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Polícia Civil prende casal de traficantes no bairro Colina Verdejantes em Várzea Grande

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Assessoria | PJC-MT

Em mais uma ação de combate ao tráfico de drogas em Várzea Grande, a Polícia Civil através da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE) prendeu um casal que atuava com o comércio de drogas na região do bairro Colinas Verdejantes, no município.

O suspeito, A.M.C., 36, e a sua companheira S.F.S., 28, foram surpreendidos durante cumprimento de mandado de busca e apreensão domiciliar expedido pela 3ª Vara Criminal de Várzea Grande.

A ordem judicial foi decretada com base em investigações da DRE que apontavam que na residência do casal, no bairro Colinas Verdejantes, funcionava uma boca de fumo.

Em buscas na casa, os policiais encontraram porções de entorpecente, balança de precisão e R$ 1527 em dinheiro trocado, característico da atividade de tráfico, além de notebook e apetrechos relacionados ao preparo da droga.

Diante das evidências, o casal foi conduzido a DRE onde após ser interrogado foi autuado em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e associação para o tráfico.

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Fonte: PJC MT
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Motorista acusado de tortura é preso pela PRF

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Contra o homem havia um mandado de prisão expedido pela Vara Única de São Francisco – Rondônia

Um homem com mandado de prisão em aberto foi preso nesta terça-feira (20) pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), em Grande/MT.

A equipe PRF realizava fiscalização de rotina na BR-070, no trecho conhecido como Rodovia dos Imigrantes, quando abordou um Gol com placas de Várzea Grande. Ao consultarem os dados do motorista V.S.S., 44 anos, os policiais verificaram existência de um mandado de prisão preventiva expedido contra ele pelo crime de tortura.

A ordem de prisão foi emitida pela Vara Única de São Francisco – Rondônia. O motorista relatou apenas que morou naquela cidade onde se envolveu em uma confusão de família.

O homem foi encaminhado para a Central de Capturas em Cuiabá.

NUCOM PRF MT

Fonte: PRF MT
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Polícia Civil prende homem e mulher suspeitos de homicídio em Sorriso

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Assessoria | PJC-MT

Equipes da Polícia Civil de Sorriso (420 km ao Norte) cumpriram dois mandados de prisão contra um casal investigado pelo crime de homicídio. Os suspeitos, ele: S. V. V., 26 anos, e ela: T. C. D. M., 21 anos, tiveram mandados de prisão temporária (30 dias) decretados no inquérito policial que apura o assassinato de Mário Felipe Guaberto Abreu, 28 anos, ocorrido no dia 22 de março, no bairro Jardim América, em Sorriso.

Uma testemunha também foi conduzida coercitivamente até a Delegacia para prestar esclarecimentos sobre os fatos.

Os trabalhos, sob a coordenação da Divisão de Homicídios da Delegacia de Sorriso, e presididos pelo delegado Nilson Faria de Oliveira, constatou a participação do casal no crime. Segundo a apuração, a moça T.C.D.M, 21, à época do crime, era convivente da vítima Mário Felipe Guaberto. Ela morava há cerca de 2 meses com a vítima que foi assassinada a tiros, mas tinha relacionamento de cerca de 7 meses.

O segundo suspeito, S. V. V., é ex-companheiro da moça, com quem conviveu por mais de 5 anos e possuem um filho de 2 anos do relacionamento. No curso da investigação, a Polícia apurou tratar-se de crime motivado por questões de ciúmes da moça e também com o filho deles, pois a vítima (Mário) queria que a criança também morasse com eles, já que o menino vivia com o pai (S. V. V.), que é suspeito de ter matado a vítima por ciúmes da ex-mulher e do filho.

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Outro ponto, segundo a investigação, é o fato do suspeito também não aceitar o fim do relacionamento da moça com a vítima.

A Polícia Civil apura a informação, que surgiu por meio de uma testemunha ouvida nos autos, que 24 horas antes do crime, a vítima tinha sido ameaçada pelo suspeito na presença da jovem, sua ex-mulher.

Por esse fato e outros omitidos no curso da investigação, a jovem também teve a prisão representada pela Polícia Civil, com o objetivo de  esclarecer pontos ainda obscuros na investigação, como possível interesse patrimonial em relação a vítima, que era empregado de uma empresa cerealista e tinha seguro de vida.

Fonte: PJC MT
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