conecte-se conosco


Justiça

Mulher presa por matar marido que não permitia namoro da enteada é solta pela Justiça

Publicado

Uma mulher de 40 anos foi solta pela Justiça de Mato Grosso depois de matar o marido com um pedaço de madeira em Barra do Garças, a 516 km de Cuiabá, no domingo (11). Segundo a Polícia Civil, Kênia Neres Matos, passou por audiência de custódia e foi liberada depois de alegar legítima defesa.

O crime, segundo a polícia, foi cometido durante uma discussão do casal. A vítima, José Carlos Gomes Pereira, de 45 anos, era contrário ao namoro da enteada, de 18 anos.

De acordo com o delegado Nelder Martins, da Polícia Civil, ao ser ouvida, Kênia alegou que era ameaça pelo marido e que o a vítima havia estuprada as filhas durante a infância delas.

A mulher também afirmou que, em outras ocasiões, o marido fez ameaças, prometeu que mataria a família.

Na discussão, a mulher disse que sentiu medo de que o marido cumprisse as ameaças. Os dois brigaram e Kênia agrediu o marido com um pedaço de madeira pelas costas.

Pedaço de madeira, que foi usado no crime, foi apreendido — Foto: Polícia Militar de Barra do Garças/AssessoriaPedaço de madeira, que foi usado no crime, foi apreendido — Foto: Polícia Militar de Barra do Garças/Assessoria

José foi agredido com golpes de madeira na cabeça. Ele caiu na cama e continuou sendo agredido pela mulher.

Veja Também  Polícia Militar prende dois homens e duas mulheres que assavam animais silvestres em churrasco em MT

Alguns momentos depois, a mulher foi até o vizinho e pediu que ele chamasse a polícia. Uma equipe do Corpo de Bombeiros também foi ao local e viu que a vítima ainda tinha sinais vitais.

Ele não resistiu e morreu durante o socorro. A Polícia Civil e a Perícia Técnica foram chamadas no local. O pedaço de madeira usado no crime foi apreendido.

Comentários Facebook

Justiça

Juíza ordena despejo da loja Ricardo Eletro na Fernando Corrêa

Publicado

A juíza Sinii Savana Bosse Saboia Ribeiro, da 10º Vara Cível de Cuiabá, determinou o despejo da loja Ricardo Eletro (antiga City Lar) na Avenida Fernando Corrêa da Costa, no Bairro Coxipó, em Cuiabá, no prazo de 15 dias. A decisão, publicada nesta quarta-feira (24), atendeu uma ação da empresa Zugair Automóvel Ltda.

Na ação, a empresa relatou que firmou contrato de locação com a Máquina de Vendas Brasil Holding S.A – dona da Ricardo Eletro –  em agosto de 2017 com término previsto em julho de 2022, pelo valor mensal de R$ 50 mil. No entanto, conforme a empresa, a Máquina de Vendas não cumpriu as obrigações contratuais relativas aos três últimos meses e demais despesas ordinárias.

A Máquina de Venda apresentou contestação alegando que o processo deveria ser suspenso em razão da recuperação judicial do grupo.  A empresa teve o seu plano de recuperação homologado no início de janeiro pela Primeira Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo.

Veja Também  Homem é preso ao tentar estuprar menino de 12 anos após prometer pagar pastel e refrigerante em Várzea Grande; novas vítimas devem aparecer

“Aliás, transcrevo trecho do voto do relator para corroborar com as alegações aqui apresentada, in verbis: ‘Nesse sentido, então, o prosseguimento das ações de despejo ajuizadas em face das agravadas independentemente do fundamento da pretensão de retomada é imperioso, observada, apenas, a suspensão, quando for o caso, das execuções dos alugueres eventualmente inadimplidos’”, afirmou na decisão.

“Assim, dúvidas não há quanto à ausência de empecilho para o prosseguimento do feito, haja vista que nos autos da recuperação judicial restou permitido à continuação da ação, exceto quanto à execução do crédito, o que não é o caso dos autos, pois que ainda se encontram na fase de conhecimento”, completou.

