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“Brasil não está queimando a floresta”, diz Ernesto Araújo nos EUA

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Ministro das Relações Exteriores Ernesto Araújo arrow-options
Alan Santos/PR – 2.7.19
Ministro Ernesto Araújo fala sobre crise ambiental no Brasil em palestra nos Estados Unidos

O ministro brasileiro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, contestou nesta quarta-feira (11), em Washington (Estados Unidos), os conteúdos de relatórios de instituições preservacionistas que atribuem ao Brasil responsabilidade pela crise ambiental do planeta.

Em palestra na Fundação Heritage, que tem sede na capital norte-americana, o chanceler afirmou que o Brasil “não está queimando a floresta” e que os incêndios “estão na média”. Segundo o ministro, a devastação que ocorre na Amazônia é responsável por apenas “2% das emissões de CO2 em todo o mundo”.

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O ministro avaliou que as razões apontadas como origem da crise ambiental planetária “não estão corretas”. “Mesmo que assumamos que a emissão de CO2 controla diretamente a temperatura, o Brasil não é culpado”, disse. Ele acrescentou que, mesmo que as emissões de CO2 fossem diretamente responsáveis pelo aumento da destruição da natureza, “isso não significa que há uma crise de clima”. Segundo o chanceler, na visão dos críticos, essa explicação “não importa”.

Segundo Ernesto Araújo, muitos dizem que a grande ameaça ao Brasil e a outros países é a “mudança climática”. De acordo com o chanceler, o grande desafio não é a mudança climática e sim a “ideologia”.

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Durante a palestra, o ministro afirmou que o Brasil se encontra em uma posição no mundo “em que jamais esteve”. Isso decorre, segundo ele, do processo global que influenciou os brasileiros, que começaram a ir “espontaneamente às ruas”. Ele afirmou que esse movimento ainda está “crescendo”, porque luta contra a corrupção e contra o sistema econômico e político que não entrega “serviços e oportunidades”.

O chanceler comparou a situação anterior à eleição de Jair Bolsonaro à do país de hoje. Ele afirmou que a economia brasileira era fechada e submissa ao globalismo então vigente.

Hoje, de acordo com o ministro, o Brasil está criando “o amálgama liberal-conservador”. “Liberal no sentido de liberalismo econômico. Nesse amálgama, temos a primeira chance jamais ocorrida antes de fazer funcionar uma economia realmente próspera dentro de uma sociedade saudável e confiante”, completou.

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Em publicação no Twitter, o ministro destaca que, durante a palestra sobre o Brasil, falou sobre “a perda da dimensão simbólica do ser humano, que está na raiz da dominação ideológica contra a qual Jair Bolsonaro e Donald Trump se insurgem e que deturpa o debate ambiental”.

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Fonte: IG Nacional

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Homem invade shopping dirigindo SUV e destrói porta de loja nos EUA; assista

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Reprodução
Homem invadiu shopping dirigindo SUV nos Estados Unidos

Um homem invadiu o shopping Woodfield Mall, em Chicago, nos Estados Unidos, dirigindo um veículo e destruiu a porta da “Sears”, e ficou circulando pelos corredores, assustando as pessoas que estavam no local.

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Apesar do susto, todos clientes conseguiram escapar do shopping e ninguém ficou ferido. O motorista foi preso pela polícia ainda nas dependências do prédio. Após o incidente, o local foi evacuado como medida de segurança.

Assista o momento da invasão 


Fonte: IG Nacional
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Política de Bolsonaro diminui interesses em causas de direitos humanos

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Renato Costa / FramePhoto / Agência O Globo
Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto


O Brasil vai se acostumado aos horrores dos tempos bolsonaristas. Basta ver como o País recebeu o incêndio do hospital no Rio de Janeiro. A comoção foi pequena. O presidente se omitiu. O ministro da Saúde sequer se deslocou ao local da tragédia. Tudo foi tratado como se fosse um dado da natureza, como um furacão ou um terremoto, e não um produto da inépcia humana, de autoridades omissas, de um sistema hospitalar mercantilizado, de um País que vai perdendo a capacidade de se revoltar, que prefere a indiferença.

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Este processo tem história. Evidentemente que não começou com a posse de Jair Bolsonaro . Mas foi agravado pela sua política neofascista, pelo desprezo aos direitos humanos, pelo culto à violência. O que dizer de um presidente que simula um revólver com a mão? Não é um incentivo ao ódio? A resolver divergências pela força?

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Jair Bolsonaro levou ao Palácio do Planalto os métodos adotados durante três décadas como parlamentar. É de conhecimento público que na capital fluminense não estão claros os limites da legalidade com a ilegalidade. Foram estabelecidas relações perigosas entre criminosos e políticos. Com o passar do tempo, a linha imaginária que separa a lei do crime foi ficando tênue. Acabou ocorrendo uma aproximação “natural” que favoreceu ambos os lados. Os criminosos adquiriram status de participantes da sociedade civil e, consequentemente, buscaram interlocutores na esfera política. Já os parlamentares receberam com prazer este interesse, que beneficia seus negócios — no sentido amplo — e permite uma aliança no momento das eleições.

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Assim, não é acidental a proximidade do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro com o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, milícia que domina a comunidade de Rio das Pedras. Nóbrega foi expulso da PM e condenado a 19 anos de prisão. Está foragido. Mas foi homenageado pelo filho de Jair Bolsonaro com a Medalha Tiradentes, principal condecoração do estado.

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Esta forma particular de fazer política, típica da desmoralização das instituições democráticas, foi levada para Brasília. E em apenas nove meses contaminou ainda mais o corpo já enfraquecido do Estado brasileiro. O enfado, a indiferença e a falta de perspectiva política colaboram para transformar a barbárie em algo inevitável — para alguns, aceitável. Assim, é possível entender o bolsonarismo como produto social e não de um indivíduo.

Truculência na política, desmoralização das instituições e indiferença criaram as condições para a barbárie que nos assola. O bolsonarismo não é fruto de um indivíduo, mas um produto social.

Fonte: IG Nacional
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