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HF BRASIL/CEPEA: ”Abrir a porteira” para o turismo rural pode ser fonte extra de renda

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Cepea, 11/07/2019 – Levantamento realizado pela Equipe da revista Hortifruti Brasil, publicação do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o frutiturismo pode ser uma boa atividade geradora de renda extra para produtores de frutas. 

 

No geral, qualquer agricultor pode investir no frutiturismo. Ainda assim, a equipe constatou que produtores que já estão localizados em regiões turísticas tendem a ter muito mais facilidade para desenvolver a atividade frente aos que não estão. 

 

Nesta matéria, são apresentadas algumas diretrizes para a construção de um frutiturismo sólido e de sucesso. Contudo, nem sempre há necessidade de produtores se adequarem a todos os pontos mencionados – isso vai depender de cada propriedade, objetivo, região, entre outros. E a partir da aplicação destas diretrizes, a atividade tende a se tornar mais coesa, integrada, proporcionando benefícios para as comunidades, em um contexto macro.

 

Os interessados em implantar o frutiturismo em suas propriedades também precisam avaliar uma série de questões internas de sua produção e relacionadas à comunidade, ao município e à região. Assim, a regionalização é um ponto relevante, no sentido de que torna a atividade mais integrada e fortalecida, além de costumes, história e produções locais. 

Veja Também  O Boletim do Leite de julho está disponível em nosso site!

 

Ressalta-se que um frutiturismo ordenado e fortalecido depende fortemente de ações articuladas por parte dos setores público e privado, principalmente no que diz respeito à infraestrutura. Ainda assim, a sustentação da atividade não pode ser garantida, diante das necessidades das constantes adaptações com uma demanda tão heterogênea – o frutiturismo precisa garantir atratividade, acessibilidade, divulgação, infraestrutura, mão de obra, entre outros. 

 

Você também encontra nesta edição:

 

TOMATE Baixas temperaturas sustentam preços  
CEBOLA – Safra nordestina se aproxima do fim com alta nos preços
BATATA – “Entressafra” chega atrasada
CENOURA – Descartes diminuem e oferta começa a crescer
ALFACE – Mesmo com início da safra de inverno, preços são elevados em SP
MAÇÃ – Enquanto gala se valoriza, fuji dá indícios de estabilização de preços
MELÃO – Preços do amarelo despencam em junho, mesmo com oferta controlada
MAMÃO – Preços do formosa e do havaí são recordes para junho
MANGA – Com oferta quase que exclusiva de tommy, Vale tem bons resultados
MELANCIA – Com frio, preço da melancia despenca em junho
UVA – Mesmo com novas praças ofertando, preço da niagara se recupera
BANANA – Fortes chuvas derrubam bananais e reduzem oferta de nanica
CITROS – Intensificação da moagem ameniza desvalorização da laranja in natura

Veja Também  PIB-Agro/CEPEA: Com ligeira alta em abril, PIB apresenta estabilidade no 1º quadri

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado de hortifrúti aqui e por meio da Comunicação do Cepea, com a pesquisadora Margarete Boteon: (19) 3429 8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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O Boletim do Leite de julho está disponível em nosso site!

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Nesta edição, confira: 

 

Preços devem recuar em julho De janeiro a junho, os preços do leite ao produtor subiram 21,1% na “Média Brasil” líquida, devido à elevada competição entre indústrias para garantir a compra de matéria-prima e à menor oferta neste primeiro semestre. No entanto, a dificuldade dos laticínios em repassar a valorização da matéria-prima ao consumidor deve pressionar as cotações ao produtor já em julho (referente à captação de junho). Leia mais.

 

Com fraca demanda, preços dos derivados caem em junho Os preços dos derivados lácteos no mercado atacadista de São Paulo registraram queda em junho, devido à fraca demanda no período. Nesse cenário, alguns laticínios permaneceram com menor produção, com o objetivo de evitar aumento de estoque. Leia mais. 

Comercialização internacional reage no primeiro semestre de 2019 O volume total de lácteos exportados e importados no primeiro semestre de 2019 fechou acima daquele do mesmo período de 2018. As exportações somaram 12,3 toneladas, 20,8% acima da quantidade embarcada na primeira metade do ano anterior. Esse resultado reflete os aumentos das comercializações de creme de leite e de leite condensado, de 20,5% e 18,1%, respectivamente, na mesma comparação. Os embarques de leite fluido e leite em pó, que têm menor participação no total exportado pelo Brasil, também contribuíram para elevar o volume enviado ao mercado internacional nos últimos seis meses, apresentando crescimentos de expressivos 5600% e 840%. Leia mais.

 

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Primeiro semestre tem leve alta nos custos O custo de produção da pecuária leiteira concluiu o primeiro semestre do ano com alta. Nesse período, o Custo Operacional Efetivo (COE), que considera os desembolsos da atividade, acumulou alta de 0,61% na “média Brasil”, composta pelos estados de BA, GO, MG, PR, RS, SC e SP. Leia mais. 

Fonte: CEPEA
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PIB-Agro/CEPEA: Com ligeira alta em abril, PIB apresenta estabilidade no 1º quadri

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Cepea, 16/07/2019 – O PIB do Agronegócio brasileiro, calculado pelo Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, em parceria com a CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), apresentou ligeira alta de 0,04% em abril de 2019, o que fez com que a queda no acumulado do ano (de janeiro a abril) se limitasse a 0,05%. 

 

Pesquisadores do Cepea indicam que o ramo agrícola seguiu apresentando baixas mensal (0,33%) e no acumulado anual (0,47%), o que se deve, principalmente, ao aumento nos custos de produção. O ramo pecuário, por sua vez, continua registrando pequena alta em abril (0,52%) e no acumulado dos quatro primeiros meses do ano (1,11%).

 

INSUMOS – O segmento de insumos seguiu influenciado positivamente pelos agrícolas, com destaque para a indústrias de fertilizantes e de defensivos. No primeiro caso, os maiores preços verificados de janeiro a abril de 2019 favoreceram o faturamento esperado para o ano e, no segundo, a produção esperada significativamente maior levou ao resultado. No caso dos insumos pecuários, o aumento do PIB refletiu principalmente o comportamento da indústria de rações.

 

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PRIMÁRIO – No segmento primário, ainda se verifica pressão relacionada ao crescimento dos custos de produção agrícola, que tem implicado em variação negativa do PIB para o segmento, apesar das elevações verificadas em valor de produção. Porém, tanto no primário agrícola quanto no pecuário têm se verificado, mês a mês, elevação média de preços e quantidade produzida. 

 
AGROINDÚSTRIA – A menor produção esperada para o ano pressionou os resultados na agroindústria de base agrícola. Já no caso da indústria de base pecuária, a renda do segmento esperada para o ano tem sido pressionada pelo aumento nos custos de produção, embora os preços e a quantidade produzida dos produtos pecuários industriais tenham, em média, se elevado no acumulado.

 

SERVIÇOS – Para serviços, houve alta pelo segundo mês consecutivo em abril. Porém, no acumulado, ainda se verifica baixa. Os crescimentos nos volumes de produção primária agrícola e pecuária e indústria pecuária têm influenciado o resultado mensal positivo no segmento. Além disso, as exportações do agronegócio estão em alta, aspectos que devem seguir impactando positivamente no segmento.

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Clique aqui e confira o relatório completo.

 

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o PIB brasileiro aqui e por meio da Comunicação Cepea, com o prof. Geraldo Barros e os pesquisadores Nicole Rennó e Leandro Gilio: (19) 3429-8836 / 8837 e [email protected]

Fonte: CEPEA
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