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Os carros mais vendidos de cada marca no 1º semestre

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Motor Show

1 – Chevrolet: Onix – 116.906 unidades

Chevrolet Onix branco arrow-options
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Hatch compacto da GM vai se tornar o carro mais vendido no Brasil pelo quinto ano consecutivo em 2019

O hatch compacto somou 116.906 emplacamentos no 1º semestre de 2019. Quase três vezes mais do que o 2º colocado do fabricante, o sedã Prisma (40.846).

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2 – Volkswagen: Gol – 38.303 unidades

VW Gol 1.6 vermelho arrow-options
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Volkswagen Gol já foi campeão de vendas por 27 anos seguidos e ainda mantém bom fôlego nas vendas

O Polo (32.025) pode até ser o hatch mais recente da marca no Brasil. Mas fica apenas na 2ª colocação no ranking dos Volkswagen mais populares, perdendo para o veterano Gol (38.303)

3 – Fiat: Strada – 36.310 unidades

Fiat Strada verde arrow-options
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Fiat Strada vai receber mudanças no ano que vem e continua bem nas vendas num segmento que tem só três integrantes

Por uma margem de menos de 100 carros, a picape leve Strada (36.310) superou o hatch Argo (36.211) como o mais vendido da marca italiana no Brasil

4 – Renault: Kwid – 40.520 unidades

Renault Kwid branco arrow-options
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Renault Kwid passou a ser bem aceito no Brasil, levado pelo preço e pela economia de combustível no dia a dia

Um dos modelos mais acessíveis do mercado brasileiro, o Kwid somou 40.520 emplacamentos na primeira metade de 2019. Quase o dobro do Sandero, que somou 22.366 unidades emplacadas no mesmo período.

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5 – Ford: Ka Hatch – 50.547 unidades

Ford Ka branco arrow-options
Roberto Assunção
Ford Ka recebeu retoques bem discretos no desenho na linha 2019, mas não deverá receber novidades em breve

Modelo de entrada da marca do oval no Brasil, o Ka Hatch (50.647) lidera com folga para o segundo colocado da Ford, o Ka Sedan (22.886).

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6 – Toyota: Corolla – 26.084 unidades

Toyota Corolla prata arrow-options
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Toyota Corolla se mantém líder de vendas entre os sedãs médios com larga margem de vantagem

Sedã médio mais vendido do Brasil, o Corolla (26.084) ficou com o posto mais alto no ranking da marca, com a picape Hilux (19.810) em 2º.

7 – Hyundai: HB20 – 52.995 unidades

Hyundai HB20 cinza arrow-options
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Atual geração foi um grande sucesso de vendas. A nova chega em outubro, com várias mudanças importantes

Více-líder do ranking geral no acumulado do ano até junho, o hatch HB20 somou 52.995 emplacamentos. A 2ª colocação ficou com o SUV compacto Creta (24.247)

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8 – Honda: HR-V – 23.696 unidades

Honda HR-V branco arrow-options
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Honda HR-V ganhou a nova versão Touring, com motor 1.5 turbo como principal novidade em 2019

Mesmo não sendo o modelo mais acessível da marca japonesa no Brasil, o SUV compacto HR-V (23.696) foi o mais emplacado da empresa. A 2ª posição ficou com o sedã médio Civic (13.584).

9 – Jeep: Renegade – 33.048 unidades

Jeep Renegade branco arrow-options
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Jeep Renegade 2019 surpreende em 2019 e fica na liderança entre os SUVs compactos no Brasil

A marca americana de utilitários tem dos modelos no top 10 do ranking geral do 1º semestre. O Renegade fica na ponta com 33.048 emplacamentos. Já o Compass somou 28.033 unidades emplacadas.

10 – Nissan: Kicks – 25.826 unidades

Nissan Kicks branco arrow-options
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O Nissan Kicks consegue uma boa posição entre os SUVs compactos e a liderança de vendas dentro da marca japonesa

O SUV compacto Kicks (25.826) vendeu 2,5 vezes mais unidades do que o 2º colocado da Nissan por aqui, o sedã compacto Versa (10.107).

11 – Citroën: C4 Cactus – 7.754 unidades

Citroën C4 Cactus azul arrow-options
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Citroën C4 Cactus não faz muito sucesso entre os SUVs compactos, mas é o carro mais vendido da marca hoje em dia

SUV compacto da marca francesa, o C4 Cactus (7.754) é o único modelo da marca francesa a aparecer no top 50 de emplacamentos do semestre. O 2º colocado foi o hatch C3 (1.944).