A juíza  frisou que as cobranças que venceram no decorrer da recuperação (março de 2018 até hoje) não fazem parte do plano e deveriam ser adimplidas.

“Importante frisar que os réus tinham conhecimento da cobrança das faturas posteriores ao requerimento da recuperação judicial, vez que manifestaram nos autos após a impugnação (peça processual em que a parte autora sustenta o descumprimento dos aluguéis posteriores ao plano). Com efeito, por se tratar de locação de imóvel comercial a questão afeta ao desfazimento contratual, bem como o despejo pleiteado, em face da Lei do Inquilinato n.º 8.245/1991”, disse.

Veja Também  DUPLICAÇÃO DA FILINTO MÜLLER ENTRA NA RETA FINAL PARA CONCLUSÃO

“Desse modo, não havendo controvérsia acerca do inadimplemento do aluguel e acessórios, imperioso se faz o reconhecimento do direito do autor em reaver seu bem, bem como a declaração de rescisão do contrato havido entre as partes e a condenação das requeridas ao pagamento dos aluguéis atrasados (fora do plano de recuperação)”, decidiu.

Além de ordenar o despejo, a juíza determinou a rescição do contrato de locação; o pagamento dos aluguéis de agosto de 2018 até a data da desocupação do imóvel e o pagamento do IPTU do ano de 2019, proporcional ao tempo de utilização do espaço e proporcional ao espaço utilizado.

 

 

Comentários Facebook
Continue lendo

''Perdeu a cabeça"

Justiça de MT concede liberdade a mãe que matou dois filhos; um morreu de fome e o outro asfixiado

Publicado

Mãe acusada de matar filha de 23 dias de vida é absolvida em júri popular. Juliana Jesus Miranda da Silva, 32, teria enforcado a recém-nascida após se irritar com choro da criança. Crime aconteceu em 2008 e em 2016 ela foi condenada a 16 anos de prisão. Porém, defesa conseguiu anular o julgamento. Em junho de 2008, Juliana e a filha se hospedaram em um hotel, no bairro Alvorada, em Cuiabá.

Conforme a denúncia do Ministério Público Estadual (MPE), por volta das 22h a bebê começou a chorar sem parar. Cerca de duas horas e meia depois, Juliana a pegou pelos braços, jogou na cama e apertou seu pescoço até matá-la e voltou a dormir. Quando acordou, por volta das 6h da manhã, ligou para o pai da criança que estava em outra cidade. Ele chegou no hotel 12 horas após o crime e encontrou a filha morte. Imediatamente acionou a polícia, mas Juliana já havia fugido. Após ter o primeiro júri popular cancelado, a acusada voltou ao banco dos réus, na manhã de terça-feira (18).

Sua defesa informou que ela manifestou o desejo de permanecer em silêncio e não ser interrogada. MPE que inicialmente manifestou pela acusação de Juliana, sustentou a tese de “absolvição, por não constituir o fato infração penal”. A mesma linha foi seguida pela defensora pública responsável pela defesa da ré. Após cerca de 3 horas de debates, o Conselho de Sentença anunciou pela absolvição da acusada.

Veja Também  Mãe e filha são confundidas com casal lésbico e quase são linchadas na AV. do CPA; 'sapatão tem que morrer'; diz preso

AntecedentesEm agosto de 2002, Juliana teve seu primeiro filho, o qual morreu em 2005, na cidade de Barão de Melgaço 113 km ao sul de Cuiabá). Ela teria abandonado o menino com 3 anos de idade e sozinho, sem alimentação e cuidados, ele acabou morrendo. Por isso, Juliana responde pelo crime de abandono de incapaz. Nessa época, a acusada já estava grávida do segundo filho. Em 2006, se mudou para Cuiabá, para morar e trabalhar no hotel, onde em 2008, teria matado a filha de 23 dias de nascida.

Fonte: O Bom da Notícia

Comentários Facebook
Continue lendo

Destaques

Policial

Política MT

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana