruzeiro, esperto, acordou e passou a aumentar o ritmo na busca do empate. Aos 35 minutos, em chegada de Pedro Rocha, Rodrigo Caio o derrubou – em lance polêmico, que ao menos o vídeo deveria ser acionado, como foi no gol do Flamengo, um erro da arbitragem neste sentido. Dois minutos mais tarde, Thiago Neves foi para a cobrança e converteu, 1 a 1. O jogo foi ao intervalo desta forma.

LÁ, CÁ E TRAVE!
A volta para o segundo tempo foi bastante movimentada. O Cruzeiro chegou logo com Pedro Rocha, obrigando Diego Alves a se esticar. Gabigol respondeu pelo Flamengo, com Fábio defendendo em dois tempos. Neste lá e cá, o lance seguinte foi da Raposa – e desta vez quase o gol da virada. Aos seis minutos, Ezequiel mandou para o gol, a bola desviou e foi na trave. O Rubro-Negro não deixou barato: Bruno Henrique fez Fábio fazer grande defesa após cruzamento de Arrascaeta…

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LEI DO EX E RECORDE
Arrascaeta, por sinal, faria o gol da vitória do Flamengo, em mais um episódio de lei do ex no futebol. Aos 21 minutos, Willian Arão mandou rasteiro, Gabigol fez um corta-luz e Arrascaeta, de primeira, estufou as redes e colocou o Rubro-Negro novamente na frente do placar, 2 a 1. O ex-jogador do Cruzeiro, agora destaque do time da Gávea, não comemorou por respeito no Mineirão, mas os torcedores do Fla fizeram a festa fora de casa. Vitória confirmada, a sétima seguida, recorde da equipe na história, e um bom início de segundo turno.

FICHA TÉCNICA
CRUZEIRO 1 X 2 FLAMENGO

Estádio: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Data/hora: 21/9/2019, 17h (de Brasília)
Árbitro: Raphael Claus (SP) – Nota LANCE!: 5,5 (deveria ter revisto o lance do pênalti do Cruzeiro no vídeo para afastar a polêmica)
Assistentes: Danilo Ricardo Simon Manis (SP) e Neuza Ines Back (SP)
Árbitro de vídeo: Jose Claudio Rocha Filho (SP)
Gramado: Ruim
Público/renda: Indisponíveis
Cartões amarelos: Orejuela, Fred (CRU) e Bruno Henrique, Rafinha (FLA)
Cartão vermelho:

GOLS: Gabigol 6’/1ºT (0-1), Thiago Neves 37’/1ºT (1-1) e Arrascaeta 21’/2ºT (1-2)

CRUZEIRO: Fábio, Orejuela, Cacá, Fabrício Bruno e Egídio; Henrique, Éderson (Dodô 19’/2ºT), Robinho e Thiago Neves (Ezequiel intervalo); Pedro Rocha (Fred 26’/2ºT) e David. Técnico: Rogério Ceni.

FLAMENGO: Diego Alves, Rafinha, Rodrigo Caio, Pablo Marí e Filipe Luís; Willian Arão, Arrascaeta (Rhodolfo 45’/2ºT) e Gerson; Vitinho (Piris da Motta intervalo), Bruno Henrique (Berrío 41’/2ºT) e Gabigol. Técnico: Jorge Jesus.

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Diego Costa escapa da prisão na Espanha ao pagar multa 36 mil euros

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O jogador brasileiro Diego Costa, naturalizado espanhol, foi condenado hoje (04) na Espanha a seis meses de prisão por fraude fiscal. De acordo com o jornal espanhol Marca, durante a audiência realizada nesta manhã no Tribunal Provincial de Madri, o atleta se declarou culpado pela denúncia apresentada pelo Ministério Público, de que sonegou  1 milhão de euros – aproximadamente R$ 5,8 milhões – ao Tesouro espanhol, na declaração de imposto de renda de 2014. Na ocasião, o atacante foi transferido do Atlético de Madrid para o Chelsea, da Inglaterra. 

