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Como ganhar dinheiro na internet? Veja dicas de um milionário do mercado digital

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Richard Rodrigues/Divulgação
Aos 21, Richard Rodrigues fatura ao menos R$ 1 milhão por mês com vendas na internet

Há cinco anos o gaúcho Richard Rodrigues era estagiário, ganhava R$ 500 por mês e recarregava cartuchos de impressora. Hoje, aos 21,  é um milionário da internet e fatura entre R$ 1 milhão e 1,5 milhão mensalmente. Como ele chegou lá? Vendendo pela internet.

“Certo dia meu patrão pediu que eu fizesse uma compra pela internet, então me deparei com o e-commerce (loja virtual) pela primeira vez. Isso ficou martelando na minha cabeça”, conta.

Lojas vendem produtos “fora da caixa” com até 80% de desconto

A partir daí Richard Rodrigues entrou em contato com um vendedor e começou a fazer anúncios de produtos no Mercado Livre. “Em um ano já tinha alcançado a marca de R$ 100 mil por mês de faturamento, o que para um jovem de 15 anos estava ótimo”, relata.

O empresário tem uma loja virtual que utiliza o estoque na fonte , uma técnica de logística também chamada de dropshipping . A vantagem para o comerciante é não precisar de estoque, já queo pedido do cliente é enviado ao fornecedor.

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Empreendedorismo feminino passa longe das cidades brasileiras

É o fabricante que encaminha o produto ao consumidor final. O risco da operação é o parceiro não ter o produto para entregar no momento, o chamado stockout .

Segundo Richard, é preciso conhecer o negócio para dar certo. Entre as características do ambiente virtual que o ajudaram a ser bem-sucedido, ele destaca a “facilidade no manuseio de mecanismos que utilizamos para operar e, também, a clareza em todos os processos dentro da empresa”, explica.

O salto

O primeiro milhão de Richard veio mesmo quando ele resolveu investir em mão de obra . “Trabalhava sozinho no começo. Fiquei assim dos 15 aos 18 anos. Com 19, coloquei uma equipe e foi quando expandi a empresa e faturei R$ 1 milhão. Demorou seis anos”, conta. Hoje, a empresa dele tem quatro funcionários.

No percurso, Richard conta que aprendeu com os próprios erros. “No início houve diversas falhas, que colocaram tudo em risco. Também, já ‘quebrei’ uma vez. Porém, foram esses erros que me levaram ao sucesso. Foi tudo isso que me fez alcançar minhas metas e objetivos”, avalia.

Como virar o jogo

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Richard Rodrigues/Divulgação
Empresário gaúcho alcançou o primeiro milhão quando investiu em mão de obra

Entre as dicas para chegar lá, o empresário cita o investimento em capacitação . “Não existe uma pessoa que ganhou dinheiro sem investir em conhecimento. Eu mesmo já investi mais de R$ 100 mil em cursos e mentorias”, diz.

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Ele mesmo oferece mentorias sobre empreendedorismo e vai lançar na próxima semana o e-book gratuito “Como chegar ao seu primeiro milhão na internet”. “Quero partilhar conhecimento. Há oportunidades para todos no mundo digital, acima das crises e desemprego do mundo real”, afirma.

Para ele, a internet ainda é um ambiente com boas oportunidades . “Tem espaço para todo mundo, basta você trabalhar de forma correta e profissional. Não é à toa que todos os dias aparecem pessoas milionárias através do mundo digital”, diz.

Artigo: Direito de arrependimento e vendas online

O empresário até reconhece que o conselho é “clichê”, mas entre as dicas, Richard ressalta: “acredite” !  “Sempre fui sonhador. Muitos desacreditaram e eu mostrei que era possível”, aponta.

Interesse e resiliência também são características importantes, segundo o empreendedor.  “Você precisa reconhecer se está de verdade no jogo . Conheço pessoas que ‘tentaram’ no mercado digital,  tiveram oportunidades, porém, falharam. A resposta para isso é falta de interesse. Ou, não viram o quanto tiveram oportunidades”, conclui.

Fonte: IG Economia
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“Não será a nova Previdência que vai gerar emprego e renda”, admite secretário

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CCJ do Senado discute reforma da Previdência arrow-options
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Rogério Marinho, secretário do ministério da economia, em discussão sobre a nova Previdência na CCJ do Senado

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho , falou nesta terça-feira (20), em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sobre a proposta de reforma aprovada pela Câmara que segue para apreciação dos senadores. Marinho defendeu a importância da mudança para a economia brasileira, mas admitiu que “Não será a reforma do sistema previdenciário que vai gerar emprego, renda e oportunidades no Brasil”.

