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Saúde

Pacientes do SUS recebem cadeiras de rodas no Distrito Federal

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O ministro da Cidadania, Osmar Terra, participou hoje (19), no Distrito Federal, da entrega de cadeiras de rodas a usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) com restrição de mobilidade.

Durante a cerimônia, o ministro disse que a intenção do governo é dar continuidade ao programa e que vai trabalhar para zerar a demanda de cadeiras de rodas. De acordo com as contas feitas pela União, faltam atualmente 200 mil equipamentos do tipo no país.

“Eu sou do tempo em que tínhamos que esperar um comunicador de rádio arrumar uma cadeira para alguém. O locutor dizia que fulano estava precisando de uma cadeira e fazia um apelo dramático para alguém doar. Hoje, o SUS está na direção de atender toda a a demanda necessária de cadeiras de rodas, de próteses, todos os instrumentos de apoio a pessoas com deficiência”, afirmou o ministro.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ministro da Cidadania, Osmar Terra, participam da cerimônia de entrega de cadeiras de rodas da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, no hospital da criança em Brasília

A primeira-dama Michelle Bolsonaro e o ministro da Cidadania, Osmar Terra, participam da cerimônia de entrega de cadeiras de rodas, no Hospital da Criança, em Brasília – Valter Campanato/Agência Brasil

A entrega é fruto de parceria entre o governo federal, que repassou R$ 1,7 milhão por meio do Ministério da Saúde, e o Distrito Federal. No total serão entregues 1.957 cadeiras de rodas. Nesta segunda-feira, foram entregues 312, de diferentes modelos e funcionalidade. Mais 1.645 estão em processo de compra pela rede pública de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, os beneficiados são pacientes atendidos em domicílio, cadastrados e avaliados pelo Núcleo de Atendimento Ambulatorial de Órteses e Próteses da Secretaria de Saúde do Distrito Federal.

Das 312 entregues na primeira etapa, estão reservadas 100 cadeiras tetraplégicas anatômicas para adultos; 60 cadeiras tetraplégicas adultos; 98 cadeiras tipo monoblocos (convencionais), 12 cadeiras para pessoas obesas e 42 cadeiras motorizadas adulto e infantil, informou a pasta.

Segundo Terra, as cadeiras vão proporcionar uma melhor qualidade de vida e e maior mobilidade para as pessoas. “Todas as cadeiras são customizadas, as medidas são adaptadas às pessoas que vão usar, para a necessidade que a pessoa tem. Com certeza isso vai ajudar muito as pessoas”, disse o ministro.

Durante a cerimônia, o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou a criação da Secretaria da Pessoa com Deficiência. A nova pasta será comandada pelo deputado distrital Iolando Almeida (PSC). “Temos 650 mil pessoas que possuem algum tipo de deficiência, isso significa que em torno de 20% da população do DF tem algum tipo de necessidade especial”, disse. “Estou criando, na data de hoje, a secretária de Atendimento as Pessoas com Deficiência. Daqui vou me dirigir a Câmara Legislativa para pedir a aprovação desse projeto.”

A primeira-dama Michelle Bolsonaro, participa da cerimônia de entrega de cadeiras de rodas da Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, no hospital da criança em Brasília

Os beneficiários são pacientes atendidos em domicílio pelo Núcleo de Atendimento Ambulatorial de Órteses e Próteses, da Secretaria de Saúde do Distrito Federal – Valter Campanato/Agência Brasil

O Ministério da Saúde repassou R$ 37 milhões neste ano para a aquisição de cadeiras de rodas. Foram compradas 42,24 mil  cadeiras para assistência às pessoas com deficiência em todos os estados e no Distrito Federal.

A primeira-dama Michelle Bolsonaro, que participou da entrega, disse que o governo federal tem um olhar especial para as crianças e pessoas com deficiência. “Tenho certeza que essas cadeiras serão ferramentas importantes para proporcionar melhor qualidade de vida e autonomia para essas pessoas. Este governo tem um olhar especial para as nossas crianças e pessoas com deficiência”, disse.

