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Polícia Federal

Operação Fim de Festa prende jovem por tráfico de drogas na Paraíba

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Cabedelo/PB – A Polícia Federal deflagrou na quarta-feira (10/7) a Operação Fim de Festa, com objetivo de combater o tráfico de entorpecentes sintéticos. A operação contou com a participação de 10 policiais federais, sendo realizada a prisão de um jovem que portava 994 comprimidos da droga conhecida comercialmente como ecstasy.

O entorpecente tinha origem no Estado do Paraná/PR e era comercializado pelo jovem em festas, especialmente no Estado de Pernambuco/PE. O envolvido, de 20 anos, classe média, morava do bairro do Bessa, em João Pessoa/PB.

O investigado responderá pelos crimes de tráfico interestadual e associação para o tráfico de drogas, previsto no artigo 33 e 35 da Lei 11.3434/06, cuja pena poderá chegar a 20 anos de reclusão.

 

 

 

Fonte: Polícia Federal

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Polícia Federal

Polícia Federal combate produção e venda de moeda falsa em Mato Grosso

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Cuiabá/MT – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (22/10), a OPERAÇÃO REAL FAKE visando combater a oferta e a comercialização de moeda falsa feita através de redes sociais, aplicativo de mensagens instantâneas e chamadas de voz para smartphones. As cédulas falsas são oferecidas pelos investigados como sendo de ótima qualidade e são encaminhadas aos compradores pelos Correios.

Policiais federais cumpriram sete mandados de busca e apreensão, expedidos pela 7ª Vara Federal em Cuiabá/MT, para coletar provas nos endereços de pessoas que compraram as cédulas falsas, bem como na residência de um dos suspeitos de revendê-las.

A investigação ocorre desde o início do ano e conta com o apoio de especialistas na análise dos conteúdos de objetos postais por meio das imagens do raio-x dos Correios de Mato Grosso.

Em junho, um homem foi preso em flagrante em São Paulo quando estava prestes a enviar pelos Correios diversos objetos postais contendo cédulas falsas. Foi constatado que o preso tinha diversos antecedentes criminais, entre eles o envolvimento em explosão de caixas eletrônicos e formação de quadrilha.

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A próxima etapa da operação será a análise dos materiais apreendidos visando a identificação, não apenas de outros compradores e fornecedores, como também dos falsificadores das cédulas monetárias.

 

Comunicação SocialFone: (65) 99284-8987
E-mail: [email protected]

Fonte: Polícia Federal
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Polícia Federal

Polícia Federal desarticula grupo criminoso que fraudava INSS

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Belo Horizonte/MG – A Polícia Federal deflagrou, na manhã de hoje 22/10, a Operação Policial “ACINTE” para combater esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários. Trata-se de mais uma ação da Força Tarefa Previdenciária em Minas Gerais, liderada pela PF, e também integrada pela Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária e Trabalhista (CGINT).

Trinta e oito policiais federais cumpriram dois mandados de prisão preventiva, três mandados de prisão temporária e nove mandados de busca e apreensão nas cidades mineiras de Betim, Contagem e Juatuba. A ação contou com a participação de dois integrantes da CGINT. Todas as medidas cautelares foram expedidas pela 35ª Vara Criminal da Justiça Federal em Belo Horizonte.

A partir do confronto de dados, inicialmente fornecidos pela CGINT e pelo Tribunal de Contas da União, as investigações realizadas pela Polícia Federal revelaram um esquema de fraudes na obtenção de benefícios previdenciários de prestação continuada (LOAS). A fraude consistia na criação de “beneficiários” a partir da confecção de cédulas de identidade, certidões de nascimento e comprovantes de endereço falsos. Somente com os processos previdenciários já identificados, o INSS sofreu um desfalque de cerca de 3,2 milhões, consoante pagamentos já realizados; montante que poderia chegar a mais de 13,5 milhões, prejuízo evitado com a deflagração da operação de hoje.

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Todos os investigados responderão pelos crimes de formação de quadrilha e de estelionato qualificado, podendo ser condenados a até seis anos e meio de prisão por cada fraude comprovada contra o INSS; além de até três anos pelo crime de associação criminosa.

O nome da operação faz alusão à postura de dois investigados em relação à Justiça. Um deles foi indiciado em cerca de 100 inquéritos policiais que tramitaram na PF, com condenação em pelo menos três ações penais relacionadas à prática de estelionato em detrimento do INSS. O outro possui vários registros policiais, tendo sido preso em flagrante em Ubá/MG em maio de 2017, nas dependências da Receita Federal, tentando obter registros, na base CPF, com diversos documentos de identidade falsos. A ação penal a que o segundo envolvido responde encontra-se em fase de prolação de sentença. Nada obstante, ambos permanecem fraudando o INSS e, mensalmente, gastam grande parte de seu tempo comparecendo às agências bancárias para sacar os valores relacionados aos benefícios fraudados.

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Comunicação Social – PF/MG[email protected] | www.pf.gov.br(31) 3330-5270

Fonte: Polícia Federal
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