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Morre Julio Bueno, ex-secretário de Fazenda do Rio

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Acham / Divulgação
Julio Bueno foi vítima de um infarto fulminante

Morreu na manhã deste domingo (18), na capital fluminense, o engenheiro Julio Bueno, ex-secretário estadual de Fazenda do Rio de Janeiro. Vítima de um infarto fulminante aos 64 anos, ele deixa dois filhos, três netas e a esposa, Fátima.

Funcionário de carreira aposentado da Petrobras, Bueno foi presidente do Inmetro e da BR Distribuidora. Também atuou como secretário de Desenvolvimento Econômico do Espírito Santo durante o governo Paulo Hartung e no estado do Rio durante o governo Sérgio Cabral. 

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Em 2015, assumiu a Secretaria de Fazenda do Rio , no governo Luiz Fernando Pezão, deixando o cargo em 2016. Desde que deixou o governo, vinha trabalhando com o filho em uma consultoria de negócios.

Tricolor orgulhoso, Bueno foi candidato à presidência do Fluminense em 2010. Em 2017, lançou com a jornalista Jacqueline Farid o livro Rio em Transe, sobre os bastidores da crise financeira que atingiu o estado.

Fonte: IG Nacional
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Homem invade shopping dirigindo SUV e destrói porta de loja nos EUA; assista

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Reprodução
Homem invadiu shopping dirigindo SUV nos Estados Unidos

Um homem invadiu o shopping Woodfield Mall, em Chicago, nos Estados Unidos, dirigindo um veículo e destruiu a porta da “Sears”, e ficou circulando pelos corredores, assustando as pessoas que estavam no local.

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Apesar do susto, todos clientes conseguiram escapar do shopping e ninguém ficou ferido. O motorista foi preso pela polícia ainda nas dependências do prédio. Após o incidente, o local foi evacuado como medida de segurança.

Assista o momento da invasão 


Fonte: IG Nacional
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Política de Bolsonaro diminui interesses em causas de direitos humanos

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IstoÉ

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Renato Costa / FramePhoto / Agência O Globo
Jair Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto


O Brasil vai se acostumado aos horrores dos tempos bolsonaristas. Basta ver como o País recebeu o incêndio do hospital no Rio de Janeiro. A comoção foi pequena. O presidente se omitiu. O ministro da Saúde sequer se deslocou ao local da tragédia. Tudo foi tratado como se fosse um dado da natureza, como um furacão ou um terremoto, e não um produto da inépcia humana, de autoridades omissas, de um sistema hospitalar mercantilizado, de um País que vai perdendo a capacidade de se revoltar, que prefere a indiferença.

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Este processo tem história. Evidentemente que não começou com a posse de Jair Bolsonaro . Mas foi agravado pela sua política neofascista, pelo desprezo aos direitos humanos, pelo culto à violência. O que dizer de um presidente que simula um revólver com a mão? Não é um incentivo ao ódio? A resolver divergências pela força?

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Jair Bolsonaro levou ao Palácio do Planalto os métodos adotados durante três décadas como parlamentar. É de conhecimento público que na capital fluminense não estão claros os limites da legalidade com a ilegalidade. Foram estabelecidas relações perigosas entre criminosos e políticos. Com o passar do tempo, a linha imaginária que separa a lei do crime foi ficando tênue. Acabou ocorrendo uma aproximação “natural” que favoreceu ambos os lados. Os criminosos adquiriram status de participantes da sociedade civil e, consequentemente, buscaram interlocutores na esfera política. Já os parlamentares receberam com prazer este interesse, que beneficia seus negócios — no sentido amplo — e permite uma aliança no momento das eleições.

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Assim, não é acidental a proximidade do gabinete do então deputado estadual Flávio Bolsonaro com o ex-capitão Adriano Magalhães da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime, milícia que domina a comunidade de Rio das Pedras. Nóbrega foi expulso da PM e condenado a 19 anos de prisão. Está foragido. Mas foi homenageado pelo filho de Jair Bolsonaro com a Medalha Tiradentes, principal condecoração do estado.

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Esta forma particular de fazer política, típica da desmoralização das instituições democráticas, foi levada para Brasília. E em apenas nove meses contaminou ainda mais o corpo já enfraquecido do Estado brasileiro. O enfado, a indiferença e a falta de perspectiva política colaboram para transformar a barbárie em algo inevitável — para alguns, aceitável. Assim, é possível entender o bolsonarismo como produto social e não de um indivíduo.

Truculência na política, desmoralização das instituições e indiferença criaram as condições para a barbárie que nos assola. O bolsonarismo não é fruto de um indivíduo, mas um produto social.

Fonte: IG Nacional
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