 A pena determinada foi de seis meses de prisão, mas a defesa do atleta conseguiu entar em acordo com a Promotoria, que converteu a detenção em pagamento de multa a ser paga em duas etapas: imediatamente o jogador teve de desembolsar o valor de 36 mil euros (aproximadamente R$ 200 mil), e ainda ter de devolver 507.208 euros (cerca de R$ 2,9  milhões) aos cofres públicos.

De acordo com a agência de notícias AFP, que teve acesso à decisão judicial, o que teria facilitado o acordo hoje (4) no Tribunal Provincial de Madri foi o fato de o jogador ter efetuado, em agosto passado, o pagamento de 1,14 milhão de euros (aproximadamente R$ 6,6 milhões), quitando por completo a dívida fiscal, incluindo juros. 

Edição: Verônica Dalcanal

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Covid-19: sem vacina até dezembro, "não haverá Olimpíada", diz Conrado

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O presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), Mizael Conrado, entende que os Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Tóquio (Japão), em 2021, estão comprometidos se a vacina contra o novo coronavírus (covid-19) não for aprovada até o fim deste ano. A pandemia sanitária já provocou o adiamento dos eventos, inicialmente previstos para 2020.

“Tenho observado (o cenário) com bastante preocupação e temos uma posição bem concreta. Basicamente, o que a gente entende é bastante simples e objetivo. Nosso entendimento é que se não houver uma vacina aprovada até dezembro deste ano, não haverá Jogos em 2021”, disse Conrado à Agência Brasil. “Digo isso não só com relação à Paralimpíada mas à Olimpíada também. Entendo que (a covid-19) é um problema de saúde pública e afeta toda a sociedade”, completou.

O adiamento dos Jogos foi anunciado pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) em 24 de março. Quatro dias antes, o dirigente do CPB havia declarado, ao site GloboEsporte.com, ser contrário à realização dos eventos em 2020, em meio à pandemia. A Olimpíada foi remarcada para ocorrer entre 23 de julho a 8 de agosto de 2021. Já a Paralimpíada será de 24 de agosto a 5 de setembro, também do ano que vem.

O presidente do COI, Thomas Bach admitiu, em entrevista à rede britânica BBC, que as disputas em Tóquio podem ser canceladas se a covid-19 não estiver controlada até lá. Discurso semelhante ao do mandatário do Comitê Organizador dos Jogos, Yoshiro Mori, que reconheceu, em declarações aos diários japoneses Nikkan Sports Kyodo News, a possibilidade de os eventos não ocorrerem.

Antes de a Olimpíada ter a data alterada, comitês olímpicos e paralímpicos pelo mundo chegaram a anunciar que não participaram dos eventos em razão do novo coronavírus – no dia 22 de março, o Canadá foi o primeiro a se manifestar nesse sentido. Perguntado pela Agência Brasil se o CPB pensa em adotar posição semelhante caso a Paralimpíada seja mantida para 2021 mesmo sem a vacina, Conrado afirmou que a entidade não discute essa possibilidade.

“Não pensamos nisso porque acreditamos muito na responsabilidade dos movimentos olímpico e paralímpico internacionais. Tenho absoluta certeza de que se houver qualquer risco à saúde dos atletas, as nossas organizações e representações internacionais adotarão as medidas necessárias para garantir a segurança”, acredita.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) rregistrou mais de 6,2 milhões de pessoas infectadas pelo novo coronavírus no mundo, e cerca de 376 mil mortes. Ainda não há uma vacina considerada eficaz contra a doença. Na última terça-feira (2), o Governo Federal anunciou a participação do Brasil numa iniciativa internacional para produção de vacina, medicamentos e diagnósticos, que reúne mais de 44 países, empresas e entidades internacionais, entre elas, a própria OMS.

 

Edição: Cláudia Soares Rodrigues

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