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Internacional

Papa Francisco vai visitar o Japão em novembro

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O papa Francisco vai realizar uma visita de quatro dias ao Japão em novembro. Esta será a primeira vinda de um sumo pontífice ao país desde João Paulo 2º em 1981.

Francisco deve desembarcar em Tóquio no dia 23 de novembro. No dia seguinte, ele visitará as cidades de Nagasaki e Hiroshima. Em Nagasaki, o papa vai rezar na Catedral Urakami, que foi reconstruída depois do bombardeio atômico sobre a cidade em 1945. Em Hiroshima, ele vai homenagear as vítimas dos bombardeios atômicos no Museu Memorial da Paz.

No dia 25 de novembro, Francisco deve se encontrar com o imperador Naruhito e o primeiro-ministro Shinzo Abe, em Tóquio, antes de celebrar uma missa no estádio Tokyo Dome.

As atenções estão voltadas para as possíveis mensagens antinucleares que o sumo pontífice transmitirá nas cidades atingidas pelos bombardeios atômicos.

Edição: José Romildo
Fonte: EBC
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Internacional

Itamaraty emite nota sobre os 75 anos de libertação de Auschwitz

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O governo brasileiro divulgou hoje (27) nota sobre os 75 anos da liberação do campo de concentração nazista em Auschwitz. No texto, o governo do Brasil saúda o povo judeu e o Estado de Israel  e diz que a data representa um “momento em que rememoramos uma das páginas mais hediondas da história e, ao mesmo tempo, celebramos a esperança da libertação”. 

No texto, o Itamaraty relembra também que a vinculação do Brasil ao povo judeu tem raízes históricas. Destaca que a comunidade judaica no Brasil contribuiu e continua contribuindo para a formação da nacionalidade e da identidade brasileira.

“No século XX, o Brasil contribuiu para o esforço de guerra contra as potências do Eixo, por meio da atuação da Força Expedicionária Brasileira, a força militar latino-americana mais significativa a se juntar aos aliados. Membros do nosso Serviço Exterior, como Luiz Martins de Souza Dantas e Aracy de Carvalho Guimarães Rosa, reconhecidos como “Justos entre as Nações”, auxiliaram milhares de judeus a escapar do jugo nazifascista. Seus exemplos continuam a inspirar a atuação brasileira no plano internacional”, relembra o texto. 

A nota afirma ainda que o governo do presidente Jair Bolsonaro está implementando um “processo de profunda e produtiva reaproximação com o Estado de Israel. Ao mesmo tempo, passou a atuar, nos organismos internacionais, no sentido de evitar o tratamento discriminatório que muitas vezes ainda é imposto a Israel nesses foros”. 

O texto finaliza com a afirmação de que o país “permanece mais do que nunca vigilante para que o flagelo do anti-semitismo e de qualquer ideologia desumanizante jamais prospere. A memória dos 75 anos da libertação de Auschwitz nos chama a redobrar nossos esforços em favor da dignidade humana e da liberdade, únicos alicerces duradouros da paz”.

Leia aqui a matéria especial da Agência Brasil sobre o Dia Internacional de Memória do Holocausto.

*Com informações do Ministério das Relações Exteriores

Edição: Narjara Carvalho
Fonte: EBC
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Internacional

Bolívia: após anunciar candidatura, Áñez pede a renúncia de ministros

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A Secretaria da Presidência da Bolívia anunciou em um comunicado oficial que a presidente interina do país, Jeanine Áñez, solicitou a renúncia de todos os ministros de seu gabinete “para encarar a nova etapa da gestão de transição democrática”.

A presidente interina defendeu que é habitual que ocorram ajustes na equipe de trabalho do órgão executivo, às vésperas da inscrição dos candidatos.

O pedido de Áñez vem apenas dois dias após ela confirmar a sua candidatura à presidência da República nas eleições do próximo dia 3 de maio. Inicialmente, Áñez havia garantido que seu governo seria apenas “interino” e duraria até a realização do próximo pleito.

A decisão de Áñez, de se candidatar, gerou incômodo. A ministra das Comunicações do atual governo, Roxana Lizárraga, anunciou ontem a sua renúncia irrevogável ao cargo. Na carta de demissão, ela criticou a candidatura de Áñez. “Está claro que nosso governo de transição perdeu seus objetivos. Não se pode esconder o fato de que o governo começou a sofrer os mesmos males do masismo (referência às ações do governo de Evo Morales, do partido Movimento ao Socialismo – MAS) que estamos combatendo.”

O ex-presidente e principal opositor de Evo Morales nas eleições anuladas do ano passado, Carlos Mesa, escreveu um artigo em que afirma que a candidatura de Áñez “não faz mais do que reforçar as afirmações do ex-presidente fugido e do coro que lhe faz eco, de que na Bolívia, sim, houve um golpe de Estado”.

Mesa disse ainda que quando Áñez “decide deixar de lado sua principal responsabilidade, abandona a neutralidade e deslegitima a única razão pela qual ela ocupa o cargo que assumiu há mais de dois meses”.

Evo Morales, em sua conta do Twitter, também criticou a decisão da presidente interina. “A autoproclamada presidente Áñez disse à comunidade internacional que não deu golpe de Estado na Bolívia, que conduzia um ‘governo de transição’; no entanto a sua candidatura para as eleições mostra que o seu único afã ao arrebatar o poder foi rifar nossos recursos estratégicos.”

A Procuradoria Geral da República da Bolívia afirmou que a candidatura de Áñez, e o exercício simultâneo do cargo, são compatíveis com a supremacia constitucional, a soberania popular e o sistema democrático de direito na Bolívia. Ainda de acordo com a Procuradoria, os concorrentes não têm a obrigação de renunciar ao cargo, podem permanecer nele e exercer plenamente todas as suas prerrogativas e poderes.

Edição: Narjara Carvalho
Fonte: EBC
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