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Saúde

Cristo Redentor e mais três prédios recebem iluminação amarela no Rio

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Quatro pontos da cidade do Rio de Janeiro receberam na noite desta terça-feira (10) iluminação amarela, marcando a passagem do Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio. A data faz parte do Movimento Setembro Amarelo, criado há quatro anos, com o objetivo de chamar a atenção da sociedade para o suicídio. A ação tem a parceria do Centro de Valorização da Vida (CVV).

No centro do Rio, tiveram iluminação especial o Palácio Tiradentes (sede da Assembleia Legislativa do estado) e o prédio da Central do Brasil. Na zona norte, o Castelo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e, no Alto da Boa Vista, dentro do Parque Nacional da Tijuca, o Cristo Redendor.

Também hoje, a Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos promoveu uma série de ações de divulgação da campanha Setembro Amarelo em diferentes pontos da cidade. Idosos que participam de  projetos da prefeitura usaram roupas amarelas para distribuir panfletos com informações e chamar a atenção para a necessidade de prevenção do suicídio.

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Em Botafogo e na Lagoa, na zona sul da cidade, professores do projeto Rio ao Ar Livre deram aulas de ginástica. No Parque Lage, no Jardim Botânico, outro grupo participou de uma roda de conversa com o psiquiatra Hugo Fagundes, superintendente de Saúde Mental da prefeitura.

Segundo o psiquiatra, o Brasil nunca apresentou um número considerável de suicídios, mas hoje os registros vêm crescendo e se tornando preocupantes. “Quando alguém entra em sofrimento, a primeira coisa a fazer é conversar. Não adianta dar conselho, tem que oferecer ajuda. Precisamos uns dos outros para formar uma rede de sustentação para nós mesmos”, disse Fagundes.

O titular da Secretaria Municipal de Envelhecimento Saudável, Qualidade de Vida e Eventos, Felipe Michel, ressaltou que políticas públicas voltadas para a prevenção do suicídio são essenciais.

“A depressão, uma das causas do suicídio, ainda é um tabu no nosso país. Muitas vezes, as pessoas que sofrem desse mal não são levadas a sério, não procuram tratamento e veem a possibilidade de acabar com a vida como única opção. Os governos precisam dar informações, suporte e estrutura para elas. Só assim o número de casos pode diminuir”, alertou o secretário.

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Edição: Nádia Franco
Fonte: EBC
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Saúde

Painel internacional diz que estamos despreparados para nova epidemia mundial

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O Conselho de Monitoramento para a Preparação Global (CMPG), publicou seu primeiro relatório sobre a saúde no mundo. O documento é menos otimista do que muitos esperavam e faz um alerta importante: estamos sob ameaça de novas doenças pandêmicas e não há preparo para elas. 

Epidemias podem se espalhar rapidamente no mundo arrow-options
BBC
Mais de 600 amostras de sangue de pacientes da Guiné serão analisadas

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De acordo com o painel – montado em conjunto pelo Banco Mundial e Organização Mundial de Saúde (OMS) –  epidemias como ebola, gripe e sars estão cada dia mais difíceis de gerenciar devido ao cenário de longos conflitos e imigração forçada. 

“Um patógeno rápido teria potencial de matar dezenas de milhões de pessoas, desorganizando economias e prejudicando a segurança nacional”, diz um trecho do relatório. 

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O documento ainda critica a ação dos países contra o surto de ebola que devastou a África Ocidental entre os anos de 2014 e 2015 e diz que “por muito tempo, permitimos que se instalasse um ciclo de pânico e negligência quando há epidemias”.

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Outra preocupação do Conselho de Monitoramento seria a velocidade com que, hoje, as doenças podem se espalhar através do grande fluxo de pessoas em aviões. Um surto equivalente à gripe espanhola, por exemplo – doença que matou 50 milhões de pessoas em 1918 – hoje poderia se espalhar por diferentes países e deixar até 80 milhões de vítimas fatais em menos de 36 horas. 

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O documento faz um apelo aos governos e pede que seja dada a necessária atenção “às lições que esses surtos estão nos ensinando”, além de um maior investimento para fortalecer sistemas de saúde e pesquisas. Também existe uma lista de propostas e soluções que podem ser adotadas pelos países para reduzir os danos de novas epidemias.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

5 cuidados básicos para sobreviver às mudanças de tempo sem ficar doente

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A combinação entre baixa umidade do ar e mudanças de tempo pode ser hostil para o sistema respiratório de muita gente. Com previsão de mais uma queda brusca de temperatura para este fim de semana em São Paulo, quem vive na cidade já procura maneiras de diminuir o desconforto e o risco de contrair doenças.

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Mudanças no tempo podem agravar problemas respiratórios

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De acordo com a médica otorrinolaringologista Maura Neves, os problemas – que vão desde o agravamento de alergias até infecções virais – acontecem devido a uma espécie de “sobrecarga” nas funções do corpo.

“É um estresse para o sistema respiratório, que precisa adaptar-se às novas condições de umidade e temperatura. Além disso, o tempo seco prejudica as defesas do nariz por causa do muco ressecado, o que abre portas para algumas infecções”, explica. 

Diminuir os riscos e o desconforto do temido “efeito gangorra”, porém, é possível com alguns cuidados simples. Veja quais são: 

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1. Beba água! 

A dica parece simples, mas de acordo com Maura Neves é justamente nisso que muita gente descuida. Principal fonte de hidratação, a ingestão de água ainda é fundamental para repor os líquidos que, durante o tempo seco, sempre são perdidos para o ambiente.

2. Faça lavagens nasais 

Para limpar as impurezas do ar, umidificar as vias nasais e garantir o conforto pelo melhor funcionamento do nariz, a dica é lavá-lo com soluções salinas ou soro fisiológico . “É ideal para diminuir o desconforto de pessoas alérgicas ou não. A lavagem pode ser feita de duas a três vezes por dia”, recomenda a profissional.

3. Umidifique o ambiente 

Umidificadores, bacias com água dentro do quarto ou até mesmo uma toalha molhada na cabeceira da cama podem garantir uma noite mais tranquila. Para quem é adepto de melhorar o ambiente com recipientes cheios d’água, porém, a médica alerta: “Não adianta uma bacia muito cheia d’água, porque o mais importante é que ela evapore. Um prato com água ou bacia rasa são ideais para deixar o cômodo mais úmido”.

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4. Não descuide da alimentação 

Outra orientação básica, mas fundamental. A profissional destaca que “não é possível olhar o corpo como partes separadas. Independente das mudanças de tempo ou umidade do ar, o sistema respiratório depende do bom funcionamento de todas as outras partes” e, por isso, um prato colorido e equilibrado não pode ficar de fora! 

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5. Lave as mãos 

Muitas das crises alérgicas e infecções são ocasionadas por microorganismos que são levados das mãos para o resto do corpo. Para evitar complicações, ainda mais com as mudanças de tempo , é importante não descuidar da higiene das mãos. “Caso não seja possível lavar com água e sabão, o álcool gel também é uma boa opção nos momentos de pressa”, recomenda Maura.

Fonte: IG Saúde
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