12 – Mitsubishi: L200 – 4.867 unidades

Mitsubishi L200 marrom arrow-options
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Mitsubishi L200 Triton Sport 2019 é modelo mais vendido da marca japonesa, concentrada dos utilitários

A picape média L200 (4.867) foi o modelo mais emplacado da marca japonesa. A 2ª colocação ficou com o SUV ASX (1.659).

13 – Peugeot: 2008 – 3.942 unidades

Peugeot 2008 branco arrow-options
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Peugeot 2008 recebeu retoques no desenho como principal novidade na linha 2020 para ganhar apelo nas vendas

Recém-reestilizado, o Peugeot 2008 (3.942) ficou na frente do hatch 208 (3.148).

14 – Chery: Tiggo 2 – 3.035 unidades

Chery Tiggo 2 prata arrow-options
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Tiggo 2: o destaque entre os carros chineses do Brasil atualmente é fabricado pela Caoa Chery.

O Tiggo 2 (3.035) ainda é o modelo mais vendido da empresa no semestre, seguido pelo maior Tiggo 5X (2.808).

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15 – Mercedes-Benz: GLA – 1.331 unidades

Mercedes GLA azul arrow-options
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Mercedes-Benz GLA fabricado no Brasil é o carro mais vendido da Mercedes no País, prestes a mudar de geração

Com boa parte das versões montadas em Iracemápolis (SP), o SUV GLA (1.331) foi o mais emplacados da marca alemã no período. A 2ª posição ficou com o Classe C (497).

Fonte: IG Carros
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Toyota Corolla Hybrid x VW Golf GTE: uma briga eletrizante

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Toyota Corolla e VW Golf arrow-options
Carlos Guimarães/iG
Toyota Corolla Hybrid e VW Golf GTE tiveram que se adaptar às novas tendências do mercado e viraram híbridos

Já estamos no início da nova era da mobilidade. E um dos sinais dos novos tempos é que até modelos que sempre tiveram tradição no mercado estão sendo eletrificados. Exemplo disso fica por conta da dupla Toyota Corolla Hybrid (R$ 124.990)  e VW Golf, GTE (R$ 199.990), dois médios que ganharam versões híbridas e chegaram recentemente ao Brasil.

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Tudo bem, existe uma boa diferença de preço entre ambos (R$ 75 mil). Mas ainda há poucas opções de híbridos no Brasil e levando em conta as principais e mais recomendáveis temos esses dois veteranos que se adaptaram à nova ordem do dia. Portanto, vamos aos prós e contras de cada um.

O Toyota Corolla Hybrid é nacional, montado em Indaiatuba (SP) e se tornou o primeiro modelo híbrido flex do mundo. Como sedã médio sem pretensões esportivas, conta com motor 1.8, de ciclo Atkinson (feito para ser mais econômico por exigir menos força do movimento acendente dos pistões), que rende 101 cv e razoáveis 14,5 kgfm de torque a 3.600 rpm.

Para ajudar na eficiência enérgética, existe o motor elétrico, de 72 cv e 16 kgfm de torque, carregado apenas nas frenagens e com o movimento das rodas, sem poder ser plugado na tomada, como o Golf. Porém, notamos que o Toyota consegue reciclar melhor e energia e enviá-la às baterias que o VW.

Outra vantagem do Corolla é que o motor a combustão pode ser abastecido com etanol, ao contrário do Golf. Isso acaba reduzindo o custo por quilômetro rodado no dia a dia. Por outro lado, levando em conta apenas o uso de gasolina, o VW consegue ser mais econômico, de acordo com os números do Inmetro (22 km/l na cidade e 19 km/l na estrada, ante 16,3 km/l e 14,5 km/l, do Toyota, respectivamente).

Então, se for usar apenas gasolina, o Golf também acaba tendo uma autonomia teórica maior, ainda conforme o Inmetro, com 880 km na cidade e 760 km na estrada, contra 700, 9 km e 623 km, do Corolla. Some-se a isso a possibilidade e poder carregar as baterias na tomada e terá no VW um carro capaz de rodar mais sem precisar abastecer. Mas, lembre-se:  o VW custa R$ 75 mil a mais que o Toyota.

