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Deputado vê falta de políticas públicas para combate ao desmatamento

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Foto: MAURICIO BARBANT / ALMT

Após o depoimento da secretaria de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti,  que durou mais de três horas no Colégio de Líderes da Assembleia Legislativa, o deputado Wilson Santos (PSDB) afirmou que está evidenciado a falta de políticas públicas que pudessem evitar a onda de queimadas que atinge o estado de Mato Grosso.

“As explicações não foram convincentes, porque a secretaria deseja ser mais realista que o rei. O governador baixou um decreto de calamidade por 60 dias e ela tentou justificar que está tudo bem e que a culpa é do clima. Na verdade, faltou à Secretaria de Meio Ambiente adotar ações preventivas para combater essa proliferação de queimadas, que compromete o clima e prejudica o setor produtivo e a saúde pública”, disse o parlamentar.

Na avaliação do deputado, que foi o autor do requerimento no Legislativo que convocou a secretaria de Meio Ambiente Mauren Lazzaretti, o governo do Estado não apresentou até o momento nenhuma ação concreta de combate às queimadas, o que é preocupante.

“Está evidente que houve um descuido e relaxamento e agora vivemos um caos com doenças respiratórias. Isso é tão grave que a ONU [Organização das Nações Unidas] convocou o governador para prestar contas. Estão se negando a realidade. Ficou evidente que a atual gestão permite relaxamentos e o avanço do desmatamento. É um discurso contraditório. A Secretaria de Meio Ambiente precisa se reorganizar e assumir o comando da política ambiental”, disse.

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Explicações – Ao responder questionamentos dos deputados estaduais na tarde de quarta-feira (12), a secretária estadual de Meio Ambiente (Sema), Mauren Lazzeretti, negou veementemente o registro de aumento do índice de desmatamento em Mato Grosso.

Na ocasião, a secretária rebateu acusações do que chamou de “informações distorcidas ou mal interpretadas” e afirmou que o aumento do desmatamento “é um fenômeno de ordem mundial”.

Durante as declarações, a secretaria citou dados do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon) de que houve uma redução de 17% no desmatamento no Estado.

“Nós herdamos um período de cinco meses da gestão anterior, porque o período de apuração do desmatamento é do início de agosto de um ano até o final de julho do outro ano. Então o período de apuração referente a 2018 até 2019, apontou que Mato Grosso é um dos únicos estados da Amazônia Legal que reduziu o desmatamento”, afirmou.

Questionada sobre as queimadas que devastam áreas verdes em Mato Grosso, a secretária classificou o fato como “atípicas e acima da média” e afirmou que o problema é mundial, citando casos de países como a Sibéria, Malásia e Indonésia.

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“Não é um problema exclusivamente brasileiro. O mundo está queimando, a Sibéria que é o país mais gelado do mundo está queimando e isso assusta a todos”.

Por outro lado, reconheceu que a estrutura existente não é suficiente para o combate às chamas.

“Dos estados da Amazônia Legal, nós somos o que tem a melhor estrutura, mas ela não é suficiente. Nós não tínhamos como prever uma estiagem longa e condições climáticas atípicas”, esclareceu.

Na última segunda-feira (9), o governador Mauro Mendes (DEM) decretou situação de emergência em Mato Grosso por conta das queimadas.

A medida tem validade de 60 dias, podendo ser prorrogada e permite a aquisição de  bens e materiais necessários para prevenção e combate aos incêndios e à manutenção dos serviços públicos nas áreas atingidas pelas queimadas, sob dispensa de licitação.

Fonte: ALMT
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Delegado Claudinei faz solicitações à Secretaria de Cultura, Esportes e Lazer

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Foto: SANDRA LUCIA RODRIGUES COSTA

Com demandas nas áreas esportiva, cultural e social, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) se reuniu na tarde da última quinta-feira (19) com o secretário-adjunto de Esporte e Lazer, Jefferson Neves. Quem também participou da reunião foi a coordenadora de Esportes de Rondonópolis, Roseane Prado, o vereador por Jaciara, professor Adnan e a secretária de Educação de Jaciara, Ana Paula Bueno, além dos tenentes do Corpo de Bombeiros Militar, Ednaldo e Geová.

“Nessa reunião, o secretário-adjunto esclareceu que, dentro de poucos dias, o Estado disponibilizará materiais esportivos para vários municípios, dentre eles, Rondonópolis. Aproveitamos, e também apresentamos outras demandas que recebemos dos municípios”, adiantou o Delegado Claudinei.

Conforme o secretário Jefferson Neves, foi aprovada uma ata de aquisição de materiais esportivos para a Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), que está prevista para o mês de outubro e deverá beneficiar vários municípios mato-grossenses. “O recurso é da ordem de 410 mil advindos do Fundo de Desenvolvimento Esportivo do Estado de Mato Grosso (Funded-MT) e deverá ser liberado nos próximos 30 dias”, afirmou Neves.

“Gostaria de agradecer o deputado Delegado Claudinei por nos dar atenção, temos em Rondonópolis muitos projetos de iniciação esportiva e estamos nos sentindo abraçados por vocês e muito felizes pela novidade de que deveremos receber materiais esportivos”, disse Roseane Prado.

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OUTRAS DEMANDAS – Na oportunidade, o parlamentar solicitou equipagem do projeto social Bombeiros do Futuro em Alto Araguaia e apoio para o projeto social de musicalização e capacitação profissional para instrumentistas de sopro, percussão, teclas e cordas em Jaciara. E também falou do projeto social 2º Cine Cidadania – Humor com Atitude, numa parceria com a dupla artística Nico e Lau, para levar cinema, humor e palestras nos bairros periféricos.

