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Queen Club revive lendária casa noturna Studio 54 e reúne estrelas em homenagem a Zumzum

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FONTE: O BOM DA NOTÍCIA

A icônica casa Zumzum que encerrou suas atividades em 2014 será mais uma vez homenageada pela Queen Club, neste sábado (10.08), ás 23h, com o remake do projeto Studio 54 + TPM, desta famosa casa que deixa saudades.

O time de estrelas da Zumzum formado por Sarah Mitch, Leila Veronick, Elza Dy Brasil, Joyce Knowles, Petilaine Queen, Alice Alencar, além das convidadas Allanna Falconne, Jeniffer Simond, Yohanna Falconne, Samantha Lynnix e da Miss Gay Mato Grosso, Jennifer Lizz, trazem para o Palco da Queen Club o Show STUDIO 54 com as canções maravilhosas das Divas consagradas da “Era Disco”.

Para o empresário Thiago Almeida, dono da Queen Club, a  proposta do projeto é reviver a lendária casa noturna. “Sábado vai ser o dia de homenagear a ZUMZUM bar Disco sendo que a Studio 54 foi uma das festas mais marcantes quando a boate estava aberta. Hoje fico feliz de juntar o passado com o presente de uma forma tão harmoniosa ao lado das estrelas que mais marcaram na época”, comemora o médico.

A Studio 54 recebia as maiores celebridades do mundo, e foi sem dúvida, a casa noturna mais fervida de todos os tempos.

Clientes considerados vips e celebridades tinham acesso livre, mas centenas de pessoas se aglomeravam na entrada da casa tentando “ser escolhido” para entrar. Isso mesmo! Existia uma escolha, que muitas vezes era feita pelo Steve Rubell, proprietário da Studio. Foi ali, num pequeno espaço em Nova Iorque, que tudo começou: as noites mais agitadas, as divas da música, os paetês e brilhos, porém muita droga, o que foi um dos motivos das batidas policiais até o seu encerramento no começo dos anos 80. Tanto a magia dos anos 70 como a Zumzum deixaram saudades e serão revividas no show organizado pelo jornalista e produtor cultural, Menotti Griggi, que convidou o elenco da Zumzum para essa festa que promete ser incrível.

“Faremos uma homenagem com um show dos sonhos”, complementa Thiago.

A ideia foi pensada também para atender quem gosta de música ao vivo e por isso na parte superior da Queen Club, o Sky Lounge recebe o Projeto TPM (Tudo Para Mulheres) para aquela noite de pop rock e sertanejo com as cantoras Viviane Cantarella e Queilinha Ribeiro e uma banda, para fazer todo mundo dançar. (Com assessoria)

SERVIÇO

A Queen Club está localizada na rua Dois, 2-124, bairro Vila Jussara (ao lado do Antigo Tom Choppin). Os ingressos antecipados estão sendo vendidos a R$ 20. No dia, até meia noite e meia, R$ 25, e, após este horário, R$ 30. Antecipados com Michelli Paust pelo contato (65) 99915-6166 e com Elza Dy Brasil pelo (65) 99338-4855. Também na sede da Queen Club. Mais informações: (65) 9 9207-1985.

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Venda de bilhetes do bonde de Santa Teresa a turistas está proibida

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O uso dos bondes de Santa Teresa, na região central da cidade do Rio, está restrito a partir de hoje (18), a moradores do bairro cadastrados no sistema de gratuidade, sem prejuízo da necessidade da devida comprovação desta condição com apresentação da carteira devida. Com a medida fica proibida da venda de bilhetes para turistas, que costumam visitar o bairro com este tipo de transporte.

De acordo com a secretaria de estado de Transportes do Rio, a medida foi adotada como prevenção ao novo coronavírus. A ocupação dos lugares no bondinho, como são chamados, foi reduzida de 32 para 24 e a circulação será feira entre a estação Carioca e parada Dois Irmãos, com intervalos de uma hora.

A secretaria informou ainda que a aplicação da restrição será avaliada até o fim de semana e não descartou a inclusão de novas medidas. “Até o fim da semana, essas mudanças serão reavaliadas e novas medidas poderão ser adotadas”, diz a nota.

Os dias e horários de operação foram mantidos. De segunda a sexta é das 8h às 17h40; aos sábados, das 10h às 17h40, e aos domingos e feriados, das 11h às 16h40.

A decisão do diretor-presidente da Companhia Estado de Engenharia de Transportes e Logística- Central, Carlos Alberto Buss, responsável pela operação do serviço foi publicada nesta quarta-feira (18) em portaria do presidente do Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro, Cleber Ribeiro Afonso.

 

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Saúde

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Setor mineral fatura R$ 1,4 bilhão, mas contribui com R$ 22 milhões para o Estado

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Foto: Ronaldo Mazza

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Renúncia e Sonegação Fiscal da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Wilson Santos (PSDB), afirmou, durante a reunião ordinária da CPI, que o setor mineral faturou, em 2016, cerca de R$ 1,4 bilhão, mas pagou apenas R$ 22 milhões de impostos à Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz).