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Além de gastar menos e ser plug-in, o Golf anda (bem) mais que o Corolla, já que, ao contrário do sedã, tem algum apelo esportivo. Para acelerar de 0 a 100 km/h o VW precisa de apenas 7,6 segundos, conta 12s do Toyota. A máxima do modelo da marca alemã também é mais favorável (222 km/h ante 180 km/h).

Trocando em miúdos, o Golf gasta menos e anda mais, entretanto, custa bem mais caro que o Corolla, cujo motor a combustão, até pela própria concepção, deveria ser econômico do que mostra na prática do dia a dia, o que reduziria essa diferençå de consumo O fato de ser plug-in também favorece o VW, contudo, não é tão fácil encontrar um ponto para recarga, ainda mais fora do eixo Rio-SP.

Toyota Corolla Hybrid é compra mais racional

Um ponto importante a ser considerado se você ainda está em dúvida entre esses dois híbridos é o tamanho do porta-malas e o espaço interno, quesitos em que o Corolla se sai melhor que o Golf. São 430 litros do Toyota contra 272 litros do VW, que conta com 2,63 de entre-eixos, ante 2,70 m do rival. Logo, ainda mais se a questão do desempenho não for tão importante como critério de escolha, fique com o Corolla.

 O Golf vem importado da Alemanha, como parte de um lote de 99 unidades. Trata-se da sétima geração do hatch médio, que já deixou de ser fabricada. Mesmo assim, ainda é um carro bem moderno, eficiente e seguro,  porém, mais recomendado para quem quer um híbrido com apelo esportivo. Quer saber do novo Golf GTE? A VW ainda não fala nada a respeito. Mas é bem provável que a oitava geração chegue apenas nas versões GTI e GTE, no segundo semestre do ano que vem, mostrada no Salão de Automóvel, em novembro de 2020.

Andando no GTE, um detalhe que chama atenção é que a questão da esportividade fica  bem abaixo do GTI. Portanto, não se empolgue com os bancos quadriculados (Clark). E nem com o volante de três raios, como no GTI. A sensação é apenas de estar ao volante de um Golf 1.4 TSI com algum impulso do motor elétrico, mas nada muito convincente. Também precisam usar uma interface no cluster um pouco menos complicada. São muitos ponteiro digitais subindo e descendo ao mesmo tempo, o que fica bastante confuso. 

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Por dentro, as centrais multimídia ficam como o ponto mais contrastante entre as versões híbridas de Corolla e Golf. No VW o sistema funciona melhor, com mais rapidez, resolução da tela mais alta e mais recursos, o que inclui GPS embutido. Ambos os carros têm ar-condicionado bizone, volante multifuncional revestido de couro, retrovisor eletrocrômico, frenagem automática de emergência, faróis de LED, câmera de ré, entre outros equipamentos.

Mas o Golf vem com alguns itens extras quando o assunto é sofisticação, como freio de estacionamento elétrico e indicador de fadiga ao volante, hastes atrás para trocas de marcha sequenciais, mas nada que pareça justificar a grande diferença de preço em relação do Corolla, que se mostra uma compra mais racional, ao contrário do rival, mais levado pelo apelo emocional de ser uma versão esportiva.

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Conclusão

As versões híbridas de Corolla e Golf são as mais interessantes do mercado hoje em dia, pelo menos até agora. Se estiver atrás de um modelo eletrificado e fizer questão de bom espaço e apenas mais eficiência do que a encontrada em modelos a combustão, o Corolla é uma boa pedida por um preço bem mais em conta que o Golf, que apesar de andar mais e gastar menos é voltado para um público específico, que aprecida uma pegada um pouco mais esportiva.

Ficha técnica

Toyota Corolla Hybrid

Preço: a partir de 124.990

Motor:  1.8, quatro cilindros, flex (Atkinson)

Potência:  101 cv (E) / 98 cv (G) a 5.200 rpm

Torque:  14,5 kgfm a 3.600 rpm

Transmissão:  Automático, CVT , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / braços sobrepostos (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  225/45 R17

Dimensões: 4,63 m (comprimento) / 1,78 m (largura) / 1,46 m (altura), 2,70 m (entre-eixos)

Tanque: 43 litros

Porta-malas: 470 litros 

Consumo etanol: 10,9 km/l (cidade) / 9,9 km/l (estrada)