INDICAÇÃO ACADEMIA AO AR LIVRE – O deputado também apresentou a indicação de academias ao ar livre para os assentamentos Márcio Pereira, Nova Catanduva, Padre Josimo e Povoado do Alto Bandeirante no município de São Jose do Povo.

Fonte: ALMT
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Audiência debate alergia alimentar e normas para cantinas nas escolas em Mato Grosso

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

As formas de detecção da alergia alimentar foi tema de audiência pública realizada na manhã de sexta-feira (20), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. O objetivo do evento, de iniciativa do deputado Dr. Eugênio (MDB), foi levantar propostas para a criação de um projeto de lei que traga a implementação normas ao fornecimento da alimentação servida nas escolas públicas ou privadas, atendendo a restrição de cada aluno. Outra proposta levantada após o debate foi a criação de um comitê como Centro de Referência de Apoio às Crianças com alergia alimentar.

O deputado Dr. Eugênio destacou que a alergia alimentar é uma situação cotidiana, de rápida detecção, uma vez que se configura como uma reação do sistema imunológico logo após a ingestão de um determinado alimento. Mesmo uma pequena quantidade, a ingestão de algo que cause alergia desencadeiam sinais e sintomas, que costumam variar de gravidade.

“O grande desafio que temos hoje é fazer exatamente com que as pessoas entendam a dimensão dos problemas envolvendo a alergia alimentar. É levar informação às famílias e ao governo, pórque há como se prevenir de maiores transtornos. É fazer com que todos os grupos envolvidos nessa temática formar, posteriormente, uma associação forte com políticas públicas sobre o tema. Por meio da discussão e conscientização vamos mostrar a importância desse tema para todas as escolas de Mato Grosso e também a sociedade”, explicou o parlamentar.

Como se trata de um tema importante na atualidade, a defensora da conscientização da alergia alimentar em Mato Grosso, Leda Alves tomou a iniciativa de levar a ideia até ao deputado para debater com a sociedade. De acordo com Leda, “por meio do debate queremos trazer à tona o assunto para darmos início a implementação de nossas solicitações”, destaca ela.

Na oportunidade Leda Alves falou que as escolas precisam estabelecer um protocolo alimentar para que elas trabalhem em inclusão.

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“Ao mesmo tempo, precisamos de capacitação tanto para os profissionais dessas escolas, como diretores e professores, assim como para as famílias. O essencial neste momento, a curto prazo, é justamente essa implementação da inclusão das crianças nas escolas por meio de uma alimentação que atenda as restrições alimentares delas”, indica ela.

Para o deputado Dr. João José (MDB) por ser considerada um problema de saúde pública, a alergia alimentar, deve ser debatida como uma das principais pautas de políticas públicas de educação, de assistência, de saúde e alimentação. Ele argumentou que as crianças passam o maior tempo envolvidos dentro das escolas e por isso, defende criação de projeto de lei para combater o problema.

“Trata-se de um tema extremamente importante para a sociedade. É uma iniciativa que precisa partir da Assembleia Legislativa com o propósito de criar um projeto de lei para implementação de alimentações adequadas em escolas públicas e privadas”, propõe ele.

A presidente do Grupo de Celíacos de Mato Grosso, Sílvia Jecev comentou que tratam-se de pessoas que não digerem o glútem, que são o trigo, cevada e aveia.

“Nossa maior dificuldade hoje é encontrar profissionais especializados que entendam e possam tratar a gente. É uma doença sem cura e quando não tratada de forma adequada pode levar a óbito. Precisamos desde um atendimento gastro até ao psicológico, e ainda, uma capacitação para equipe de âmbito escolar para poder saber e também atender os alunos. Enquanto parente não temos o peso de um profissional para poder essa capacitação adequada”, ensina ela.

Uma das saídas propostas pelo deputado Wilson Santos (PSDB) é criar um projeto de apoio para nutrição adequada para essas crianças nas escolas. “É uma audiência que tem um tema fundamental onde é debatido em todas as escolas públicas e privadas do Brasil. Um debate que tem pessoas que passam de forma invisíveis pelo Estado, que está de costas para elas. O Parlamento de Mato Grosso é o que está mais avançado neste quesito. Temos que preparar  o Estado para que ele ofereça acolhimento a essas pessoas. Essa luta pelas minorias é importante”, indicou Santos.

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A coordenadora estadual do Movimento Orgulho Autista Brasil (Moab), Hamara Elizabeth Sarmento Ferreira, advertiu que a audiência é de extrema importância porque abre portas e caminhos para fortalecer o grupo em busca de melhorias nas escolas.

“O autismo e alergia alimentar são dois segmentos totalmente interligados. Estamos aqui tentando juntar esses lados para que possamos ter êxito de agora em diante e mais abertura para os alérgicos”, mostrou ela.

Representando o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, durante a audiência, a enfermeira Luci Emília Grzybowski Oliveira disse que o Estado trabalha com o objetivo da instalação de uma clínica especializada para tratamento de crianças com alergias alimentares.

Ela comentou que uma das alternativas imediatas para a instalação do Centro de Referências está ligada à Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), criada pela lei nº 12.401 de 28 de abril de 2011, que dispõe sobre a assistência terapêutica e a incorporação de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único de Saúde.

“Ainda está no início, mas tendo em vista maior a necessidade de resolver esse problema imediatamente, o governo trabalha com agilidade, pois Mato Grosso precisa de um Centro de Referência para tratamento dessa doença”, receitou Luci Emília.

Fonte: ALMT
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