 

Edição: Maria Claudia
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Saúde

OMS: casos de coronavírus foram confirmados em mais nove países

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A Organização Mundial de Saúde (OMS) divulgou boletim nesta quinta-feira (27) informando que o Brasil e mais oito países informaram casos confirmados de Covid-19 nas últimas 24 horas. As demais nações que tiveram casos de coronavírus foram Dinamarca, Estônia, Geórgia, Grécia, Noruega, Paquistão, Romênia e Macedônia do Norte.

Em todo mundo, foram confirmados 82.294 casos da doença, 1.185 nas últimas 24 horas. Deste total, 78.630 estão na China, dos quais 439 são novos, e 3.664 confirmações da doença em outros países, sendo 746 recentes. 

O boletim da OMS também informa que, até agora, o Covid-19 causou a morte de 2.747 pessoas na China (29 nas últimas 24 horas) e de 57 pessoas em outros países (13 recentes). Fora da China, os países com o maior número de mortes por coronavírus são Coreia do Sul, com 13 (1.766 casos confirmados), Itália, com 12 (400 casos confirmados) e Irã, com 22 (141 casos confirmados).

A OMS considera a avaliação de risco muito alta na China e alta a nível global.

Veja as dicas da OMS para se proteger do novo coronavírus.

A OMS também disponibilizou, para download, um curso em português sobre vírus respiratórios emergentes, incluindo COVID-19.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Saúde

Covid-19: produtos podem ser apreendidos para evitar desabastecimento

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O secretário-executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo, disse hoje (27) que a rede pública de saúde tem começado a enfrentar a escassez de itens de segurança e prevenção contra o coronavírus. O ministério tem uma lista de 20 itens e quatro deles estão começando a faltar no Sistema Único de Saúde (SUS). Gabbardo afirmou que, se necessário, usará meios jurídicos para apreender esses produtos para evitar o desabastecimento no mercado interno.

Já está marcada uma reunião entre representantes do ministério e a Associação Brasileira das Indústrias de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos (ABIMO). Segundo Gabbardo, a ideia é explicar as necessidades urgentes de uso de máscaras e aventais, por exemplo, e que as empresas precisaram priorizar a venda de tais itens para o ministério, em detrimento de sua exportação.

“Vamos alertar a essa entidade que não vamos contemporizar em relação a isso. Vamos usar todas as medidas que a legislação nos permite. Se for necessário, vamos impedir a exportação desses produtos e se for necessário vamos solicitar a apreensão desses produtos na própria fábrica”, disse. O tipo de compra da qual o secretário fala, no caso das máscaras, é de cerca de 20 milhões de unidades e 4 milhões de máscaras modelo N95.

Segundo Gabbardo, empresas desistiram de uma licitação com o governo e venderam toda sua produção para outros países. “Algumas empresas que participaram da licitação, na hora de encaminhar os documentos para fazer o contrato, não encaminharam os documentos e se mostraram desinteressadas em vender para o Ministério da Saúde. Isso é uma coisa que nos preocupa muito”.

Gabbardo esclareceu que tomará medidas judiciais mais drásticas em último caso, mas acredita em um consenso e falou em “obrigação social” dessas empresas. “Esses fornecedores têm uma obrigação social também. E se ele vende um determinado produto que tem essa utilização, ele sabe que esse produto é fundamental. Temos convicção de que vamos chegar num denominador comum”, disse.

O Brasil tem um caso confirmado de coronavírus e 132 casos suspeitos, com expectativa de que esse número aumente para aproximadamente 300 casos. Dentre os 132 casos já suspeitos contabilizados, 70 são na Região Sudeste, dez na Região Centro-Oeste, 37 na Região Sul, 15 na Região Nordeste e nenhum caso suspeito na Região Norte.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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