Na 26ª reunião ordinária,  realizada na terça-feira (17), a CPI ouviu o presidente da Cooperativa de Pequenas Mineradoras de Ouros e Pedras Preciosas de Alta Floresta Ltda, Darcy Winter, e o geólogo e ex-presidente da Companhia Mato-grossense de Mineração (Metamat), Serafin Carvalho.

Antes das duas oitavas, os deputados membros da CPI aprovaram seis requerimentos. Entre eles está o convite a prefeitos para prestarem informações sobre as atividades minerais em seus municípios. Ainda não há confirmação se todos virão à próxima reunião, marcada para terça-feira (24), às 9 horas, na sala Deputado Oscar Soares, 201, da Assembleia Legislativa.

Os prefeitos convidados que devem participar da reunião são:

Peixoto de Azevedo – Maurício Souza

Nossa Senhora do Livramento – Silmar Souza

Nova Xavantina – João Batista Vaz

Nova Lacerda – Uilson José da Silva

Pontes e Lacerda – Alcino Pereira Barcelos

Matupá – Valtinho Miotto

Cocalinho – Dalva Maria de Lima Peres  

Barra do Bugres – Raimundo Nonato Abreu Sobrinho

Porto Esperidião – Martins Dias de Oliveira

Conquista d’Oeste – Maria Lúcia de Oliveira Porto

Cáceres – Francis Maris Cruz

Nobres – Leocir Hanel

Poconé – Tata Amaral

O presidente da Cooperalfa, Darcy Winter, disse que a cooperativa tem dez anos e conta com 500 cooperados. Eles exploram 200 quilômetros de leitos dos rios nos municípios de Alta Floresta, Paranaita, Carlinda, Novo Mundo, Nova Guarita e Apiacás.

“Em 2018, nessa região, os cooperados extraíram de 300 a 400 quilos de ouro. A qualidade do teor do ouro extraído na região é de 80 a 98.  Com a tipificação é feita a classificação do Ouro” explicou.

O deputado Wilson Santos questionou se Winter tinha conhecimento de sonegação de impostos na venda do ouro na região. Ele disse que ocorre entre os garimpeiros que não são legalizados. “Com os cooperados não há sonegação. Quem compra ouro dos cooperados quer nota fiscal, porque vai ter que negociar o produto”,  disse.

Para ele, um dos grandes entraves para que os garimpeiros sejam legalizados em Mato Grosso é na hora do licenciamento ambiental e, com isso, ter que pagar as taxas à Secretaria de Estado de Meio Ambiente.

“As taxas cobradas pela Sema são exorbitantes. A primeira licença custa R$ 1.109. Hoje, para legalizar 10 hectares, o garimpeiro gasta mais de R$ 15 mil. No final, ele gasta em torno de R$ 30 mil”, afirmou Darcy Winter.

Outro convidado, Serafin Carvalho, afirmou que o potencial total de exploração de ouro não é conhecido. Segundo ele, há apenas um levantamento básico geológico (mapa) e um levantamento geológico específico que identifica as áreas que possuem minérios.

“Mato Grosso possui sete tipos de minérios. O estado já foi o maior produtor de ouro, diamante e calcário. Em 2018, foram extraídas 18 toneladas de ouro. Hoje, a Bahia é maior produtor brasileiro de diamantes”, disse.

Serafin afirmou ainda que outros minérios que Mato Grosso possui são a água potável de mesa, o manganês (Guiratinga e Juara), a cassiterita (Colniza), a argila (cerâmica vermelha), a areia e o cascalho. “Mato Grosso conhece muito pouco seu potencial mineral”, afirmou.

De acordo com o geólogo, a extração do ouro em Mato Grosso rendeu mais de R$ 51 milhões de arrecadação de impostos. Desse valor, cerca de 60% é destinado para o município produtor, 15% para o município afetado, 15% para o estado e 10% para a União. “Orçamento destinado à Agência de Mineração não chega nem a R$ 1 milhão”, completou Carvalho.

O sub-relator da CPI, deputado Ondanir Bortolini (PSD) – Nininho, questionou o geólogo Serafin Carvalho se todo o ouro extraído de Mato Grosso é declarado aos órgãos competentes. Ele disse que “não deve ser não, deputado”.

O presidente da CPI voltou a lembrar que os pedidos solicitados à Sefaz não estão sendo encaminhados para a comissão. Segundo ele, a Sefaz não vem colaborando com a CPI. “O termo que será utilizado agora para obtermos os documentos é o de requisição. É uma expressão que a Procuradoria da Assembleia Legislativa nos orientou a fazer. Há cinco meses pedimos documentos que tratam das exportações mato-grossenses, de 2013 a 2016, mas, até hoje, não repassaram nada”, afirmou Santos.

A CPI da Renúncia e Sonegação Fiscal é presidida pelo deputado estadual Wilson Santos (PSDB). Compõem a comissão, além de Wilson Santos (PSDB), os deputados Carlos Avallone (vice-presidente), Ondanir Bortolini (PSD), Valmir Moretto (Republicanos) e Janaina Riva (MDB).

Fonte: ALMT

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