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Procon manda Palmeiras retirar rede do setor de visitantes do Allianz Parque

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Rede do setor de visitantes do Allianz Parque arrow-options
Reprodução / Fluminense

Rede do setor de visitantes do Allianz Parque incomodou torcedores do Fluminense

O Procon esteve presente na partida entre Palmeiras e Fluminense, pelo Campeonato Brasileiro, para verificar as condições de visão do setor de visitantes do Allianz Parque, e determinou que o clube paulista troque a rede que vem sendo usada por algum outro material.

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De acordo com o órgão, a rede presente no setor de visitantes do Allianz Parque não bloqueia a visão do jogo, mas atrapalha e impede parcialmente a visão do gramado, o que tem causado inúmeras reclamações de torcedores que visitam o estádio.

Em reunião com o clube, ficou decidido que a rede será substituída por um material mais apropriado. Outra atitude definida pela diretoria palmeirense foi dar um desconto de R$ 20 aos torcedores que comprarem ingressos para o setor de visitantes .

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Confira a nota do Procon na íntegra

O Procon-SP, vinculado à Secretaria da Justiça e Cidadania, por meio de uma equipe de fiscalização, do diretor executivo, Fernando Capez e do diretor de fiscalização, Carlos César Marera, compareceu ontem (10/9) ao Allianz Parque, estádio do Palmeiras, durante o jogo Palmeiras x Fluminense. O objetivo foi averiguar a rede de proteção da torcida visitante.

A fiscalização, que esteve no setor numerado correspondente à torcida do Fluminense, pôde verificar que, embora não bloqueie a visão do jogo, a rede atrapalha e impede parcialmente a visualização do gramado. Inclusive, na ocasião, vários torcedores reclamaram.

Em reunião com o representante do Palmeiras, também na noite de ontem, ficou acertado que a rede será substituída por outra de material mais adequado. Além disso, o clube está promovendo um desconto de R$ 20,00 para quem comprar ingressos no referido setor.

Na oportunidade, o Procon-SP também reuniu-se com representantes da Polícia Militar do Estado de São Paulo para discutir a questão.

O Procon-SP seguirá acompanhando a situação e cobrará do Palmeiras a colocação de rede com material que não atrapalhe, ainda que parcialmente, a visão do gramado; na impossibilidade dessa opção, será solicitado a promoção de um desconto maior, que de fato compense financeiramente o desconforto causado.

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Fluminense protesta contra a rede

Último adversário do Palmeiras no Allianz Parque, o Fluminense emitiu uma nota oficial repudiando a utilização da rede de proteção no estádio do Verdão. O Tricolor ressaltou que é fundamental que o material seja retirado e que os preços dos ingressos sejam reduzidos para que haja maior respeito para com o torcedor visitante.

“O Fluminense Football Club, no exercício da defesa de sua torcida, repudia a instalação de rede de proteção no setor de visitantes do Allianz Parque. 

Eventual solução que não seja a retirada da rede, tal como a aventada redução do valor dos ingressos para visitantes, não resolverá o problema causado, tampouco afastará a descabida presunção de que os torcedores visitantes objetivam atirar objetos na torcida local.

O Fluminense espera que, em respeito aos torcedores de todos os clubes do país, seja revisto este tratamento diferenciado e injustificado entre torcida local e visitante”, diz a nota do clube carioca sobre a rede do Allianz Parque.

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Washington Redskins anuncia que vai mudar de nome

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Uma das maiores franquias da Liga de Futebol Americano nos Estados Unidos (NFL, na sigla em inglês) vai mudar de nome. Em comunicado oficial, o Washington Redskins anunciou nesta segunda-feira (13) que vai mudar o nome e o escudo após uma revisão completa da marca.

A possível mudança de nome do Washington Redskins não é novidade. Há décadas que ativistas fazem campanha contra o que se considera uma perpetuação de estereótipos negativos dos povos nativos da América do Norte. O argumento é que Redskins (peles vermelhas, em tradução livre) traz conotação preconceituosa e remete à época de extermínio de indígenas por mercenários.

A pressão para a mudança aumentou muito nos últimos dias, principalmente após a morte de George Floyd. A FedEx, principal patrocinadora dos Redskins, teria exigido a mudança do nome e do logotipo. Outras patrocinadoras, como Pepsi e Nike, também estariam pressionando a franquia.

Em 2013, o presidente do Washington Redskins, Dan Snyder, chegou a afirmar que nunca mudaria o nome do time. Porém, o comunicado desta segunda-feira (13) confirmou a alteração.

“Em 3 de julho, anunciamos o início de uma revisão completa do nome desta equipe. Como parte desse processo, queremos manter nossos patrocinadores, fãs e comunidade informados de nosso pensamento à medida que avançamos. Hoje, anunciamos que retiraremos o nome e o logotipo dos Redskins após a conclusão desta revisão. Dan Snyder e o técnico Rivera [Ron Rivera, técnico da equipe] estão trabalhando em estreita colaboração para desenvolver uma nova abordagem de nome e design que vai melhorar nosso orgulho e tradição da nossa rica franquia e vai inspirar nossos patrocinadores, fãs e comunidade pelos próximos 100 anos”.

A franquia nasceu em 1932, na cidade de Boston (Massachusetts) com o nome de Boston Braves. No ano seguinte, passou para Boston Redskins. Em 1937, a equipe se mudou para Washington e, desde então, passou a adotar o nome Washington Redskins.

Edição: Fábio Lisboa

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Mundial por equipes de tênis de mesa é confirmado para início de 2021

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A Federação Internacional de Tênis de Mesa (ITTF, na sigla em inglês) anunciou que o Campeonato Mundial por equipes da modalidade será disputado entre 28 de fevereiro e 7 de março do ano que vem em Busan (Coreia do Sul). A competição teve a data definida após ser adiada duas vezes, por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

Inicialmente, o Mundial ocorreria entre 22 e 29 de março, mas teve que ser remarcado para o período de 21 a 28 de junho. Como a situação da pandemia não se normalizou no mundo, a ITTF adiou o evento para 2021, deixando a decisão sobre a data para a reunião do Comitê Executivo da entidade, realizada na última sexta (10).

Para a sequência da temporada, a federação admite, em nota oficial, a probabilidade cada vez menor de realizar eventos internacionais em 2020 e que priorizará torneios regionais, adequados às restrições de viagem impostas pela pandemia. As competições, segundo a ITTF, serão disputadas em bolhas, com isolamento de locais e pessoas envolvidas.

O último Mundial foi disputado em Halmstad (Suécia) em 2018. A seleção masculina, atualmente a sexta do ranking da ITTF, chegou às quartas de final, caindo para a vice-campeã Alemanha. Já a feminina, 25ª do mundo, foi superada na primeira fase. As duas equipes estão classificadas para a Olimpíada de Tóquio (Japão), que também será no ano que vem.

O tênis de mesa do país vive o melhor momento na modalidade, com seis atletas entre os 100 melhores do mundo. Entre os homens, ocupam o top 100: Hugo Calderano (6º), Gustavo Tsuboi (44º), Vitor Ishiy (58º), Thiago Monteiro (84º) e Eric Jouti (88º). Bruna Takahashi, por sua vez, é a 47ª do ranking mundial feminino.

Edição: Fábio Lisboa

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