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CNM realiza pesquisa sobre consórcios e saúde; questionário está disponível até dia 30

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Prefeitos, prefeitas e gestores de consórcios públicos intermunicipais podem contribuir com a Confederação Nacional de Municípios (CNM) para identificar as principais dificuldades no recebimento e no uso de recursos financeiros para a saúde, incluindo os de emendas parlamentares.

As áreas de Consórcios e Saúde da entidade estão realizando pesquisa com o objetivo de compreender o panorama atual e a importância das parcerias para oferta dos serviços, além de buscar soluções para otimização do repasse e da execução da verba. Para isso, o público alvo deve responder o questionário on-line até o domingo, dia 30 de junho. Um formulário é destinado ao prefeito e o outro ao representante do consórcio.

Com a pesquisa, a CNM pretende responder a algumas questões que afligem o gestor local atualmente: 1. Como os Consórcios Públicos operacionalizam atualmente os recursos financeiros na área da saúde?; 2. Como os Consórcios Públicos recebem e operacionalizam as emendas parlamentares vinculadas à área de saúde? e; 3. Há interesse de se estabelecer a transferência direta dos recursos financeiros das emendas parlamentares da saúde aos Consórcios Públicos?.

Com as informações, será possível definir novos pleitos orçamentários e métodos de repasses junto ao governo federal, assim como estruturar melhor a legislação que rege os consórcios. A CNM lembra que, segundo levantamento recente, entre os 275 consórcios finalitários, ou seja, que atuam em apenas uma área, 181 são de saúde. Além desses, outros 93 têm previsão estatutária para atuar no setor.

Acesse e participe: 
Pesquisa para Municípios Pesquisa para Consórcios

Fonte: AMM
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Reforma da Previdência: reinclusão de Municípios e Estados domina debates

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A primeira semana de recesso dos parlamentares está marcada pelas discussões em torno da Reforma da Previdência – Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 06/2019 – e, especificamente, da reinclusão de Municípios e Estados. Com as articulações entre parlamentares e gestores municipais e estaduais para garantir a mudança quando a matéria chegar ao Senado Federal, a mídia tem repercutido declarações de atores importantes.

Entre eles, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e o provável relator, Tasso Jereissati (PSDB-CE). “Se o relator tem o desejo de incluir, e havendo esse sentimento do Senado, como Casa da Federação, espero que possamos debater e incluir Estados e Municípios na nova Previdência”, ressalvou Alcolumbre, que é favorável à medida.

Jereissati acredita que a melhor estratégia, para não atrasar a tramitação da Reforma, é apresentar uma segunda PEC estendendo aos 27 Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) estaduais e 2.108 municipais as novas regras. “Acho que estamos todos convencidos de que a introdução dos Estados e Municípios é essencial para que a reforma seja completa”, justificou o relator.

Líder do governo no Senado, Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), declarou nesta terça-feira, 16 de julho, que espera concluir a votação em dois turnos até 20 de setembro. “Nós trabalhamos com um prazo de 45 dias a partir da chegada da reforma aqui no Senado. Eu acredito que o governo deverá ter aqui entre 54 e 60 votos”, afirmou.

Sobre a segunda proposta para incluir os servidores públicos estaduais e municipais, Bezerra Coelho disse concordar com a iniciativa. “Creio que é adequado viabilizarmos essa reforma previdenciária, que ela possa valer para a União, mas também para os Estados e para os Municípios brasileiros. São mais de dois mil Municípios com regime próprio de previdência. Portanto, o Senado como Casa da Federação brasileira, deverá, sim, incluí-los”, defendeu.

Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o prazo estimado pela presidente do colegiado, Simone Tebet (MDB-MS), é de três semanas. De lá, o texto segue para discussão em dois turnos no plenário, onde são necessários 54 votos favoráveis entre os 81 parlamentares.
Governos estaduais Para evitar o mesmo revés na Câmara, representantes dos governos estaduais têm se articulado, assim como a Confederação Nacional de Municípios (CNM). Na semana passada, a Comissão temporária de acompanhamento da Reforma da Previdência no Senado Federal realizou audiência pública com os governadores do Piauí, Wellington Dias; do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite; e do Paraná, Carlos Ratinho Júnior.

“Queria começar falando da unanimidade entre os 27 governadores do Brasil, e isso foi deliberação no Fórum, do reconhecimento da necessidade de o Brasil tratar com prioridade a reforma da previdência. Medidas que possam permitir equilíbrio financeiro e atuarial no sistema público e privado”, confirmou, logo no início, o governador do Piauí. Para Dias, o Brasil precisa unificar as regras, a exemplo do que fizeram outros países.

Com uma apresentação semelhante a que fez aos gestores municipais na sede da CNM, o governador do RS apresentou os números do déficit previdenciário no Estado. “Resolver [questões] da União sem os Estados e Municípios é meio serviço feito. Alguns farão suas reformas, outros, não. Acabam pagando a conta daquele ente federativo que não tenha tido condição de fazer a sua”, lamentou. Eduardo Leite criticou ainda outros pontos do texto aprovado na Câmara: “A reforma reserva a possibilidade de contribuições extras em caso de desequilíbrio apenas à União. Veda aos Estados e Municípios em dificuldade a possibilidade de instituírem essas alíquotas extraordinárias”.

Durante a audiência, o senador Humberto Costa (PE), líder do PT — partido que se opõe à maior parte da proposta do governo — também está de acordo com a reinclusão dos entes subnacionais. “Não é possível existirem regras para servidores públicos federais que sejam diferentes das regras para servidores públicos estaduais e municipais. A ideia de que cada Estado e Município definir a sua, criaria uma absoluta balbúrdia no que diz respeito às aposentadorias”, avalia.

Fonte: AMM
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Projeto proíbe concessionária de cobrar prefeitura por infraestrutura em rodovia

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O Projeto de Lei 2760/19 proíbe a concessionária de rodovia de cobrar a prefeitura por obras destinadas a serviços de competência municipal e feitas na faixa de domínio da rodovia, como um recuo para instalação de parada de ônibus. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

A proposta é de autoria do deputado Franco Cartafina (PP-MG) e altera a Lei Geral das Concessões (8.987/95).

Segundo o texto, a instalação da infraestrutura só poderá ser feita depois da autorização da prefeitura. A realização de serviços ou obras de manutenção precisará de autorização da concessionária ou, em casos inadiáveis, de comunicação à empresa.

O deputado afirma que as concessionárias têm cobrado dos municípios obras para viabilizar, por exemplo, a passagem de tubulações ou cabos de fibra ótica. Para Cartafina, a cobrança “quebra o princípio da supremacia do interesse público sobre o privado”.

Tramitação O projeto será analisado em caráter conclusivo pelas comissões de Viação e Transportes; de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
Fonte: AMM
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