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Viagem no tempo pertinho da capital: veja o que fazer em Paranapiacaba

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Encontrar o que fazer em Paranapiacaba não é difícil. Apesar do tamanho diminuto, o distrito de Santo André que surgiu para abrigar os trabalhadores da São Paulo Railway no Século XIX oferece atividades diversas, que vão do Festival de Inverno de Paranapiacaba até trilhas em meio à natureza – e ainda pode ser uma boa opção para um bate e volta saindo de São Paulo .

Réplica do Big Ben na cidade de Paranapiacaba arrow-options
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Não é difícil encontrar o que fazer em Paranapiacaba, um pedaço da Inglaterra no estado de São Paulo

E para dar ainda mais fôlego ao turismo na região, entidades como a World Monuments Fund (WMF), dedicada à preservação de sítios históricos, têm ajudado nos esforços de revitalização do distrito, fornecendo cada vez mais opções para quem procura o que fazer em Paranapiacaba .

Desde o início do Século XXI, segundo o site do WMF, foram restaurados diversos monumentos, como a Casa Fox, o Castelinho, o Lyra Serrano Club e o Antigo Mercado. 

Mas os esforços não pararam por aí. Segundo a prefeitura de Santo André, neste final de semana, data que também marca o início do 19º Festival de Inverno de Paranapiacaba , deve ser reinaugurada a torre do relógio, que estava parada há mais de 10 anos.

E já que o Festival de Inverno foi mencionado, nada mais justo do que começar o roteiro turístico nesse distrito do Grande ABC por ele.

O que fazer em Paranapiacaba #1: o Festival de Inverno

Artistas se apresentando em praça de Paranapiacaba no Festival de Inverno arrow-options
Reprodução/Facebook
O Festival de Inverno de Paranapiacaba reúne shows, aulas abertas e intervenções artísticas durante o final de julho

Todo ano, há quase duas décadas, é realizado o Festival de Inverno de Paranapiacaba. Nele, são feitas apresentações musicais, exposições e intervenções culturais.

O festival costuma acontecer nos últimos finais de semana de julho, e visa enaltecer o patrimônio da vila inglesa projetada pelo filósofo Jeramy Bentham. Em 2019, serão cerca de 100 atrações, que incluem também oficinas e aulas abertas.

Além da réplica do Big Ben , será entregue também a Casa Escola Solidária, que funcionará no Antigo Galpão. De acordo com informações da Prefeitura de Santo André, serão realizadas uma série de atividades desenvolvidas pelo Fundo Social de Solidariedade em parceria com secretarias da Prefeitura.

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O que fazer em Paranapiacaba #2: ecoturismo

Pedras empilhadas naturalmente em trilha de Paranapiacaba arrow-options
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Para quem gosta de ecoturismo, as trilhas nos arredores do distrito do Grande ABC são uma oportunidade imperdível

Mas o Festival de Inverno de Paranapiacaba não é o único atrativo de lá. O distrito do Grande ABC também é procurado por turistas que gostam de ficar em contato com a natureza, pois seu entorno oferece diversas trilhas para explorar a Serra Paulista, e um dos principais locais para penetrar a Mata Atlântica é o Parque Nascentes de Paranapiacaba.

Nele podem ser encontrados exemplares de várias espécies de samambaias, bromélias e orquídeas. A fauna também é diversa, com animais como sanhaços, pica-paus, morcegos, bichos-preguiça, etc.

De acordo com o site da Prefeitura de Santo André, o local funciona de terça a sexta-feira das 8h30 às 15h30 e das 8h às 16h45 aos feriados e finais de semana. O serviço de monitoria para explorar as trilhas deve ser contratado à parte no local ou com agendamento prévio, e seu preço pode variar de acordo com as agências e monitores contratados.

O que fazer em Paranapiacaba #3: pontos turísticos históricos

Quem gosta de história também deve ficar bem servido na hora de encontrar o que fazer em Paranapiacaba. São diversos pontos turísticos históricos no distrito, alguns deles parte da programação do Festival de Inverno de Paranapiacaba.

