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Saúde

“Dia D” contra o Sarampo tem 30 mil  pessoas vacinadas na capital paulista

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Dos casos de Sarampo registrados até agora no Brasil, 82% dos casos foram confirmados no estado de São Paulo

Os números divulgados sobre o balanço do “Dia D” da campanha contra o Sarampo indicam que 30 mil pessoas foram vacinadas contra a doença na capital paulista, sendo 67 mil em 15 cidades da região metropolitana de São Paulo e 222,3 mil em todo do estado.

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A Secretaria Estadual de Saúde tem como público-alvo os jovens entre 15 e 29 anos de idade, que são os que mais estão vulneráveis a contrair Sarampo . Conforme a Secretaria Municipal de Saúde, quem estiver nessa faixa etária deve procurar a vacinação, mesmo se já tomou a vacina ou teve a doença .

A campanha de vacinação contra o Sarampo vai até o dia 16 de agosto e tem como meta vacinar 4,4 milhões de pessoas em 14 cidades do estado de São Paulo, incluindo a capital, onde está a maior parte dos registros da doença.

Os casos de Sarampo em São Paulo

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Tomaz Silva/Agência Brasil

Campanha de vacinação contra o Sarampo abrange 14 cidades do estado de São Paulo até o dia 16 de agosto

Conforme o últmo balanço divulgado na última sexta-feira (19), dos 484 casos registrados no estado de São Paulo, 75% do total  (363) está na capital paulista. Depois vem Santos (23), seguida de Guarulhos (18), Santo André (17) e São Bernardo do Campo (12).

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Até quinta-feira (17), o Ministério da Saúde havia confirmado 426 casos de Sarampo em sete estados brasileiros. Há outros 810 em investigação e 986 descartados. Em São Paulo está registrada a maior parte dos casos da doença no Brasil, com 82% do total.

Vale lembrar que o Sarampo tem como principais sintomas febre, manchas avermelhadas na peledo rosto e tosse persistente. E pode vir a evoluir com complicações que podem levar à morte. Portanto, para evitar a doença, vale seguir o calendário de vacinações. 

LEIA MAIS: Brasil perde status de país livre de sarampo após mais de 10 mil casos em um ano

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Primeiro caso suspeito de gripe H1N1 é registrado em Petrópolis

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Vanderson de Oliveira, de 35 anos, foi a primeira suspeita de gripe H1N1 este ano na cidade de Petrópolis. A vítima, que foi atendida na UPA do centro da cidade, veio a falecer por complicações do quadro, considerado grave.

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A vacina contra a gripe H1N1 está disponível nos postos de saúde da cidade de Petrópolis arrow-options
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A vacina contra a gripe H1N1 está disponível nos postos de saúde da cidade de Petrópolis

De acordo com informações da Secretaria da Saúde, assim que Vanderson deu entrada no Pronto Socorro do bairro Alto da Serra, foi transferido para a sala vermelha da unidade de saúde devido à gravidade do caso. Lá, não resistiu e faleceu.

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Ele foi o primeiro suspeito de contaminação pela gripe do vírus H1N1 esse ano em Petrópolis. A prefeitura afirmou que a suspeita surgiu por complicações no quadro de uma grave pneumonia, mas não houve tempo para se confirmar o diagnóstico. 

Em 2019, foram registrados 65 casos suspeitos da gripe H1N1 em Petrópolis . Destes, seis foram confirmados, com três mortes. A vacina é disponibilizada gratuitamente nos postos de saúde, que além da H1N1, previne outros tipos de gripe.

Caso de febre hemorrágica é registrado no Brasil após 20 anos

A campanha anual de vacinação da cidade tem início no mês de abril, pois trata-se do período que antecede o inverno, em que a frequência de casos registrados é maior. Em 2019, a ação foi prorrogada até junho devido à baixa procura.


Fonte: IG Saúde
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Saúde

Nem sempre é coronavírus! Entenda os tipos e causas da pneumonia

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Diante do surto recente de pneumonia causada por uma nova cepa do coronavírus, que já conta pelo menos 25 vítimas fatais e três cidades em quarentena na China, é comum a preocupação a respeito dos sintomas de qualquer pneumonia ou até mesmo resfriado. É importante destacar, porém, que existem diferentes agentes causadores e muitas diferenças entre eles. 

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Bacterias são as principais causadoras de pneumonia

Leia mais: Ministério da Saúde garante que coronavírus não chegou ao Brasil

pneumonia  é uma inflamação e infecção dos pulmões que pode ser causada por vírus, bactérias ou protozoários. De acordo com Elie Fiss, médico pneumologista do hospital Oswaldo Cruz, “o tipo mais frequente é causado pela bactéria pneumococo, responsável pela grande maioria dos casos”. 

Já a doença de origem viral, na qual se inclui o mal causado pelo coronavírus, representa apenas 6% das ocorrências. A principal diferença entre os tipos da doença está na área afetada.

“Ela pode se desenvolver nos alvéolos ou nos brônquios, como acontece com as bacterianas. As virais atingem mais a região entre o alvéolo e o vaso sanguíneo, por onde passa o oxigênio e o gás carbônico, chamada de interstício”, explica Elie.

No caso da doença causada pela nova cepa do coronavírus , que corresponde ao último grupo descrito pelo profissional, os principais sintomas são tosse seca e febre. 

Leia mais: Período de incubação de novo coronavírus é de 7 dias

Como tratar a pneumonia?

Para o tratamento da pneumonia bacteriana , são receitados antibióticos que variam de acordo com o caso, tipo de bactéria e histórico de resistência do paciente. Já no caso da doença viral, o controle é feito com medicamentos antivirais, além de outras drogas que ajudem a controlar os sintomas.

É importante destacar, porém, o risco de confundir as causas da doença, uma vez que o tratamento de uma é ineficaz para outra. 

Coronavírus não é sinônimo de pneumonia

O profissional de saúde ainda reforça que o coronavírus, por si só, não significa necessariamente uma doença grave . “Com a nova descoberta, existem 7 cepas do coronavírus , ou seja, subgrupos com um ancestral em comum. Desses, 4 causam apenas resfriados leves”, explica.

Os outros dois tipos de coronavírus, prossegue Elie, “foram responsáveis pelas infecções SARS e MERS, síndromes graves que causaram enormes danos principalmente nos Estados Unidos e no Oriente Médio, além do novo tipo, que pode ocasionar em casos mais simples ou mais severos”.

Leia mais: Total de mortes pelo coronavírus sobe para 25 na China

Apesar do risco de disseminação da doença em qualquer país existir, sobretudo considerando viagens de avião e o rápido movimento migratório entre países, o pneumologista tranquiliza a população e diz que não há motivo para pânico ou mudança imediata na rotina, pelo menos no Brasil. “O país tem todas as condições para controlar qualquer quadro de infecção que chegue ao país”, diz.

Fonte: IG Saúde
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