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Polícia Federal

Operação #TudoNosso combate esquema de corrupção e prende 14 em Araçatuba/SP

Publicado

Araçatuba/SP – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (13/8) a Operação “#TudoNosso”, que investiga esquema criminoso responsável por diversos desvios de recursos públicos, na cidade de Araçatuba/SP. De acordo com o que foi apurado, o grupo, formado por empresários e servidores públicos, foi responsável por fraudes em contratos de cerca de R$ 15 milhões com a Prefeitura do município paulista.

Aproximadamente 150 policiais federais foram mobilizados para o cumprimento de 14 mandados de prisão temporária e 37 mandados de busca e apreensão, nas cidades de Araçatuba, Clementina, Itatiba, Jundiaí e São Paulo/SP. Os mandados foram expedidos pela Justiça Federal de Araçatuba/SP.

A PF cumpre buscas e prisões simultaneamente em pelo menos quatro Secretarias da Prefeitura de Araçatuba/SP, na sede do diretório político coordenado pelo investigado apontado como líder da organização criminosa, e em vários outros endereços comerciais e residenciais relacionados às empresas e investigados. Em Itatiba/SP, a sede de um sindicato, que é presidido pelo filho do líder do grupo, ambos com prisão decretada, também é alvo das buscas.

As investigações tiveram início há aproximadamente dois anos, após a PF receber informações que indicaram a prática de diversos crimes de desvios de recursos públicos por meio da contratação fraudulenta de empresas que prestam serviços para a Prefeitura Municipal de Araçatuba/SP. Durante as investigações, a PF apurou indícios que um empresário é o mentor de um engenhoso esquema de desvio de recursos públicos mediante a utilização de várias empresas registradas em nome de “laranjas” e familiares, com o objetivo de fraudar licitações e celebrar contratos de prestação de serviços com o município de Araçatuba.

Além da utilização das empresas, pelo menos uma organização social foi criada pelo líder do grupo e também foi utilizada para os desvios de recursos públicos. Servidores públicos foram indicados em setores estratégicos, de interesse da organização criminosa, para viabilizar as contratações e fraudes, sem levantar suspeitas ou questionamentos sobre eventuais superfaturamentos.  As investigações demonstraram que, nos últimos dois anos, as empresas investigadas aditaram ou celebraram novos contratos suspeitos com a prefeitura, nas áreas de educação e assistência social que superaram, até o momento, a cifra de quinze milhões de reais. As investigações prosseguirão e a estimativa da PF é que esse valor possa ser muito maior.

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A pedido da PF, a Justiça Federal decretou, além das buscas e prisões, o afastamento cautelar de servidores públicos municipais envolvidos, entre outras medidas cautelares, objetivando cessar a ação da organização criminosa e garantir a restituição dos valores desviados para o município de Araçatuba/SP.

Os presos serão indiciados por vários crimes, dentre eles: corrupção ativa e passiva, falsificação de documentos (públicos e privados), peculato, associação criminosa, fraudes em licitações, dentre outros. De acordo com suas condutas, em caso de condenação, estarão sujeitos a penas máximas de até a 30 anos de reclusão. Todas as apreensões realizadas serão encaminhadas para a sede da PF em Araçatuba/SP, assim como os presos, que após os procedimentos relativos às oitivas e indiciamentos serão encaminhados para cadeias da região onde permanecerão custodiados à disposição da Justiça Federal.

 Será concedida entrevista coletiva de Imprensa, hoje, às 10h.  Local: Centro de Convenções Hotel Riviera (Araçatuba/SP)

 

Contato: 18 3653-4279/ 11 3538-5015

*** O nome da Operação “#TudoNosso” faz alusão ao termo frequentemente utilizado pelos investigados, inclusive em redes sociais, nas ocasiões em que obtinham sucesso nas diversas fraudes cometidas no âmbito da Prefeitura Municipal de Araçatuba/SP.

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Fonte: Polícia Federal
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Operação Cossacos investiga grupo criminoso responsável por arrombamento de agência dos Correios

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 Cabedelo/PB – A Polícia Federal deflagrou nesta manhã (20/8) a Operação Cossacos, com a finalidade de desarticular organização criminosa responsável pelo arrombamento da Agência dos Correios de Cabedelo/PB, na data de 13.04.2017.

 ENTENDA O CASO

No dia 13 de abril de 2017, um grupo de homens arrombou e subtraiu quantia em dinheiro da Agência dos Correios de Cabedelo/PB. Após uma criteriosa análise da cena do crime, a Polícia Federal chegou a um suspeito como sendo um dos autores do crime. Destaca-se que a mesma Agência dos Correios de Cabedelo/PB foi arrombada em 09.07.2017 por outras pessoas. Nesta ocasião, os indivíduos, também oriundos de Cuiabá/MT, foram presos em flagrante.

A PF investiga a conexão entre as duas ações criminosas, muito similares, ocorridas no mesmo local e cometidas por pessoas de mesma origem. A ordem de prisão foi expedida pelo Juízo da Vara Federal Criminal de João Pessoa/PB.

CRIMES INVESTIGADOS

Os investigados responderão, dentre outros, pelo crime de furto qualificado (Art.155, §4º, I e Art.288 do Código Penal Brasileiro), cuja pena poderá chegar à oito anos de reclusão.

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Contato: (83) 3269-9422

 

 

NOME DA OPERAÇÃO O nome da operação é uma alusão aos notórios bandoleiros que atuavam nas estepes da Rússia, conhecidos por sua voracidade em se apropriar de bens alheios.

Fonte: Polícia Federal
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PF desarticula esquema de comercialização ilegal de produtos anabolizantes

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Aracaju/SE – A Polícia Federal deflagrou na manhã de hoje (20/8) a 2ª fase da Operação Narke, com o objetivo de obter elementos de prova e desarticular organização criminosa responsável pela prática de crimes de contrabando, corrupção e falsificação de medicamentos e tráfico de drogas, em Sergipe.

As equipes policiais realizaram buscas em dois endereços em Aracaju, resultando na prisão em flagrante de um indivíduo, bem como na apreensão de anabolizantes de origem estrangeira, embalagens vazias e rótulos do fármaco sujeito a controle especial de nome “oxandrolona”, de um veículo e de um artefato explosivo. No momento da abordagem, o suspeito tentou destruir seu aparelho celular na tentativa de ocultar provas.

Além de comprovar a comercialização dos produtos proibidos, de origem estrangeira e sem registro na ANVISA, as investigações indicaram que o conduzido falsificava medicamentos, ou seja, vendia a substância “melatonina” como se fosse “oxandrolona”.

Esta etapa investigativa foi viabilizada a partir da análise do material apreendido durante a primeira fase da operação policial, ocorrida em 18/07/2019. O trabalho investigativo teve início em outubro de 2018 e confirmou que um dos investigados atuava na distribuição de anabolizantes no estado de Sergipe, enquanto outro elemento era o responsável pela distribuição de drogas sintéticas em festas de música eletrônica. Estima-se que o grupo tenha movimentado valores superiores a R$ 200 mil somente no ano de 2018.

Os envolvidos responderão pelos crimes de contrabando e falsificação, corrupção, adulteração ou alteração de produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais, tráfico de drogas, organização criminosa e lavagem de capitais, previstos nos artigos 334-A, § 1º, II,  273, § 1º-B, I, do Código Penal Brasileiro, c/c artigo 33 da Lei nº 11.343/2006, artigo 2º da Lei nº 12.850/13 e Lei 9.613/98.

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E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal
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