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''Perdeu a cabeça"

Mulher desaparecida há 45 dias, pegou o primeiro ônibus e foi parar em São Paulo; arrependida pede ajuda pra voltar à Cuiabá

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A servidora pública Fabiana Marisney Cintra da Silva, de 40 anos, desaparecida há 45 dias, foi localizada nesta sexta-feira (26),  pela Polícia Judiciária Civil (PJC), em um abrigo de São Paulo.  Fabiana desapareceu no último dia 10 de junho, após sair de casa pela manhã, com destino a escola em que trabalha, avisando a família que iria até a instituição para obter informações sobre a greve dos professores, no bairro CPA 4. Desde então não deu mais notícias e não foi mais vista.

A irmã Tatiana Cintra contou como foi o reencontro. “Ela saiu de casa no dia 10, foi até a rodoviária, pegou o primeiro ônibus que passou e foi parar em São Paulo. Nesse período permaneceu em uma casa de apoio e graças ao trabalho da polícia que insistiu no caso, minha irmã foi localizada”, completou.

De acordo com Tatiana, a servidora sofre depressão e diabetes, e tinha lapsos de memória. Ela foi encontrada após realizar uma consulta em São Paulo, usando o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS), que informou seu paradeiro.

“A Polícia nós comunicou onde ela estava. Meu irmão viajou até São Paulo e a buscou. Ela estava bem, o reconheceu e aceitou voltar para casa. A psicóloga do abrigo foi a única pessoa que teve contato com Fabiana nesse período e contou que ela esteve bem durante os dias em que passou por lá, uma rotina normal”.

A família agradeceu a todos que ajudaram nas buscas, ressaltando que Fabiana recebeu uma nova chance e agora se encontra sob os cuidados dos parentes e amigos, que tanto ama.

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Homem é preso furtando hambúrguer e chocolate em mercado

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Um homem foi preso pela PM na noite de quinta-feira (14), acusado de ter furtado 12 de empanados de frango de um mercado localizado na Rua João Pedro Moreira de Carvalho, no Setor Industrial Norte, em Sinop.

A ação do indivíduo foi flagrada pelas câmeras de monitoramento quando ele pegou os produtos e escondeu dentro de um capacete. Quando tentava deixar o local sem pagar foi abordado pelos seguranças.

A Polícia Militar foi acionada e esteve no local, em seguida conduziu o suspeito e mercadoria apreendida até a delegacia de polícia.

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Feminicídios correspondem a quase metade dos assassinatos de mulheres em MT

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Levantamento da Coordenadoria de Estatística e Análise Criminal (CEAC) da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) aponta que 87 mulheres foram assassinadas em Mato Grosso em 2019, sendo que 39 casos correspondem a feminicídios. Esta tipificação foi incluída pela Lei 13.104/2015 na categoria de crime contra a vida no que diz respeito a homicídio de mulheres praticados em virtude de violência doméstica e familiar ou menosprezo/discriminação contra a condição de mulher.

Os dados são referentes ao período de janeiro e dezembro do ano passado, e englobam todas as idades. Com relação a 2018, houve uma redução de 7% nos casos de feminicídios, já que naquele ano foram registrados 42 casos. É importante ressaltar que este número pode sofrer alteração, tendo em vista que a investigação do crime é complexa e a consolidação da motivação pode exigir extensão de prazo e envio posterior pelas delegacias.

Cuiabá não registrou caso de feminicídio em 2019. As ocorrências desta natureza ocorreram no interior do estado, nos municípios de Primavera do Leste (4), Sinop (3), Várzea Grande (3), Chapada dos Guimarães (2), Peixoto de Azevedo (2), Rondonópolis (2) e Sorriso (2).

Os demais municípios apresentaram um registro cada: Água Boa, Alto Taquari, Cáceres, Campo Vede, Comodoro, Confresa, Diamantino, Juína, Mirassol D’Oeste, Nobres, Nova Mutum, São Félix do Araguaia, São José dos Quatro Marcos, Tabaporã, Tangará da Serra, Torixoréu e União do Sul.

Dentro do acompanhamento de homicídios envolvendo vítimas femininas, houve aumento em 2019, com 87 registros, levando em consideração o mesmo período de 2018, quando houve 82. De acordo com a série histórica, Mato Grosso registrou 85 homicídios de mulheres no período de janeiro a dezembro de 2015; 91 em 2016; e 84 em 2017.

Detalhamento de homicídios

Os meses que mais apresentaram registros no ano passado foram novembro, com 11 casos, e janeiro, com 10 homicídios de vítimas femininas. O menor número ocorreu em outubro (3); seguido de agosto (5); fevereiro e dezembro (ambos com 6); abril, maio e junho (7 cada); março e setembro (ambos com 8); e julho (9). O estudo demonstra ainda que Cuiabá e Várzea Grande tiveram, respectivamente, quatro e seis mulheres assassinadas ao longo de 2019.

Por dias da semana, a sexta-feira foi a que mais apresentou mortes de mulheres em Mato Grosso, com 17 casos, seguida de quinta-feira (15), sábado (14), domingo e segunda-feira (ambos com 12), quarta-feira (10) e terça-feira (7). Com relação à faixa etária, 21 mulheres tinham entre 36 e 45 anos; 15 entre 18 e 24 anos; 11 de 25 a 29 anos; 11 estavam com idade entre 30 e 35 anos; 9 mulheres de 46 a 59 anos; outras 9 de 12 a 17 anos; 6 acima de 60 anos; 3 com idade entre 0 e 11 anos; e 2 não tiveram idade informada.

O levantamento também descreve o meio empregado nos casos de assassinatos contra mulheres. No estado, dos 87 casos, 37% foram praticados com arma de fogo; 25% com arma cortante ou perfurante; 8% com arma contundente; 10% pelo uso da força muscular; 19% outros meios; e 1% com veneno. A maior motivação apontada continua sendo passional (38%), e em seguida a apurar (31%). Os demais casos são motivados por envolvimento com drogas (15%), rixa (6%), vingança (6%), fútil (1%), ambição (1%), pedofilia (1%) e álcool (1%).

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