O Museu Castelo, que opera no revitalizado Castelinho, já foi a casa do engenheiro-chefe da ferrovia. Atualmente, segundo o site da Prefeitura de Santo André, ele conta com um acervo composto por móveis e peças que revelam a história da ferrovia que ligava Paranapiacaba ao resto do estado.

E as memórias dos habitantes do distrito do Grande ABC também são eternizadas na Casa Fox, outro ponto turístico que se beneficiou do programa de revitalização realizado pelo WMF e pelas autoridades locais.

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Além desses dois pontos, o Museu Funicular é outro local que conta as histórias do distrito. Nele, estão expostas locomotivas, vagões e máquinas de manutenção que eram utilizadas no auge da ferrovia.

Outros pontos importantes para conhecer a história de Paranapiacaba são a já mencionada réplica do Big Ben, o Antigo Mercado – que tornou-se um espaço multicultural após ser restaurado -, e a Igreja Bom Jesus de Paranapiacaba, o principal marco da Parte Alta da vila inglesa.

Como ir para Paranapiacaba?

Ponto do mapa do transporte público que mostra a estação do expresso turístico de Paranapiacaba arrow-options
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O distrito do Grande ABC pode ser acessado por meio de transporte público, por carro ou então pelo expresso turístico

Agora que você já sabe o que fazer em Paranapiacaba, é hora de descobrir como chegar lá, uma etapa tão importante quanto a primeira. Mas não se preocupe: o trajeto é simples, e pode inclusive ser feito por meio do transporte público.

Se você estiver a fim de experimentar essa ideia, basta pegar, em São Paulo, a Linha 10 (Turquesa) da CPTM até a estação final, em Rio Grande da Serra. De lá, é só pegar o ônibus 424 da EMTU (Viação Ribeirão Pires) com destino a Paranapiacaba.

Para quem é de Santo André, o trecho é ainda mais simples. Do Terminal Rodoviário Prefeito Saladino sai o ônibus 040, também da Viação Ribeirão Pires, cujo ponto final é em Paranapiacaba.

Outra opção é pegar o expresso turístico, no qual os turistas embarcam em dois carros da década de 50, tracionados por uma locomotiva totalmente reformada da mesma época.

O roteiro é realizado somente aos domingos a partir de dois pontos do trajeto. De acordo com o site da CPTM, o passageiro pode embarcar na Estação da Luz às 8h30  ou às 9h na Estação Prefeito Celso Daniel, na Linha 10 Turquesa. O retorno é feito às 16h30.

Mas se ir de carro é a sua preferência, é bom se preparar para pegar a estrada. Indo pela Via Anchieta, na pista marginal sentido Riacho Grande, você deve entrar na Estrada Velha do Mar no sentido Ribeirão Pires, na altura do km 29.

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Em seguida, é preciso acessar a Rodovia Índio Tibiriçá e percorrê-la até o km 45,5, onde você pegará a alça de acesso para a Rodovia Antonio Adib Chamas para descobrir pessoalmente o que fazer em Paranapiacaba .

Fonte: IG Turismo
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8 truques para escapar das roubadas no Rio de Janeiro

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O Rio de Janeiro continua lindo. Mas ainda carrega fama de cidade insegura para os turistas desavisados e isso não é à toa. Como muitas metrópoles do país, há arrastões em praias e assaltos nos calçadões, que não se podem prever, mas também há uma série de dicas que podem te ajudar a fugir de experiências desagradáveis ao visitar a Cidade Maravilhosa. 

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Vista do Rio de Janeiro do Cristo Redentor


Prestar atenção a trajetos, usar alguns aplicativos e escolher o horário certo para alguns passeios pode te poupar de algumas roubadas no Rio de Janeiro .

1. Vai pegar um taxi? Cuidado com o trajeto

A tradição de dar umas voltas a mais como turista não deixou de existir com o advento dos aplicativos. A moda agora nos bancos de carros é que o valor final da corrida fica maior que o previsto por causa da bandeira dois. A dica é ficar de olho no Waze no seu próprio celular pra saber se o motorista não está rodando mais do que o necessário.

2. Vai seguir o caminho pelo Waze e não conhece a cidade? Cuidado rebrobado! 

Se a ideia é ir de carro ou mesmo alugar um por lá, cuidado ao seguir o caminho indicado pelo Waze. Ele até pode ser o mais rápido, mas pode não ser o mais seguro. Tente evitar trajetos que te levem para vias como Linha Vermelha ou Amarela, por exemplo. 

