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Burguer King lança hambúrguer de “carne fake” no Brasil

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IstoÉ Dinheiro

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Burger King será a primeira empresa a oferecer o hambúrguer de proteína vegetal da Marfrig no Brasil

Atenção veganos e entusiastas das foodtechs: a partir de 10 de setembro as lojas da rede de fast food Burger King começarão a contar com um hambúrger feito de carne vegetal fornecido pela Marfrig.

Lanche do Burger King com “carne fake” será vendido em todas as unidades dos EUA

Maior produtora de hambúrguer do mundo, a Marfrig Global Foods anunciou na semana passada  o início de sua produção carne à base de proteína vegetal no Brasil, chamada de “carne fake” .

O lanche do Burguer King será chamado de Rebel Whooper , nome que será adotado pela rede em nível mundial, com exceção dos Estados Unidos, onde o lanche se chama Impossible Whopper devido a fornecedora do disco de carne, a Impossible Foods.

A novidade já está disponível nas lojas suecas do Burger King. No Brasil, o Rebel estará disponível inicialmente em 58 lojas de São Paulo , segundo o Estadão. A versão vegetariana que já existe na rede de fast food, o Veggie Burger, feita de batata e cogumelos, continuará no cardápio.

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O disco de hambúrger plant-based da Marfirg será feito em parceria com a processadora de grãos ADM. O Burger King será o primeiro estabelecimento a usar o produto, que terá receita especial para a rede e será diferente do produto vendido no varejo.

Lançamento

A parceria entre a Marfrig e a processadora agrícola norte-americana Archer Daniels Midland Company (ADM), foi anunciada no último dia 6 e envolve produtos com base vegetal . A ADM vai entrar com a matéria prima e a Marfrig com a distribuição dos produtos para empresas de food service e para o varejo. 

Os produtos da parceria serão fabricados na unidade da Marfrig em Várzea Grande, no Mato Grosso. Segundo a distribuidora, os produtos de origem vegetal serão comercializados, inicialmente, para o atacado e  para o varejo uma nova marca da empresa será desenvolvida. 

Fonte: IG Economia
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Economia

“Não será a nova Previdência que vai gerar emprego e renda”, admite secretário

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CCJ do Senado discute reforma da Previdência arrow-options
Edilson Rodrigues/Agência Senado
Rogério Marinho, secretário do ministério da economia, em discussão sobre a nova Previdência na CCJ do Senado

O secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho , falou nesta terça-feira (20), em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, sobre a proposta de reforma aprovada pela Câmara que segue para apreciação dos senadores. Marinho defendeu a importância da mudança para a economia brasileira, mas admitiu que “Não será a reforma do sistema previdenciário que vai gerar emprego, renda e oportunidades no Brasil”.

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Um dos principais articuladores do governo pela aprovação do texto, o secretário voltou a defender, no entanto, a necessidade de reformar o sistema, controlar os gastos e a crescer. “Alguma coisa se quebrou nesse país, que foi a confiança das pessoas, e isso temos a obrigação como sociedade de remontarmos. Essa confiança é essencial para a previsibilidade, a segurança jurídica”, defendeu.

“Hoje o sistema é injusto, porque poucos ganham muito e muitos ganham pouco, e ele é insustentável ao longo do tempo”, disse o secretário no início de sua fala na comissão. Ele chamou de “catástrofe” o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços do país, abaixo de 1% nos últimos 4 anos, e argumentou que a reforma seria um “ponto inicial” para a recuperação da economia .

“Acredito que o Brasil está em um momento de inflexão. Temos muitos problemas, muitas diferenças, muitas desavenças até. Mas, certamente, há uma situação que nos une que é o desejo de melhorar o país”, argumentou.

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Nesta semana, estão programados seis eventos ao longo de três dias (terça, quarta e quinta), reunindo 46 convidados e atendendo a pedidos de oito senadores. A comissão é responsável por analisar se a proposta de reforma da Previdência aprovada pelos deputados está de acordo com a Constituição Federal.

Fonte: IG Economia
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Economia

Receita pode parar de emitir CPF e oferecer outros serviços na semana que vem

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Os sistemas da Receita Federal responsáveis por serviços como emissão de CPF e restituição do Imposto de Renda podem parar a partir da semana que vem por causa de cortes no Orçamento. Segundo um comunicado interno ao qual o GLOBO teve acesso, os sistemas serão desligados, “em sua integralidade”, já a partir do próximo domingo (25).

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Reprodução
Segundo a Receita, o contingenciamento oi necessário porque a arrecadação de impostos foi abaixo do esperado

Desde o início do ano, o governo segurou mais de R$ 33 bilhões em gastos. O contingenciamento foi necessário porque, com a economia fraca, a arrecadação de impostos e contribuições ficou abaixo do inicialmente projetado. No Ministério da Economia, pasta responsável pela Receita , os cortes acumulam R$ 4,4 bilhões, desde o início do ano.

Além da emissão de CPF e restituição de IR , o Fisco terá que suspender o envio de cartas de cobrança aos devedores e paralisar as operações de comércio exterior, diz o comunicado interno. A disponibilização de recursos para Fundos de Participação de Estados e Municípios também está comprometida.

A crise orçamentária foi uma das demandas feitas nesta segunda-feira (19) por subsecretários da Receita, em reunião com o secretário especial do órgão, Marcos Cintra. A expectativa é que ele trabalhe para conseguir recursos para manter as atividades em funcionamento.

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Segundo uma fonte, essa é uma manobra de pressão e a previsão é que, no fim das contas, o dinheiro necessário para evitar um shutdown(paralisia da máquina) seja providenciado.

A falta de autonomia orçamentária é um dos pontos que leva parte do corpo técnico da Receita a apoiar a ideia de transformar o Fisco em uma autarquia . Essa ideia, no entanto, que seria também uma resposta à crise política desencadeada por pressões sobre os auditores, perdeu força após a troca do subsecretário-geral da Receita, João Paulo Fachada , que será substituído pelo auditor-fiscal José de Assis Ferraz Neto.

Hoje, Ferraz Neto atua na delegacia da Receita em Recife. De acordo com pessoas próximas a Ferraz Neto, o novo subsecretário tem perfil semelhante ao do atual: técnico e discreto. Ambos são auditores há mais de 20 anos.

A substituição de Fachada ocorre em um momento de  crise institucional no Fisco. Com o movimento, a equipe econômica espera baixar a temperatura. Nos últimos dias, Cintra vinha sendo pressionado para demitir seu secretariado, diante de críticas de autoridades dos três Poderes em relação a procedimentos de fiscalização adotados pela Receita.

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A troca na cúpula pegou de surpresa técnicos do segundo escalão, que chegaram a considerar entregar seus cargos, mas resolveram dar a Cintra um ultimato: exigiram blindagem a interferências políticas e uma defesa mais enfática do papel do órgão.

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Suspensão de apurações do Fisco

No início de agosto, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a suspensão de 133 apurações da Receita, alegando haver desvio de finalidade. A lista incluía nomes da própria Corte.

Na semana passada, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse haver “excessos” na atividade do órgão . Bolsonaro, por sua vez, reclamou de uma devassa na vida financeira de sua família.

O subsecretário-geral é responsável por tocar, de fato, o dia a dia da Receita . Ele faz o elo entre os técnicos e Cintra, que dedica a maior parte do tempo a debates sobre a reforma tributária. Por isso, a expectativa é que a troca acalme os ânimos.

Segundo fontes do órgão, o secretário especial também percebeu que, se não tomasse essa atitude, seu próprio cargo estaria sob risco.

Fonte: IG Economia
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