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Apresentador do SporTV se desculpa com presidente do Vitória após fake news

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Marcelo Barreto se desculpa com presidente do Vitória após fake news arrow-options
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Marcelo Barreto se desculpa com presidente do Vitória após fake news

O apresentador Marcelo Barreto, do SporTV, abriu o seu programa “Redação SporTV”, nesta terça-feira, com um pedido de desculpas por uma saia justa ocorrida no programa do dia anterior.

Marcelo Barreto havia criticado o presidente do Vitória, Paulo Carneiro , por uma suposta briga na internet com o perfil oficial do Cruzeiro . Ele ainda explicou que caiu em uma “fake news” . A briga na realidade não aconteceu.

Leia mais: Em nota, entidade diz que Mauro Cezar, da ESPN, ‘destila veneno’ contra técnicos

A interação com as redes sociais é algo frequente no programa. Contudo, a “ajuda dos internautas” desta vez trouxe embaraço ao jornalista. A informação falsa veio por meio do Twitter e criava um suposto comentário do presidente do clube baiano afirmando que Roger Machado, técnico do Bahia, teria acertado sua ida ao Cruzeiro.

Com o presidente ao telefone, Barreto se desculpou ao vivo sobre o caso: “O que nós temos a dizer ao Paulo Carneiro é o seguinte: Erramos. O presidente tem razão e está conosco para ouvir, em meu nome e em nome do Redação SporTV , um pedido oficial de desculpas”.

Na noite anterior, Carneiro havia cutucado pelo Twitter sobre as críticas de Barreto e cobrou por não ter sido questionado se era verdadeiro o caso.


– Recebemos de um internauta… Não vou dar crédito porque ele mesmo é um fake e o objetivo dele era aparecer e pelo menos esse gostinho eu não vou dar. O constrangimento que ele queria causar, ele conseguiu. Parabéns. O que nos confundiu foi este símbolo azul que está ao lado do nome ‘Cruzeiro Esporte Clube’, que é a verificação – finalizou Marcelo Barreto .

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Paula Pequeno e Taiana Lima formam nova dupla de vôlei de praia

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O fim de uma dupla costuma ser o início de outra. Assim é nos duos de vôlei de praia e foi o que aconteceu, nesta segunda (10), com o anúncio da união entre Paula Pequeno e Taiana Lima. Pelas redes sociais, elas confirmaram a união esportiva. Bicampeã olímpica dentro das quadras (2008 e 2012) e com 38 anos, Paula é praticamente uma novata na modalidade. Ao contrário da parceira, que tem toda carreira ligada a competições na areia, com vários títulos e prêmios. O lançamento oficial da dupla ocorre na próxima quarta (12) num hotel no Rio de Janeiro.

No final do ano passado, Paula formou dupla com a contemporânea de seleção brasileira Marianne Steinbrecher, a Mari. A estreia delas foi em março e o caminho das duas foi curto, com dois jogos e duas derrotas em Aracaju (Sergipe). Logo depois, todo o circuito brasileiro foi cancelado por causa da pandemia. “Tendo perdido esse precioso tempo de preparação, decidimos tentar encurtar o nosso caminho rumo à transição mais rápida possível. Sendo assim, eu e Mari não somos mais uma dupla, mas sim amigas como sempre e para sempre”, explicou Paula, sobre a separação, pelas redes sociais, destacando ainda que iriam em busca de evolução mais rápida, procurando parceiras com maior experiência na areia.

A nova parceira de Paula, Taiana, tem metade dos 34 anos de vida dedicados ao vôlei de praia. A cearense começou na modalidade através de um projeto de novos talentos da Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). Fernanda Berti foi a última parceira, mas Taiana já jogou ao lado de Talita, com quem conquistou o título do Circuito Mundial em 2013 e o vice-campeonato mundial em 2015.

Mari ainda não anunciou nada sobre o futuro nas areias, mas curtiu a publicação da antiga parceira sobre a nova dupla, sinalizando que a amizade continua.