Ainda assim, tente andar com a internet em dia ou, no mínimo, um mapinha de papel da cidade (tem de graça em todo hotel). Se precisar pedir informação na rua dificilmente um carioca não dará: ele te explicará um caminho ou direção mesmo que não tenha a menor ideia do que esteja falando, sempre com muita simpatia.

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3. O “alternativo” pode virar um problema

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Bondinho do Pão de Açúcar

Cuidado também com os “programas alternativos”, como tomar cerveja no simpático morro da Urca como opção à fila do passeio no bondinho. É de fato uma balada barata e a vista é linda, mas, assim como os banheiros dos bares que liberam as garrafas para serem tomadas na rua, o cartão postal tem um natural cheiro de urina que vai se adensando com o aumento de gente no point . Vá preparado. 

4. Vai aos Arcos da Lapa? Escolha bem o horário 

Os Arcos da Lapa são um cartão-postal do Rio de Janeiro e merecem fazer parte do seu roteiro. E a dica aqui é visitá-los sempre em boa companhia, de preferência à noite. Guarde a imagem da murada branca vista dos bares, depois de algumas cervejas. Passar por lá durante o dia significa desviar de sujeira disputando o chão com gente em situação de rua pedindo esmola. É melhor ficar com a ilusão noturna do Arqueduto Carioca.

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Arcos da Lapa


5. Cuidado com o exagero nas porções

Deixe bem claro que nos restaurantes que o seu prato é “pra um”. Sobretudo nos charmosos restaurantes antiguinhos, com garçons com meio século de profissão que parecem ter saído de uma charge do J. Carlos. Eles têm o hábito de servir a opção família, mesmo que você esteja sozinho. Uma versão raiz do documentário “Super Size Me”.

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6. Calor escaldante x ar condicionado congelante

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Praia de Copacabana

Mesmo com o Sol brilhando, tenha sempre uma mantinha ou casaco a tiracolo. Principalmente no verão, todo lugar fechado parece ter seus aparelhos de ar condicionado calibrados com temperatura dos polos terrestres, como uma forma de compensação com o calor das ruas. E evite os shoppings centers nesses dias mais quentes: eles viram abrigos lotados de refugiados do calor das ruas cariocas, mal dá pra respirar.

7. Cuide bem do seu chope

Quando seu copo de chope estiver pela metade, cuide dele. Se em São Paulo o garçom já traria outro mesmo sem você pedir e, na Bahia, você ficasse com o copo vazio por muito tempo até chegar o segundo, no Rio de Janeiro, alguns bares são capazes de recolher sua bebida depois do terceiro gole “pra não ficar quente”. Fica caro.

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8. “Não perturbe”

Lembre-se de deixar o aviso de “não perturbe” no lado de fora da porta durante à noite, caso não queria acordar com batidas na porta às sete da manhã com oferta de reposição de frigobar depois de uma noitada na praia.

Fonte: IG Turismo
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De São Paulo ao deserto de Thar: 6 livros sobre viagem para você conhecer

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Conhecer cidades ou países também pode ser atrás de palavras. Muitos turistas gostam de consumir livros sobre viagens para ter uma visão diferente dos locais que já visitou (ou que sonha em visitar). E se você faz parte dessa turma, irá adorar a lista que o iG Turismo produziu.

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Livros sobre viagem são outra maneira de conhecer o mundo

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Pensando na arte dos livros de criar cenários sem nenhuma imagem, separamos algumas publicações sobre turismo nacional e outras sobre o turismo internacional, que mesclam histórias de gêneros diversos e pontos turísticos pelo mundo. Conheça abaixo:

Turismo Nacional

No infográfico estão três obras sobre destinos nacionais. Aperte a flecha para ler sobre o próximo livro.

Turismo Internacional

No infográfico estão três obras com destinos internacionais como plano de fundo. Aperte a flecha para ler o próximo título.


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O que achou da lista do iG Turismo com livros sobre viagens? Já leu algum desses citados acima? Deixe seu comentário.

Fonte: IG Turismo
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