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Suspense enervante, “Atentado ao Hotel Taj Mahal” revive ato de terror

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Em 26 de novembro de 2008, dez atentados terroristas sincronizados atingiram a cidade de Mumbai na Índia. Cerca de 200 pessoas morreram e mais do que o dobro disso ficaram feridas. Todo o episódio foi estarrecedor, em parte pela dificuldade das forças policiais indianas de responder à altura daquela agressividade. Um desses ataques foi concentrado no prestigiado hotel Taj Mahal e é esse o foco central do filme “Atentado ao Hotel Taj Mahal”.

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Divulgação/Imagem Filmes
“Atentado ao Hotel Taj Mahal”

Dirigido por Anthony Maras, pela primeira vez à frente de um longa-metragem, “ Atentado ao Hotel Taj Mahal ” é um filme que não perde de vista o horror, mas enxerga primordialmente a força do espírito humano.

Maras sabe manter o suspense em elevação e conta com um grupo de atores devotados. Armie Hammer  , como um turista casado com uma indiana, está ótimo, assim como Nazanin Boniadi, que faz sua esposa e protagoniza uma das mais tensas e arrebatadoras cenas do longa, mas é Dev Patel , na pele de um corajoso funcionário do hotel quem mais chama a atenção.

A evolução de Patel, que despontou em outro filme ambientado na Índia (“Quem Quer Ser um Milionário?”) como ator pode ser mais bem compreendida ao vê-lo em um papel menor como esse. Ele se habituou a roubar cenas e aqui não é diferente.

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O longa acompanha com paciência, mas forçando o espectador a um permanente estado de aflição, toda a ação terrorista nas dependências do Taj Mahal. Da fé tacanha em Alá (metralhar pessoas tem um peso menor do que apalpar o seio de uma mulher morta) à tentativa desesperada de alguns hóspedes pela sobrevivência, tudo ganha um olhar bastante angulado e humano por parte de Maras, que assina o bom roteiro em parceria com John Collee.

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Divulgação/Imagem Filmes
“Atentado ao Hotel Taj Mahal”










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Ainda que seja um suspense enervante e muito bem realizado de qualquer ponto de vista cinematográfico, “  Atentado ao Hotel Taj Mahal  ” não se contenta em ser apenas isso. É uma produção que se incumbe de iluminar o absurdo e chacoalhar preconceitos sem abster-se de ser uma homenagem às pessoas que viveram – e as que morreram – aquele horror inominável.

Fonte: IG Gente
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Netflix tem crescimento menor que o esperado e decepciona investidores

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A Netflix adicionou menos assinantes trimestrais do que Wall Street esperava e sua base de clientes nos Estados Unidos encolheu à medida que sua programação não conseguiu atrair novos clientes, alertando investidores para a crescente concorrência.

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Netflix se decepciona investidores com números arrow-options
Divulgação
Netflix se decepciona investidores com números

As ações da  Netflix  caíram 13% no after-market desta quarta-feira, após a companhia divulgar resultados trimestrais e informar que perdeu 130 mil clientes dos EUA. O serviço de streaming de vídeo dominante do mundo informou que atraiu 2,83 milhões de novos assinantes fora dos EUA, abaixo das expectativas de analistas de 4,8 milhões, segundo dados do IBES da Refinitiv. Analistas previam ganho de 352 mil nos Estados Unidos.

A plataforma de streaming previu crescimento de 7 milhões de clientes pagos no terceiro trimestre, com a ajuda de uma nova temporada do thriller sobrenatural “Stranger Things , lançada em 4 de julho. Isso é mais otimista do que os 6,6 milhões previstos pelos analistas consultados pela Refinitiv.

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O lucro líquido caiu para US$ 270,7 milhões (US$ 0,60 por ação) no trimestre encerrado em 30 de junho, ante US$ 384,3 milhões (US$ 0,85 por ação) um ano antes. A receita total subiu de US$ 3,91 bilhões para US$ 4,92 bilhões. Analistas, em média, esperavam receita de US$ 4,93 bilhões.

Segundo o estrategista-chefe da Avenue Securities, William Castro Alves, um dos pontos de preocupação do mercado em relação à Netflix é que um menor crescimento coloca em xeque a solidez de seu balanço. Ele lembra que a empresa possui uma dívida total de US$ 12,6 bilhões e uma caixa de US$ 5 bilhões. Só neste primeiro semestre, a empresa queimou  mais de US$ 1 bilhão de seu caixa em atividades operacionais e investimento.

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“Quando há crescimento, é mais fácil contar com a leniência dos credores, mas e quando esse crescimento não vem? Como ficam as promessas de reverter a queima de caixa?  A empresa justificou a falta de crescimento pelo aumento de preços  que fez em algumas regiões e não vê problema na concorrência. Mas como fica a rentabilidade futura se a base de assinantes não cresce?”, questiona Castro Alves sobre estratégia da Netflix  .

Fonte: IG Gente
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Marcelo de Carvalho defende Eduardo Bolsonaro como embaixador dos EUA

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Marcelo de Carvalho, vice-presidente da RedeTV! , comentou sobre a possível nomeação de Eduardo Bolsonaro ao cargo de embaixador brasileiro nos Estados Unidos. O assunto foi comentado no Twitter, após o empresário compartilhar um texto escrito pelo pastor e deputado Marco Feliciano.

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Marcelo de Carvalho defende nomeação de Eduardo Bolsonaro para embaixador arrow-options
Divulgação/RedeTV!
Marcelo de Carvalho defende nomeação de Eduardo Bolsonaro para embaixador

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“Excelente artigo do Feliciano. Com dados históricos e o embasamento legal. Aliás, eu não entendo o fuzuê a respeito da possível nomeação do Eduardo para a embaixada em Washington. Em primeiro lugar, fiz uma pesquisa e tanto nos US [Estados Unidos] como aqui, há um histórico de embaixadores que não são diplomatas de carreira”, disse Marcelo de Carvalho  .

Defensor do governo de Jair Bolsonaro  , o apresentador da RedeTV! se mostrou a favor da ida de Eduardo Bolsonaro para a capital americana. “Além dos citados pelo artigo do Feliciano, cito  o banqueiro Walther Moreira Salles, que desempenhou tão bem sua função que pelo resto da vida foi chamado de embaixador. Do outro lado, 30% dos embaixadores nomeados pelo governo americano não são diplomatas de carreira”, afirmou.

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O empresário afirmou também que é preciso que o Brasil continue se aproximando dos americanos, além de buscar novos horizontes para o crescimento das finanças brasileiras. “Com o enorme potencial de negócios que a maior economia do mundo tem a desenvolver conosco, não parece natural que seja nomeado alguém com total trânsito junto ao presidente americano e sua família? Que inclusive já elogiou publicamente a possível a nomeação?”, questionou.

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“Como versa a Constituição, o Senado federal tem que aprovar, mas não vamos esquecer que além de tudo, o Eduardo, aos 35 anos, estaria abrindo mão de seu mandato (o mais votado no Brasil) para servir o país. Menos fuzuê, mais pragmatismo, pessoal. Vamos pensar no melhor para o Brasil”, finalizou Marcelo de Carvalho

Fonte: IG Gente
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