Consumo gasolina: 16,3 km/l (cidade) / 14,5 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 12 segundos 

Velocidade máxima: 180 km/h

Ficha técnica

VW Golf GTE 1.4 TSI

Preço: R$ 199.990

Motor:  1.4, quatro cilindros, turbo, a gasolina

Potência:  150 cv  a 4.500 rpm

Torque:  25,5 kgfm (G) a 1.500 rpm

Transmissão:  Automático, seis marchas , tração dianteira

Suspensão: Independente, McPherson (dianteira) / multibraço (traseira)

Freios: Discos ventilados (dianteiros) / discos sólidos (traseiros)

Pneus:  205/55 R16

Dimensões: 4,26 m (comprimento) / 1,80 m (largura) / 1,47 m (altura), 2,63 m (entre-eixos)

Tanque: 40 litros

Porta-malas: 272 litros 

Consumo gasolina: 22 km/l (cidade) / 19 km/l (estrada)

0 a 100 km/h: 7,6 segundos 

Velocidade máxima: 222 km/h

Fonte: IG Carros
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Trocando marchas com a mão, na Indian Chief 1948

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A grande maioria dos motociclistas brasileiros, pelo menos os mais jovens, teve conhecimento da existência da marca norte-americana de motocicletas Indian há muito pouco tempo, quando a empresa voltou a produzir motocicletas nos Estados Unidos, após cerca de 60 anos inoperante, e seus produtos começaram a ser importados para o Brasil.

Muito parecidas com as Harley-Davidson, as Indian são ainda mais antigas, com início de produção dois anos antes da sua eterna rival. Foram também dois jovens empreendedores, George Hendee e Carl Oscar Redstrom, que fundaram a Indian Motorcycle Company, em 1901, na cidade de Springfield, Massachussets.

As primeiras Indian ainda não se pareciam com os modelos mais conhecidos posteriormente, pois não eram mais do que bicicletas equipadas com pequenos motores monocilíndricos. Em dez anos, a Indian já era a maior fabricante de motocicletas do mundo, produzindo modelos sofisticados, que até partida elétrica tinham.

Já mostrei aqui todas as versões modernas da Indian que foram comercializadas até o ano passado, quando a marca se retirou de nosso mercado, mas esta Indian Chief 1948 merece um lugar especial na galeria das motocicletas clássicas.

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A Indian Chief começou a ser produzida em 1922, para ser o modelo mais sofisticado da marca. Esse status logo foi comprovado pelo público, que considerava as Indian mais confortáveis do que as rivais Harley-Davidson. O motor V2 de 1.000 cm3 era potente e de funcionamento suave, e logo no ano seguinte, com a cilindrada aumentada para 1.200 cm3, ela chegou a atingir o auge de sua popularidade.

Em 1953, pressionada pelas marcas europeias que começaram a chegar ao mercado norte-americano, as Indian Chief foram consideradas antiquadas e a marca encerrou a sua produção. Dessa data até 2011, quando a Polaris comprou a lendária marca e iniciou a produção das Indian modernas, muitos fabricantes e importadores exploraram a marca com os mais diversos tipos de motocicletas.

Câmbio na mão

Pelas fotos pode-se notar que essa motocicleta tem a alavanca de câmbio acionada pela mão direita, a mesma do acelerador. Isso torna a pilotagem mais difícil, porém mais interessante. Algumas Indian, como se pode ver em pesquisas de fotos de época, tinham a alavanca de câmbio do lado esquerdo e, outras até, tinham o acelerador transferido para o lado esquerdo do guidão.

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Na hora de experimentar a velha senhora, não foi o câmbio que mais estranhei, pois é possível escolher uma das três marchas quando não é necessário acelerar, mas foi a embreagem no pé esquerdo o que mais me atrapalhou. É que é preciso estar com o pé direito no chão, apoiando a motocicleta, para acionar a embreagem com o outro pé.

Também é preciso um pouco de prática para soltar a embreagem de forma a não dar trancos e não deixar o motor apagar. Caso isso aconteça, o pedal do lado direito, parecido com o de uma bicicleta, é a única forma de ligar o motor novamente.

Mesmo com todas essas características intrigantes, a Indian Chief 1948, principalmente tão bem restaurada como esta, jamais faria feio em meio a grupos de motociclistas modernos.

Fonte: IG Carros
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