*Título alterado às 20h30 para correção do nome da atleta. 

Edição: Fábio Lisboa

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Coluna – Cordel paralímpico

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Em um Brasil de culturas tão variadas do Oiapoque ao Chuí, poucas manifestações são tão identificadas com uma região quanto o cordel com o Nordeste. A poesia popular leva adiante histórias e tradições de um povo que emana orgulho das raízes, de forma declamada ou cantada. O nome remete à maneira como os versos eram apresentados, em folhetos expostos em varais de cordas ou barbantes.

Unir a paixão pela cultura de onde nasceu com o esporte pelo qual se apaixonou aguçou a criatividade de Jônatas Castro. Natural de Paulista, uma cidade paraibana de cerca de 12 mil habitantes, que fica a 410 quilômetros da capital João Pessoa, ele é auxiliar técnico da seleção brasileira feminina de goalball, única modalidade paralímpica que não é adaptada, sendo praticada por atletas com deficiência visual, total ou parcial.

“Quando estou na roda de amigos, gosto de recitar alguns poemas, muitos deles de poetas consagrados do Nordeste. A professora Carla da Matta [coordenadora nacional de arbitragem e representante das Américas na federação internacional da modalidade], que é uma grande amiga, recebeu uma mensagem com o cordel do handebol e me provocou a fazer um do goalball”, conta Jônatas à Agência Brasil.

Ele precisou de uma só noite para criar o Cordel do Goalball, divulgado pelas redes sociais da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV). Segundo o autor, professor de Educação Física e técnico da Associação Paraibana de Cegos (Apace), a ideia era se colocar no lugar de alguém que está conhecendo a modalidade. A poesia começa:

“Um dia eu fui convidado

Pra assistir um esporte

De um cabra danado de forte,

Mas eu achei engraçado

Quando fui logo avisado

Que ele não enxergava nada

Como fazia a jogada?

Por onde ele era guiado?

Chega fui desanimado

Pra ver aquela empreitada”

Os versos seguintes descrevem regras do goalball, como o uso de óculos escuros (para igualar atletas de baixa visão e os que nada enxergam), o número de jogadores (três) de cada lado, o inglês como idioma universal, a necessidade da bola arremessada quicar no chão (para os atletas escutarem o guizo e se orientarem em quadra) e a importância do silêncio entre torcedores. Também demonstram o espanto, comum a quem vê ao esporte pela primeira vez, com a força e as variações nos arremessos da bola e a agilidade nas defesas. E continua:

“E assim seguiu o jogo

Cada bola uma pancada

De rasteira à quicada

Gol de um lado, gol do outro

Jogo ali pegando fogo

E eu só observando

Cada gol tava gritando

Mais ou menos entendia

E quanto mais eu assistia

Mais ficava admirando”

Segundo Jônatas, além de apresentar a modalidade de uma forma lúdica, o objetivo do cordel foi mostrar que o paradesporto é ilimitado. “Serve para o goalball e para todo o movimento paralímpico. Quero incentivar que as pessoas conheçam os esportes, os atletas, e que possamos quebrar alguns tabus e preconceitos socialmente construídos pelos anos e enxergar primeiro o desportista, o atleta”, diz, reforçando a mensagem da última estrofe do poema:

“No final da experiência

Eu via apenas atletas

Com suas vidas repletas

Além da deficiência

Pois quem tem a consciência

Não depende da visão

Não lhe falta inspiração

Que ao esporte é permanente

Que é incondicionalmente

Dada pelo coração”

Nada melhor que um recado em cordel para encerrar o texto, correto? Este, o próprio Jônatas enviou à Agência Brasil:

“Quem quer melhor conhecer

E desfrutar o Paradesporto

Pode ir com muito gosto

Procurar o CPB

Lá vocês poderão ver

Os atletas em destaques

Em muitas modalidades

Com extrema competência

Vencendo as deficiências

Com as demais capacidades”

Edição: Fábio Lisboa

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