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Veja 5 lançamentos que vão chegar às lojas do Brasil no segundo semestre

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Muito cuidado ao comprar um veículo zero quilômetro em 2019. Com discreto reaquecimento do mercado de automóveis novos, muitas fabricantes tiraram escorpiões do bolso com investimentos e renovações de suas linhas. Ainda estamos na metade do ano e boa parte dos lançamentos já estão no mercado. Mas o segundo semestre de 2019 também reserva boas surpresas.

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Partindo disso, a reportagem do IG Carros aponta cinco lançamentos 2019 que poderão marcar presença na sua garagem até o final do ano. Acompanhe a lista abaixo.

1 – Toyota Corolla híbrido

Toyota Corolla
Divulgação
Começamos a lista dos lançamentos 2019 com o Toyota Corolla, que chegará em outubro

A Toyota já lançou o hotsite do novo Corolla, que chegará ao mercado brasileiro em meados de outubro para bater de frente com Civic, Sentra e Jetta. De acordo com a marca, o motor 1.8 híbrido flex tem um dos mais altos potenciais de compensação e reabsorção de emissão de CO2, desde a extração da cana-de-açúcar, passando pela chegada do etanol aos postos de abastecimento e também pela queima do combustível no motor. Ou seja, um carro ecologicamente correto.

Ainda é difícil mensurar o preço do Toyota Corolla híbrido, uma vez que estamos falando do primeiro veículo híbrido nacional de produção em série. Mas pelo nível de sofisticação, podemos antecipar que ele custará mais do que os R$ 126 mil que a marca japonesa pede pelo Prius. A versão convencional terá motor 2.0 de 170 cv, porém bebendo apenas gasolina.

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2 – Chevrolet Onix Sedan

Chevrolet Onix Sedan
Divulgação
O Chevrolet Onix Sedan já está em suas etapas avançadas de testes no Brasil. Também chega em outubro

O mais novo produto da General Motors para o mercado latino-americano será o Onix Sedan . Feito sob a nova plataforma global GEM, desenvolvida em parceria com a marca chinesa BAIC, o novo sedã chega para somar no repertório da marca. Ou seja, Prisma e Cobalt continuarão vivos.

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Além da nova estrutura, o Onix Sedan contará com o novo motor 1.0 turbo, de três cilindros, que gera 110 cv na China, apenas com gasolina. A novidade é fruto de um investimento de R$ 1,9 bilhão na fábrica de Joinville (SC). Haverá também um pacote de dados 4G, com conexão wi-fi para os ocupantes entre os principais atrativos.

3 – Renault Sandero

Renault Sandero
Reprodução/INPI
Registro de patente do Renault Sandero, revelando o novo visual da dianteira e traseira

Entre todos os lançamentos da nossa lista, a nova família Sandero é a que está mais próxima de ganhar as concessionárias. Marcado para chegar nas lojas no fim de julho, o hatchback fabricado em São José dos Pinhais (SP) receberá uma reestilização razoavelmente discreta para rejuvenescer a frente a e traseira.

Na parte estética, as principais mudanças se concentram na parte de trás. As lanternas do Sandero ficarão maiores, invadindo a tampa do porta-malas. Trata-se de um design bem diferente na comparação com o modelo da Dacia, com fortes inspirações no novo Renault Mégane. No que diz respeito ao conjunto mecânico, destaque para o novo câmbio automático do tipo CVT – o mesmo que equipa o SUV Captur.

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4 – Hyundai HB20

Hyundai Saga no Salão do Automóvel 2018
Cauê Lira
O Saga EV apresentou as linhas que serão adotadas na próxima geração do HB20, chega ao fim do ano

No Salão do Automóvel do ano passado, a Hyundai apresentou um pequeno crossover conceitual chamado Saga EV. O modelo antecipava as linhas que seriam adotadas na nova geração do HB20 brasileiro. Lançado em 2012 e reestilizado em 2015, o compacto já precisava de uma renovação completa. 

Assim como no Chevrolet Onix Sedan, a Hyundai também apostará em um novo motor 1.0 turbo, de três cilindros, com injeção direta. Ainda é dúvida se a marca coreana manterá um dos motores atuais da linha HB20, que deverá chegar no início do último trimestre do ano. 

