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PIB-Agro/CEPEA: Com ligeira alta em abril, PIB apresenta estabilidade no 1º quadri

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Cepea, 16/07/2019 – O PIB do Agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), apresentou ligeira alta de 0,04% em abril de 2019, o que fez com que a queda no acumulado do ano (de janeiro a abril) se limitasse a 0,05%. 

 

Pesquisadores do Cepea indicam que o ramo agrícola seguiu apresentando baixas mensal (0,33%) e no acumulado anual (0,47%), o que se deve, principalmente, ao aumento nos custos de produção. O ramo pecuário, por sua vez, continua registrando pequena alta em abril (0,52%) e no acumulado dos quatro primeiros meses do ano (1,11%).

 

INSUMOS – O segmento de insumos seguiu influenciado positivamente pelos agrícolas, com destaque para a indústrias de fertilizantes e de defensivos. No primeiro caso, os maiores preços verificados de janeiro a abril de 2019 favoreceram o faturamento esperado para o ano e, no segundo, a produção esperada significativamente maior levou ao resultado. No caso dos insumos pecuários, o aumento do PIB refletiu principalmente o comportamento da indústria de rações.

 

PRIMÁRIO – No segmento primário, ainda se verifica pressão relacionada ao crescimento dos custos de produção agrícola, que tem implicado em variação negativa do PIB para o segmento, apesar das elevações verificadas em valor de produção. Porém, tanto no primário agrícola quanto no pecuário têm se verificado, mês a mês, elevação média de preços e quantidade produzida. 

 
AGROINDÚSTRIA – A menor produção esperada para o ano pressionou os resultados na agroindústria de base agrícola. Já no caso da indústria de base pecuária, a renda do segmento esperada para o ano tem sido pressionada pelo aumento nos custos de produção, embora os preços e a quantidade produzida dos produtos pecuários industriais tenham, em média, se elevado no acumulado.

 

SERVIÇOS – Para serviços, houve alta pelo segundo mês consecutivo em abril. Porém, no acumulado, ainda se verifica baixa. Os crescimentos nos volumes de produção primária agrícola e pecuária e indústria pecuária têm influenciado o resultado mensal positivo no segmento. Além disso, as exportações do agronegócio estão em alta, aspectos que devem seguir impactando positivamente no segmento.

 

Clique aqui e confira o relatório completo.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o PIB brasileiro aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Nicole Rennó e Leandro Gilio: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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O Boletim do Leite de fevereiro já está disponível em nosso site

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Cepea, 19/02/2020 – Nesta edição, confira:

 

Preços devem seguir firmes no primeiro trimestre Os preços do leite no campo seguem uma tendência sazonal. No verão, a produção é estimulada pelo maior volume de chuvas, que beneficiam as pastagens e, assim, a alimentação animal. Como consequência da maior produção no campo, os preços tendem a cair de novembro a março. Essa tendência dá certa previsibilidade para a tomada de decisão dos agentes de mercado. Leia mais.

 

Com estoques controlados, preço do UHT volta a recuar em janeiro Após o aumento no último mês de 2019, em janeiro, o preço do leite longa vida negociado no mercado atacadista de São Paulo registrou recuo de 1,8% frente a dezembro/19 e de 6% em relação ao mesmo período do ano anterior, fechando com média de R$ 2,37/litro. Leia mais.

 

Exportações reagem no primeiro mês de 2020 Em janeiro, foi registrada uma alta significativa nas exportações de leite em pó frente aos últimos anos. Segundo dados da Secex, o volume total exportado no primeiro mês de 2020 atingiu 1,02 mil toneladas, sendo que 97% foram destinados para a Argélia, no valor médio de US$ 3,10/kg. Vale lembrar que, em dezembro/19, a quantidade desse mesmo derivado não ultrapassou 11 toneladas. Leia mais.

 

2020 se inicia com alta nos custos de produção Os custos de produção de leite, representados pelos desembolsos do produtor, iniciaram 2020 com alta de 1,62% na média Brasil, que considera os estados da BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP. Esse cenário se deve, principalmente, ao reajuste do salário-mínimo e ao aumento nos preços das rações. Leia mais.

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MERCADO DE TRABALHO/CEPEA: Ocupações no agro fecham 2019 estáveis, com participação de 20% no total do BR

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Cepea, 19/02/2020 – Segundo pesquisas do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a Fealq (Fundação de Estudos Agrários Luiz de Queiroz), a população ocupada no agronegócio brasileiro somou 18,3 milhões em 2019, praticamente estável (ligeira alta de 0,8%, ou 145 mil pessoas) na comparação com o ano anterior. A participação do agronegócio no mercado de trabalho brasileiro foi de 19,6% em 2019 – vale lembrar que, no total, a população ocupada somou 93,4 milhões de pessoas, avanço de 2% entre 2018 e 2019.

 

Esse resultado, segundo pesquisadores do Cepea, está atrelado a comportamentos distintos entre os segmentos do setor. O número de empregados cresceu nos segmentos industriais (insumos e agroindústria) e de agrosserviços, mas ficou estável na agropecuária (com queda não significativa).

 

PERFIL – Quanto à qualificação da mão de obra (ou ao nível de instrução), a tendência de aumento verificada nos últimos anos se manteve em 2019. Esse movimento é explicado pela redução do número de pessoas pouco instruídas trabalhando na agropecuária, reflexo da modernização e da concentração da produção, e do surgimento de oportunidades para uma mão de obra mais qualificada no segmento e também antes e depois da porteira.

 

Uma segunda tendência que vem sendo observada desde 2015 também se manteve em 2019: a de aumento da informalidade dos empregos. Uma terceira tendência mantida foi a de elevação da participação feminina no agronegócio. Entre 2018 e 2019, enquanto o número de homens atuando no setor ficou praticamente estável (+0,25%), o total de mulheres cresceu 2,02%, com adicional de 114 mil trabalhando nos diversos segmentos do agronegócio.

 

RENDIMENTOS – Quanto aos salários, houve estabilidade real para os empregados e aumento real para os empregadores, no agronegócio e no Brasil como um todo. Para os trabalhadores por conta própria, houve alta real no agronegócio, mas estabilidade no País.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o Mercado de trabalho do agronegócioaquie por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e com a pesquisadora Nicole Rennó: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

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