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Bombeira morre após choque enquanto combatia incêndio em Brasília

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Bombeira morre enquanto apagava fogo arrow-options
Reprodução/ Corpo de Bombeiros

Bombeira morre enquanto apagava fogo

A soldado do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal Marizelli Armelinda Dias , de 31 anos, não resistiu à descarga elétrica que lhe atingiu enquanto ela combatia um incêndio em Taguatinga Norte, em Brasília , neste domingo (15)

Durante a ação, uma árvore caiu sobre fios de alta tensão. Galhos com corrente elétrica acabaram atingindo a soldado, que foi levada às pressas ao  Hospital Regional de Ceilândia (HRC) de ambulância.

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Durante o atendimento, os médicos classificaram o quadra da soldado como gravíssimo . Durante horas, vários procedimentos foram realizados para salvar a vida da bombeira, que chegou à corporação pela última turma. Ela morreu no final da tarde. 

Segundo o site Metrópoles , Zelli, como era conhecida pelos companheiros de farda, deixa um casal de filhos. 

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Universidades federais estudam soluções para retorno pós-pandemia

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UF
Agência Brasil

Universidades seguem sem previsão de retorno

O retorno às aulas após o pico da pandemia de Covid-19 no Brasil é tópico de estudo em várias das universidades federais no país. Com aulas suspensas, muitas instituições investem em conteúdos extracurriculares e Ensino à Distância, mas a maioria segue sem data de retorno definida.

A Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) estuda formas de retomar as atividades docentes de forma remota ou presencial reduzida, após a diminuição da crise sanitária provocada pela pandemia da covid-19. É para evitar o cancelamento do semestre letivo. As atividades de pesquisa e hospitalares não pararam, principalmente as ligadas ao enfrentamento do novo coronavírus.

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As aulas na universidade estão suspensas desde 16 de março, apenas uma semana após terem começado, e não há definição sobre o ingresso de alunos para o segundo semestre, já que nem a matrícula da terceira chamada do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do primeiro semestre foi concluída.

O grupo de trabalho (GT) pós-pandemia analisa as possibilidades de cenário, com base em informações colhidas pelo GT Coronavírus, em atividade desde janeiro. A reitora Denise Pires explicou, em entrevista publicada no site da universidade, que primeiro serão identificadas as disciplinas com possibilidade de serem dadas de forma remota, bem como os estudantes que não têm acesso à internet .

Já no Rio Grande do Norte, a UFRN avalia um modelo suplementar e opcional de educação durante a pandemia. De acordo com a instituição, a ideia é que os alunos não sejam prejudicados pela interrupção das aulas, considentando inclusive aqueles que estão impossibilitados de comparecer às aulas online.

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Um dos desafios, porém são as especificidades de cada curso, como por exemplo os estudantes da área de Saúde, que necessitam de práticas dentro dos laboratórios da universidade. A longo prazo, a instituição não descarta a adaptação de alunos e professores para novas metodologias de ensino remoto.

A Universidade Federal de Goiás ( UFG ) também possui um grupo de trabalho dedicado às soluções de apoio durante a pandemia. Entre as propostas, está a possibilidade de retorno escalonado à instituição de ensino, com um grupo comparecendo às aulas enquanto outro recebe ensino à distância.

A universidade também aprovou uma resolução que autoriza a realização de algumas atividades acadêmicas à distância, como defesas de Trabalhos de Conclusão de Curso ( TCC ) e ações de extensão.

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Estabelecimentos em São Paulo precisam de autorização para reabrir; entenda

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Flexibilização ocorrerá a partir do dia 1º
Veja SP/ Divulgação

Flexibilização ocorrerá a partir do dia 1º

Em coletiva on-line realizada nesta quinta-feira (28), o prefeito da capital paulista, Bruno Covas, afirmou que, com a abertura gradual da atividade econômica , os estabelecimentos que desejam reabrir precisam apresentar protocolos à prefeitura de São Paulo.

“A partir do dia 1º nós passaremos a receber propostas de protocolo que serão encaminhadas à vigilância sanitaria . Até lá, fiscalizamos o que é proibido”, afirmou.

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A prefeitura observará pré-requisitos  para que essas atividades possam ser reabertas em São Paulo. Entre eles estão a apresentação de protocolos de saúde, higiene, testagem, regras de autorregulação, regras de fiscalização, politica de comunicação dessas regras e proteção aos consumidores e funcionarios, explicou Covas. Segundo ele, a prefeitura fez a sua parte e, agora, “é a vez dos empresários”.

Os setores que terão permissão para retornarem ao funcionamento são as atividades imobiliárias, concessionárias, escritórios, comércios e shoppings centers. 

Em coletiva realizada ontem para apresentar o plano de “retomada consciente”, o prefeito Bruno Covas já havia dito que, para monitorar o funcionamento dos estabelecimentos de acordo com as regras pré determinadas , o próprio setor comercial vai auxiliar a prefeitura.

“Esse é um dos segredos de fazer os protocolos com as entidades representativas do setor, para que eles também possam ajudar com autotutela. Para que as associações também possam fiscalizar, credenciar e orientar os seus associados. A participação dessas associações também vai ajudar a prefeitura a fiscalizar . Os maiores interessados em mantermos esse índice em São Paulo, são os comerciantes.”

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