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Um dos principais articuladores do governo pela aprovação do texto, o secretário voltou a defender, no entanto, a necessidade de reformar o sistema, controlar os gastos e a crescer. “Alguma coisa se quebrou nesse país, que foi a confiança das pessoas, e isso temos a obrigação como sociedade de remontarmos. Essa confiança é essencial para a previsibilidade, a segurança jurídica”, defendeu.

“Hoje o sistema é injusto, porque poucos ganham muito e muitos ganham pouco, e ele é insustentável ao longo do tempo”, disse o secretário no início de sua fala na comissão. Ele chamou de “catástrofe” o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços do país, abaixo de 1% nos últimos 4 anos, e argumentou que a reforma seria um “ponto inicial” para a recuperação da economia .

“Acredito que o Brasil está em um momento de inflexão. Temos muitos problemas, muitas diferenças, muitas desavenças até. Mas, certamente, há uma situação que nos une que é o desejo de melhorar o país”, argumentou.

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Nesta semana, estão programados seis eventos ao longo de três dias (terça, quarta e quinta), reunindo 46 convidados e atendendo a pedidos de oito senadores. A comissão é responsável por analisar se a proposta de reforma da Previdência aprovada pelos deputados está de acordo com a Constituição Federal.

Fonte: IG Economia
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Economia

Receita pode parar de emitir CPF e oferecer outros serviços na semana que vem

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Os sistemas da Receita Federal responsáveis por serviços como emissão de CPF e restituição do Imposto de Renda podem parar a partir da semana que vem por causa de cortes no Orçamento. Segundo um comunicado interno ao qual o GLOBO teve acesso, os sistemas serão desligados, “em sua integralidade”, já a partir do próximo domingo (25).

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sede da receita federal arrow-options
Reprodução
Segundo a Receita, o contingenciamento oi necessário porque a arrecadação de impostos foi abaixo do esperado

Desde o início do ano, o governo segurou mais de R$ 33 bilhões em gastos. O contingenciamento foi necessário porque, com a economia fraca, a arrecadação de impostos e contribuições ficou abaixo do inicialmente projetado. No Ministério da Economia, pasta responsável pela Receita , os cortes acumulam R$ 4,4 bilhões, desde o início do ano.

Além da emissão de CPF e restituição de IR , o Fisco terá que suspender o envio de cartas de cobrança aos devedores e paralisar as operações de comércio exterior, diz o comunicado interno. A disponibilização de recursos para Fundos de Participação de Estados e Municípios também está comprometida.

A crise orçamentária foi uma das demandas feitas nesta segunda-feira (19) por subsecretários da Receita, em reunião com o secretário especial do órgão, Marcos Cintra. A expectativa é que ele trabalhe para conseguir recursos para manter as atividades em funcionamento.

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Segundo uma fonte, essa é uma manobra de pressão e a previsão é que, no fim das contas, o dinheiro necessário para evitar um shutdown(paralisia da máquina) seja providenciado.

A falta de autonomia orçamentária é um dos pontos que leva parte do corpo técnico da Receita a apoiar a ideia de transformar o Fisco em uma autarquia . Essa ideia, no entanto, que seria também uma resposta à crise política desencadeada por pressões sobre os auditores, perdeu força após a troca do subsecretário-geral da Receita, João Paulo Fachada , que será substituído pelo auditor-fiscal José de Assis Ferraz Neto.

Hoje, Ferraz Neto atua na delegacia da Receita em Recife. De acordo com pessoas próximas a Ferraz Neto, o novo subsecretário tem perfil semelhante ao do atual: técnico e discreto. Ambos são auditores há mais de 20 anos.

A substituição de Fachada ocorre em um momento de  crise institucional no Fisco. Com o movimento, a equipe econômica espera baixar a temperatura. Nos últimos dias, Cintra vinha sendo pressionado para demitir seu secretariado, diante de críticas de autoridades dos três Poderes em relação a procedimentos de fiscalização adotados pela Receita.

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A troca na cúpula pegou de surpresa técnicos do segundo escalão, que chegaram a considerar entregar seus cargos, mas resolveram dar a Cintra um ultimato: exigiram blindagem a interferências políticas e uma defesa mais enfática do papel do órgão.

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Suspensão de apurações do Fisco

No início de agosto, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de 133 apurações da Receita, alegando haver desvio de finalidade. A lista incluía nomes da própria Corte.

Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse haver “excessos” na atividade do órgão . Bolsonaro, por sua vez, reclamou de uma devassa na vida financeira de sua família.

O subsecretário-geral é responsável por tocar, de fato, o dia a dia da Receita . Ele faz o elo entre os técnicos e Cintra, que dedica a maior parte do tempo a debates sobre a reforma tributária. Por isso, a expectativa é que a troca acalme os ânimos.

Segundo fontes do órgão, o secretário especial também percebeu que, se não tomasse essa atitude, seu próprio cargo estaria sob risco.

Fonte: IG Economia
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