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Delegado da PF Alexandre Ramagem é empossado novo diretor da Abin por Bolsonaro

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Alexandre Ramagem arrow-options
Carolina Antunes/PR – 11.7.19
Novo diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), o delegado da polícia federal Alexandre Ramagem

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) deu posse na tarde desta quinta-feira (11) ao novo diretor-geral da Agência Brasíleira de Inteligência (Abin), o delegado da polícia federal Alexandre Ramagem que coordenou a segurança da campanha eleitoral após a facada sofrida pelo então candidato em 6 de setembro em Juiz de Fora (MG).

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No discurso de posse, o novo diretor da Abin reforçou a necessidade de modernização da agência e de estar alinhada às novas tecnologias e fazer entregas com mais velocidade.

Ramagem substitui Janér Tesch Hosken Alvarenga, servidor de carreira da agência e indicado ao comando da agência de inteligência em 2016 no governo Michel Temer.

O ministro-chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Augusto Heleno, reforçou na solenidade que a mudança no comando da Abin devido à transformação que a área de inteligência muito rápida nas últimas decadas.

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A troca foi anunciada pelo ministro-chefe do GSI em maio. Na ocasião, ele informou que a substituição no comando ocorreu a pedido do próprio presidente.

Bolsonaro, segundo Heleno, buscava um serviço mais alinhando com os avanços da velocidade da informação, colocando um profissional de “outra área de inteligência para ter uma integração maior e uma rapidez maior nas atividades de inteligência.”

A indicação de Ramagem para o cargo de diretor-geral da Abin foi aprovado após sabatina em junho pelo Senado. No início do governo, Alexandre Ramagem ocupou o cargo de assessor especial da Secretaria de Governo, ainda sob o comando do ex-ministro Carlos Alberto dos Santos Cruz.

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O último delegado da PF a dirigir a Abin foi Paulo Lacerda, que deixou a diretoria-geral da Polícia em 2007 e foi nomeado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Fonte: IG Nacional
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‘Decisão é uma defesa do cidadão’, diz Toffoli sobre suspensão de processos

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Dias Toffoli arrow-options
Tomaz Silva / Agência Brasil
Decisão do presidente do STF pode ser revertida pelo plenário do Supremo

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, suspendeu os processos judiciais em que dados bancários de investigados tenham sido compartilhados por órgãos de controle sem autorização prévia do Poder Judiciário. Para ele, a medida é uma “defesa do cidadão”.

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“Se o detalhamento é feito sem a participação do Judiciário, qualquer cidadão brasileiro está sujeito a um vasculhamento na sua intimidade e isso é uma defesa do cidadão”, disse Toffoli , em Mato Grosso, onde faz visita institucional a órgãos do Judiciário.

Ele disse ainda que a decisão não impede investigações . “Essa decisão não impede as investigações. Essa decisão autoriza, como foi o julgamento no Supremo e no plenário, as investigações que tiveram origem do compartilhamento global e, depois, o detalhamento com autorização judicial”, afirmou.

Em sua decisão, Toffoli classificou os dados bancários e fiscais em dois grupos. No primeiro, estão dados mais genéricos contendo apenas montantes globais movimentados mensalmente e a titularidade das contas bancárias. No outro, estão dados detalhados sobre a movimentação financeira de investigados incluindo informações que permitiriam aos investigadores detectar a “origem ou natureza” de gastos.

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Para Toffoli, todas as investigações e ações que tenham usado dados financeiros e fiscais detalhados fornecidos por órgãos de controle sem autorização prévia da Justiça devem ser suspensos. Os que usaram apenas dados genéricos podem continuar tramitando.

