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''TRAGÉDIA NO AR''

Menina de 11 anos morta envenenada não andava, não falava e espumava pela boca; madrasta agiu sozinha, pai não sabia

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Envenenada pela madrasta durante dois meses e morta, Mirella Poliane Chue de Oliveira, 11 anos, não andava, não falava, tinha vômitos, diarreias e espumava pela boca durante todo período do envenenamento. A madrasta, Jaira Gonçalves de Arruda, 42 anos, foi presa pela Polícia Civil na manhã desta segunda-feira (09). O delgado Francisco Kunze disse que nunca viu nada parecido e que a agressora se manteve fria no propósito de matar a enteada.

“Uma coisa é você matar uma pessoa envenenada, outra é envenenar um pouco a cada dia, convivendo com a pessoa e vendo os sintomas, que eram sérios. A menina vomitava, espumava pela boca, desmaiava, tinha falta de ar, não conseguia falar, não conseguia andar e não controlava as fezes. É uma coisa muito feia de se ver, e ainda assim ela se manteve firme no propósito e a matou lentamente”, disse o delegado.

“Uma coisa é você matar uma pessoa envenenada, outra é envenenar um pouco a cada dia, convivendo com a pessoa e vendo os sintomas, que eram sérios. A menina vomitava, espumava pela boca, desmaiava, tinha falta de ar, não conseguia falar, não conseguia andar e não controlava as fezes. É uma coisa muito feia de se ver, e ainda assim ela se manteve firme no propósito e a matou lentamente”, disse o delegado.

O interesse do assassinato, conforme investigação da Delegacia de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Deddica) era uma herança de R$ 800 mil, a título de indenização, pela mãe da garota ter morrido no parto devido a um erro médico. Caso lembra história de ficção, do filme O Sexto Sentido, da década de 90.

Ao ser presa, a madrasta ficou em silêncio.

A morte

No dia 14 de junho de 2019, a vítima Mirella Poliane Chue de Oliveira morreu de causa até então indeterminada. A vítima deu entrada em um  hospital particular, já em óbito. Inicialmente houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, pois, havia inchaço na genitália, mas depois foi descartado o abuso durante a necropsia do Instituto de Medicina Legal (IML), da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

A Politec colheu materiais para exames complementares. Nos exames realizados pelo Laboratório Forense, mediante Pesquisa Toxicológica Geral, foram detectados no sangue da vítima duas substâncias, uma delas veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

“Essa substância não é encontrada em medicamentos, portanto, sua ingestão por humanos somente pode ocorrer de forma criminosa. Os sintomas da sua ingestão são: visão borrada, tosse, vômito, cólica, diarreia, tremores, confusão mental, convulsões, etc.”, explicaram os delegados Francisco Kunze e Wagner Bassi.

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Todas as vezes que a menina passava mal era socorrida e levada ao hospital, lá ficava internada 3 a 7 sete dias e melhorava, em razão de ter cessado a administração do veneno. Mas ao retornar para casa, voltava a adoecer novamente. O sofrimento durou cerca de dois meses, em que a menina ficou internada por nove vezes em hospitais particulares.

 

 

Parece conto da Branca de Neve, mas não é! Aconteceu em Cuiabá. A Delegacia Especializada de Defesa da Criança e do Adolescente (Deddica) prendeu nesta segunda (9) uma mulher de 42 anos, acusada de envenenar e matar a enteada de 11 anos em junho deste ano, de olho em uma herança de R$ 800 mil. Segundo a Polícia Civil, com doses diárias de veneno de venda proibida em dois meses Jaira Gonçalves de Arruda matou a menina de gota a gota.

Segundo a Deddica o crime teve incío em abril e a menina, Mirella Poliana Chue de Oliveira, morreu de “causa indeterminada”. A vítima deu entrada em um hospital particular, já morta. Inicialmente houve suspeita de meningite, bem como de abuso sexual, pois havia inchaço na genitália, mas depois foi descartado o abuso durante a necropsia do IML, da Politec. O laudo pericial apontou morte por causa indeterminada.

A Politec colheu materiais para exames complementares que foram realizados pelo Laboratório Forense. Pesquisa Toxicológica Geral detectou no sangue da vítima duas substâncias, uma delas veneno que provoca intoxicação crônica ou aguda e a morte.

“Essa substância não é encontrada em medicamentos, portanto, sua ingestão por humanos somente pode ocorrer de forma criminosa. Os sintomas da ingestão são: visão borrada, tosse, vômito, cólica, diarréia, tremores, confusão mental, convulsões, etc”, explicaram os delegados Francisco Kunze e Wagner Bassi, que conduzem as investigações.

Conforme os delegados, as investigações apontam para autoria da madrasta. “Notamos que a menina era envenenada a conta gotas, ou seja, ela ia dando um pouquinho do veneno, para não aparecer, porque chega no hospital, a criança está passando mal, morre de causa indeterminada, por alguma infecção, pneumonia, meningite, como muitas vezes suspeitaram”, detalham a trama.

