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''TRAGÉDIA NO AR''

Justiça arruma cela especial para madrasta que matou enteada envenenada; Menina era chamada de gorda e não podia tomar leite

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FONTE RAFAEL MEDEIROS | O BOM DA NOTÍCIA

A madrasta Jaira Gonçalves de Arruda Oliveira, 42 anos, teve a prisão mantida pela Justiça e foi encaminhada para uma cela segura, na Penitenciária Ana Maria do Couto May, para evitar contato com as demais presas, preservando sua integridade física. Jaira foi presa nesta segunda-feira (09), em sua casa, no Coxipó. Ela é a principal suspeita de ter envenenado a enteada Mirella Poliane Chue de Oliveira, 11 anos, a ‘conta-gotas’ até matá-la. Jaira queria ficar com a herança da enteada, no valor de R$ 800 mil.

Em seu depoimento que O Bom da Notícia teve acesso, Jaira negou o crime. Disse que convive com o pai de Mirella desde que a menina tinha 2 anos e narrou os problemas de saúde que a menina passou a apresentar pouco antes da morte, a partir de 17 de abril, como dor de cabeça, tontura, dor na barriga e vômito. A mulher chegou a insinuar que a morte da enteada poderia estar relacionada a alguma negligência médica, pois ela passou por diversos hospitais e nenhum médico chegou a um laudo conclusivo.

Foram quase 2 meses de várias internações, inclusive na UTI, até o falecimento no dia 13 de junho deste ano

Segundo a Polícia Civil foram dois meses de sofrimento e tortura com internações hospitalares, ao todo nove, quando Mirella ficava de 3 a 7 dias internada e melhorava, pelo fato de não tomar o veneno. “Ela melhorava no hospital e piorava em casa. O veneno era aplicado de forma muito pequena, para não chamar atenção em caso de morte”, disse o delegado Wagner Bassi Júnior.

“Essa menina sofreu muito na vida. A mãe morreu no parto e não chegou a conhecer a filha. Em virtude da morte da mãe, ela recebeu a indenização que começou a ser pago no ano passado. Os avós paternos, que a criaram, faleceram ano passado. Em virtude disso ela foi morar com o pai e a madrasta”, explicou o delegado.

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Criança era milionária

Durante a investigação, a Polícia Civil descobriu que, recentemente, a menina recebeu uma indenização milionária devido à morte da mãe dela durante o parto. A ação foi movida pelos avós maternos. Poliane Chue Oliveira, na época com 22 anos, teve uma forte hemorragia durante o parto.

A morte ocorreu na manhã de 22 de novembro de 2008, logo após o nascimento de Mirella. Após 10 anos o processo foi encerrado contra o hospital. O valor da indenização foi de R$ 800 mil, incluindo os descontos de honorários advocatícios.

Parte do dinheiro ficaria depositado em uma conta para a menina movimentar somente na idade adulta, após os 24 anos.

A Justiça autorizou que fosse usada uma pequena parte do dinheiro para despesas da criança. O pagamento da ação iniciou este ano. Até 2018, a menina era criada pelo avós paternos. Em 2017, a avó morreu e, no ano seguinte, o avô faleceu também, passando a garota a ser criada pelo pai e madrasta.

Morrendo aos poucos 

Testemunhas e vizinhos já ouvidos, disseram que a garota queixava muito da madrasta. Teve um dia que Mirella disse a uma vizinha que a madrasta estava chamando ela de gorda e que por isso a proibiu de tomar leite.

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Em uma das últimas visitas às amigas, chegou a chorar, dizendo que estava ficando cega, quando passou a vomitar um líquido vermelho. Mas a madrasta a proibiu de dar qualquer remédio, alegando que a menina já estava em tratamento. Foram, ao todo, nove internações em dois meses. Ela recebia diagnósticos de infecção, pneumonia e até meningite. Na última vez em que foi parar no hospital, a menina não andava, não falava, apenas espumava pela boca.

“Uma coisa é você matar uma pessoa envenenada, outra é envenenar um pouco a cada dia, convivendo com a pessoa e vendo os sintomas, que eram sérios. A menina vomitava, espumava pela boca, desmaiava, tinha falta de ar, não conseguia falar, não conseguia andar e não controlava as fezes. É uma coisa muito feia de se ver, e ainda assim ela se manteve firme no propósito e a matou lentamente”, disse o delegado.

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Ladrão que PM matou era violento e roubou carro de pastora

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Regielton Arruda Luiz da Silva, de 20 anos, conhecido como Fumacinha, morto após trocar tiros com a Força Tática da Polícia Militar na ponte Sérgio Mota nesta quinta-feira (19), tinha um histórico vasto criminal.  Ele possuía mais de 10 passagens e agia com “extrema violência” nos roubos que praticava.  De acordo com o coronel Marcos Sovinski, Comandante no 2º Comando Regional da Polícia Militar, Fumacinha foi preso na semana passada após roubar um carro na Beira Rio. Com 20 anos, já colecionava passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de arma, roubo e furto.Nesta quinta-feira, ele e o comparsa, identificado como Renato Alves de Bessa, renderam uma pastora na Avenida Beira Rio e roubaram a caminhonete dela.

Em seguida, fugiram sentido a ponte Sérgio Mota, que liga Cuiabá a Várzea Grande. O tiroteio ocorreu quando os criminosos fugiam da abordagem da Força Tática. Fumacinha foi baleado e morreu na unidade de saúde. Nas diligências, a Polícia Militar localizou um veículo branco no bairro Jardim das Oliveiras. Dentro, havia roupas pretas e masculinas. O carro [e suspeito de dar apoio a ação da dupla. O comparsa Renato foi preso e levado para Cisc Parque do Lago. O caso deve ser repassado a Polícia Civil que vai apurar o envolvimento de outros suspeitos.

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Mãe vai tomar banho de rio com filhos e encontra dois corpos em mata

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Dois corpos, ainda não identificados, foram encontrados por uma mulher próximo a Escola Agrícola, na tarde de quinta-feira (19), na cidade de Mirassol D’Oeste (290 km de Cuiabá). Policiais militares informaram que receberam denúncias de que ao lado da represa, havia dois corpos em avançado estado de decomposição, em uma região de mata, aparentando ser duas pessoas do sexo masculino.Rapidamente, os PMs foram ao local e confirmaram a denúncia.

Na região, havia uma mulher, que não teve o nome revelado, a qual relatou que foi à represa com seus filhos e durante o percurso, sentiu um forte odor.Ao se aproximar do local, a mulher constatou que se tratava de dois corpos.Os cadáveres foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para ser realizado exames de necropsia e identificação.Até a publicação da matéria, ninguém havia sido preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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