A decisão foi dada em resposta a um pedido do senador Flávio Bolsonaro(PSL-RJ) e, segundo sua defesa, vai beneficiá-lo em investigações que tramitam contra ele na Justiça do Rio de Janeiro. O filho do presidente Jair Bolsonaro é investigado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) em um inquérito que apura o suposto desvio de dinheiro em seu antigo gabinete na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O desvio, segundo os promotores, ocorreria a partir da arrecadação ilícita de parte dos salários de servidores lotados no gabinete do então deputado estadual. Flávio Bolsonaro nega seu envolvimento no caso.

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A decisão do ministro do STF foi criticada por procuradores. Ontem, a procuradora-geral da República, Raquel Dodge , divulgou nota em que diz ver “com preocupação a decisão que suspendeu investigações e processos instaurados a partir do compartilhamento de informações fiscais e bancárias com o Ministério Público”.

“A PGR já determinou que a sua equipe analise os impactos e a extensão da medida liminar para definir providências no sentido de se evitar qualquer ameaça a investigações em curso”, afirma.

As forças-tarefas das operações Lava Jato e Greenfield  também se posicionaram em nota dizendo que a determinação favorece a prescrição de crimes. Eles pedem que o plenário da Corte reverta a medida.

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“Embora seja inviável identificar imediatamente quantos dos milhares de procedimentos e processos em curso nas forças-tarefas podem ser impactados pela decisão, esta impactará muitos casos que apuram corrupção e lavagem de dinheiro nas grandes investigações e no país, criando risco à segurança jurídica do trabalho”, pontua a nota sobre a decisão de Toffoli

Fonte: IG Nacional
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Filho de Trump nega hipótese de assumir embaixada em Brasília

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Reprodução/Wikipedia
Boato dizia que Eric Trump assumiria a embaixada em Brasília, enquanto Eduardo Bolsonaro assume em Washington

Eric Trump, executivo filho do presidente americano, Donald Trump , negou, por meio de uma porta-voz, o boato de que possa assumir como embaixador dos Estados Unidos no Brasil .
A informação foi transmitida ao jornal O Globo por Kimberly Benza, executiva que atua como assistente de Eric. O filho de Donald Trump atualmente é vice-presidente executivo da Trump Organization, conglomerado internacional construído por seu pai antes de se tornar presidente.

“Eric dirige a Trump Organization e está comprometido com o negócio. Apesar de o Brasil ser um país incrível, isso nada mais é do que um boato”, disse Benza, em mensagem ao Globo . Antes disso, a informação sobre o destino de Eric Trump fora adiantada pelo repórter Ricardo Senra, da BBC Brasil .

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A informação sobre possível indicação de Eric à embaixada em Brasília fora comunicada por membros do governo federal, horas após o presidente Jair Bolsonaro anunciar que pretendia indicar o filho Eduardo para a embaixada em Washington. O próprio filho do presidente chegou a alimentar a especulação.

O deputado tem atuado como chanceler informal e articulador das relações internacionais do pai desde antes da posse de Bolsonaro na Presidência. Ele acompanhou o presidente em quase todas as viagens internacionais desde janeiro, incluindo visitas a Estados Unidos, Israel e Argentina, e organizou, em dezembro, a Cúpula Conservadora das Américas, em Foz do Iguaçu.

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Eduardo, seguidor do guru da direita Olavo de Carvalho, também buscou proximidade com Steve Bannon, estrategista da campanha à Presidência de Donald Trump em 2016, que o indicou como representante, na América Latina, do seu grupo político de extrema direita Movimento. Bannon mora em Washington, e cogita-se que um dos motivos da ida do deputado para a capital americana seja para aproximá-lo à rede ultradireitista mundial.

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Uma das principais críticas feitas à indicação, inclusive por apoiadores do presidente nas redes sociais, é o fato de Eduardo ser filho de Bolsonaro. O presidente defendeu que a nomeação “não é nepotismo ” e  que o filho teria méritos para ocupar o cargo. Os críticos lembram que a nomeação do filho de um presidente para o posto diplomático mais importante no exterior seria inédita na história brasileira.  

Fonte: IG Nacional
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