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Saúde

Mandetta: vacina é imprescindível para barrar disseminação do sarampo

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, fez um alerta hoje (5) sobre a importância da vacinação para barrar a disseminação de enfermidades como sarampo e caxumba. Ele classificou como “imprescindível” a imunização contra doenças contagiosas que já possuem vacina. 

“É preciso que as pessoas tomem, cada um, sua responsabilidade para a gente não ver voltar doenças que nós temos todo o controle, toda a sabedoria da ciência por trás para fazer o controle”, disse, após participar do Congresso da Sociedade Brasileira de Oftalmologia, na capital paulista.                                                                                                            

São Paulo

De acordo com o ministro, o estado de São Paulo, onde foi registrado aumento no número de casos de sarampo, solicitou, na última semana, 3 milhões de doses da vacina contra a doença. 

Dados da secretaria de saúde mostram que os casos da doença no estado aumentaram de 51, até o início de junho, para 206, até o início de julho – uma elevação de 304%. A maioria (137) ocorreu na capital.

A secretaria anunciou que vai ampliar a imunização para outros cinco municípios da Grande São Paulo – Guarulhos, Osasco, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul – onde há circulação do vírus. As campanhas devem ocorrer a partir de 11 de julho.

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A imunização será feita em jovens com idade entre 15 e 29 anos, considerados mais vulneráveis a infecções devido a menor procura pela segunda dose da vacina. No dia 20 de julho, ocorrerá o Dia D de imunização.

Na cidade de São Paulo, a campanha já está em curso desde 10 de junho, com a meta de vacinar 2,9 milhões de jovens. Até 1º de julho, a capital paulista havia imunizado cerca de 47 mil pessoas.

Saiba mais na TV Brasil: Caxumba: muitos adultos não estão imunes

Edição: Paula Laboissière
Fonte: EBC
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Saúde

Prefeito de São Paulo inicia segunda sessão de quimioterapia

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, inicia hoje (12), o segundo ciclo de quimioterapia infusional. Segundo o boletim médico, a duração prevista para o procedimento é de 30 horas. A primeira sessão foi administrada no dia 30 de outubro. No total, serão três sessões e depois disso os médicos farão nova avaliação do quadro do paciente.

O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer maligno, na região do cardia, na transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

Bruno Covas

Bruno Covas faz tratamento contra câncer   (Arquivo/ Leon Rodrigues/Secom)

O boletim médico informa ainda que os trombos estão sob controle e já diminuíram, por isso a medicação anticoagulação, que era por via intravenosa, passou a ser administrada por via subcutânea.

Covas foi internado no dia 23 de outubro para o tratamento de uma erisipela. No dia 25, foi diagnosticada uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes diagnosticaram tromboembolismo pulmonar e o câncer.

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O prefeito decidiu continuar no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio Hospital Sírio-Libanês, onde está internado.

O prefeito está sendo acompanhado pelas equipes médicas coordenadas pelo professor dr. David Uip, prof. dr. Roberto Kalil Filho, prof. dr. Raul Cutait, dr. Artur Katz, dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer, dr. Cyrillo Cavalheiro Filho e dr. Andre Echaime Vallentsits Estenssoro.

Edição: Kleber Sampaio
Fonte: EBC
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Saúde

SUS pretende usar inteligência artificial para agilizar atendimentos

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou, em entrevista exclusiva à Agência Brasil, que o programa Conecte SUS, em fase de testes no estado de Alagoas, é o primeiro passo para informatizar e modernizar a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde, o SUS. 

A iniciativa cria uma rede nacional de dados que permite que usuários do SUS tenham perfis acessíveis por qualquer profissional de saúde. Dessa forma, todos os procedimentos e recursos utilizados por esses pacientes estarão disponíveis em um banco online. De acordo com o ministério, dados como vacinação, procedimentos cirúrgicos, exames, consultas regulares e medicamentos receitados constarão na ficha médica do paciente.

O novo ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, durante cerimônia de transmissão de cargo.

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, espera que metade dos estados brasileiros esteja no Conecte SUS até 2021. – Fabio Rodrigues Pozzebom/Arquivo Agência Brasil

De acordo com o ministro, o uso de tecnologia para criar filtros e estabelecer parâmetros nos atendimentos agilizará as filas de espera e, também, auxiliará na distribuição de recursos estaduais e municipais de forma mais inteligente.

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A expectativa do ministro é que metade dos estados brasileiros esteja ligada ao Conecte SUS até o final de 2021. Leia abaixo a entrevista concedida à Agência Brasil:
 

Agência Brasil: Os dados dos perfis de usuários do SUS poderão ser usados pela rede privada? O usuário pode levar essa “ficha médica” para fora do SUS?
Luiz Henrique Mandetta: Sim. A ideia é propagar a informação entre os estabelecimentos públicos e privados. Desde que sejam atendidos todos os critérios técnicos de segurança.

Agência Brasil:  Esse novo sistema influencia no tempo de espera do SUS?
Mandetta: Acreditamos que, a partir do uso da Rede Nacional de Dados (RNDS), teremos uma visão macro sobre os padrões de atendimento e, com isto, gerar dados robustos para a tomada de decisão, entre elas, a diminuição da fila. O uso de inteligência artificial pode auxiliar a identificar prioridades.

Agência Brasil: Qual a estimativa para que o projeto atinja 100% de cobertura?
Mandetta: O piloto em Alagoas nos ajudará a ter esta visão do impacto do Conecte SUS. O primeiro objetivo é conectar todos os municípios, todas as unidades, para os gestores mapearem as necessidades. Com isso, o gestor pode gerenciar a unidade de saúde. Para um gestor estadual, é o conjunto de cidades e seus indicadores, para poder diminuir a mortalidade infantil e materna, melhorar a saúde mental, garantir o estoque de medicamentos, diminuir a interrupção de medicamentos, abastecer melhor a rede. Em Alagoas, teremos um retrato 3×4 do que vamos encontrar no Brasil no ano que vem. Temos a intenção de termos, até o final de 2021, mais da metade dos estados brasileiros cobertos.

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Agência Brasil: Há novas iniciativas tecnológicas planejadas para o atendimento público de saúde?
Mandetta: Trabalhamos com a possibilidade de ter a carteirinha de vacinação digital, um padrão de prescrição nacional de medicamentos, de diminuir as fraudes e o mau uso dos serviços de saúde, entre outros.

 

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: EBC
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