Os delegados informaram que todas as vezes que a menina passava mal era socorrida e levada ao hospital, onde ficava internada de 3 a 7 sete dias e melhorava, em razão de ter cessado a administração do veneno. Mas, ao retornar para casa, voltava a adoecer novamente.

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O sofrimento da menina durou cerca de dois meses, período em que foi internada por nove vezes em hospitais particulares.

Na última vez que foi parar no hospital, já chegou morta. Por conta disso, o hospital não quis declarar o óbito, mas suspeitava de ser meningite.

Na ocasião, foi acionada a Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa (DHPP), que diante de falta de evidências sobre morte violenta, requisitou vários exames por precaução. Em um desses exames periciais foi detectada a substância venenosa no sangue da menina.

Motivação

Assim, o caso foi encaminhado à Deddica que procedeu com toda a investigação descobrindo o plano de envenenando, por conta de um herança milionária que a menina tinha recebido, ao nascer, fruto de uma indenização pela morte de sua mãe, durante parto dela em um hospital, na Capital, por erro médico.

A ação foi movida pelos avós maternos da criança, que ingressaram na Justiça reivindicando indenização. Em 2019, após 10 anos, o processo encerrou, com causa ganha à família. O valor de obtido, de R$ 800 mil, incluindo os descontos de honorários advocatícios, teria atraído a atenção da madrasta.

Parte do dinheiro ficaria depositado em uma conta para a menina movimentar somente na idade adulta. A Justiça autorizou que fosse usada um pequena parte do dinheiro para despesas da criança, mas a maior quantia ficaria em depósito para uso após a maioridade, aos 24 anos.

O pagamento da ação iniciou em 2019. Até 2018, a menina era criada pelo avós paternos. Em 2017, a avó morreu e no ano seguinte (2018) o avô faleceu também, passando a garota a ser criada, naquele mesmo ano, pelo pai e madrasta. A partir daí iniciou o plano da mulher para matar a criança com o objetivo de ter acesso ao dinheiro.

“Mas quem era responsável mesmo era a madrasta e ela quem gerenciava os cuidados com a menina”, afirmam os delegados Francisco Kunze e Wagner Bassi.

A mulher, que não teve o nome divulgado ainda, foi ouvida após a morte da menina e contou que convive com o pai da vítima desde que ela tinha 2 anos de idade e que se considerava mãe dela. Ela declarou que a afilhada começou a ficar doente em 17 de abril de 2019, apresentando dor de cabeça, tontura, dor na barriga e vômito.

A suspeita foi levada, no camburão, para a sede da Deddica, em Cuiabá, onde chegou chorando. (Com Assessoria)

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Ladrão que PM matou era violento e roubou carro de pastora

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Regielton Arruda Luiz da Silva, de 20 anos, conhecido como Fumacinha, morto após trocar tiros com a Força Tática da Polícia Militar na ponte Sérgio Mota nesta quinta-feira (19), tinha um histórico vasto criminal.  Ele possuía mais de 10 passagens e agia com “extrema violência” nos roubos que praticava.  De acordo com o coronel Marcos Sovinski, Comandante no 2º Comando Regional da Polícia Militar, Fumacinha foi preso na semana passada após roubar um carro na Beira Rio. Com 20 anos, já colecionava passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de arma, roubo e furto.Nesta quinta-feira, ele e o comparsa, identificado como Renato Alves de Bessa, renderam uma pastora na Avenida Beira Rio e roubaram a caminhonete dela.

Em seguida, fugiram sentido a ponte Sérgio Mota, que liga Cuiabá a Várzea Grande. O tiroteio ocorreu quando os criminosos fugiam da abordagem da Força Tática. Fumacinha foi baleado e morreu na unidade de saúde. Nas diligências, a Polícia Militar localizou um veículo branco no bairro Jardim das Oliveiras. Dentro, havia roupas pretas e masculinas. O carro [e suspeito de dar apoio a ação da dupla. O comparsa Renato foi preso e levado para Cisc Parque do Lago. O caso deve ser repassado a Polícia Civil que vai apurar o envolvimento de outros suspeitos.

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Mãe vai tomar banho de rio com filhos e encontra dois corpos em mata

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Dois corpos, ainda não identificados, foram encontrados por uma mulher próximo a Escola Agrícola, na tarde de quinta-feira (19), na cidade de Mirassol D’Oeste (290 km de Cuiabá). Policiais militares informaram que receberam denúncias de que ao lado da represa, havia dois corpos em avançado estado de decomposição, em uma região de mata, aparentando ser duas pessoas do sexo masculino.Rapidamente, os PMs foram ao local e confirmaram a denúncia.

Na região, havia uma mulher, que não teve o nome revelado, a qual relatou que foi à represa com seus filhos e durante o percurso, sentiu um forte odor.Ao se aproximar do local, a mulher constatou que se tratava de dois corpos.Os cadáveres foram encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para ser realizado exames de necropsia e identificação.Até a publicação da matéria, ninguém havia sido preso. O caso será investigado pela Polícia Civil.

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