5 – Honda Civic

Honda Civic
Divulgação
O Honda Civic nacional ganhará detalhes do modelo americano em sua renovação de meia-vida

Conforme apurado pela reportagem do iG Carros, a Honda responderá à renovação do Toyota Corolla na mesma moeda. Em sua décima geração, o modelo japonês ganhará um refresco em seu visual para ficar mais requintado. Portanto, a grade frontal passará a ser pintada de preto brilhante no lugar do cromado atual.

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Outra novidade entre os lançamentos 2019 é que o para-choque recebe novos detalhes, como os frisos cromados, que servem de moldura para os faróis auxiliares de neblina. Novos também são os conjuntos de rodas de liga-leve e o para-choque traseiro com uma discreta barra metálica como a principal diferença.

Fonte: IG Carros
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Fim de linha para o Chevrolet Cobalt, o sedã da ex-nova classe média

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Chevrolet Cobalt cinza arrow-options
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Cobalt 2019: as últimas versões já refletiam uma nova realidade e vinham mais bem equipadas

O Chevrolet Cobalt é o próximo carro a sumir das ruas brasileiras. A General Motors não confirma que vai tirá-lo de linha, mas uma coisa é certa: suas vendas nunca mais serão as mesmas. Na verdade, o Cobalt parece ter dobrado o Cabo da Boa Esperança, como se diz popularmente. Ou, para quem conhece geografia, ele passou pelo Cabo das Tormentas, que era o nome dado pelos portugueses àquele ponto no extremo sul da África, na época das grandes navegações.

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Em setembro, o Chevrolet Cobalt teve sua melhor venda no ano: 1.416 unidades. Em outubro caiu para 831. Em setembro, se chegar a 450 vai ser muito. Que diferença para os mais de 66.000 emplacamentos que registrou em 2012. Naquele ano, o Cobalt foi o 11º automóvel de passeio mais vendido do Brasil.

Tudo bem que faz sete anos que isso aconteceu, mas a culpa não é do Cobalt e muito menos da GM. A montadora até melhorou bastante o carro nesse período, dotando-o de tecnologias de conectividade e caprichando em seu conforto. O Cobalt também cumpriu seu papel, servindo às famílias (mais tarde aos taxistas) como um sedã espaçoso e confortável.

O que mudou foi o Brasil. Hoje não existe mais o sonho da nova classe média, a classe C que emergiu das classes D e E para dar um impulso histórico nas vendas da indústria automobilística. Pelo contrário, muitos voltaram para as classes D e E. Pior: alguns que nunca estiveram abaixo da classe C, também empobreceram. E multidões que habitavam as classe A e B, rainhas do consumo antes da era Cobalt, também perderam renda e hoje povoam a classe média brasileira.

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Spin Premier 2020: irmão do Cobalt, o monovolume da GM é considerado também uma perua, mas tem futuro incerto

Em 2011, o PIB per capita do Brasil era de US$ 13,3 mil. Em 2019, foi inferior a US$ 8.900. Segundo um estudo da Tendências Consultoria, nesse ritmo só em 2028 o pico do PIB per capita voltará ao nível de 2011. Em 2012, a classe média alta tinha uma renda entre R$ 641 e R$ 1.109. Em 2017, cinco anos depois, o pico dessa renda era de R$ 1.008, segundo o Bradesco. E quase 1 milhão de brasileiros havia caído das classes A e B para a classe C.

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Portanto, faz sentido o fim do Cobalt. Esse carro foi pensado para a classe média emergente do início da década. Era um carro sem muito luxo, mas com duas propostas de motores: 1.4 de 97/102 cv (g/e) e 1.8 de 106/108 cv (g/e). Mais tarde, a potência do 1.4 subiu para 106 cv e do 1.8 foi para 111 cv (ambos com etanol). Para se ter uma ideia, a campanha de lançamento do Cobalt foi toda feita no Carrefour, um supermercado popular.

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Na verdade, o Cobalt havia nascido no EUA, na década anterior. Porém, quando ele foi substituído pelo Cruze no mercado americano, a GM do Brasil aproveitou para lançá-lo aqui. Mas não com a mesma base — a GM aproveitou apenas o nome, pois o Cobalt brasileiro usou a plataforma do Sonic (que não deu certo no mercado brasileiro) e da primeira geração do Onix/Prisma . Cobalt dava dignidade à classe média

Chevrolet Cobalt dava dignidade à classe média

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Cobalt 1.4: em seus primeiros anos, o Cobalt teve versões com motor de menor cilindrada

Com um design simples, mas com suspensão macia, um motor razoável e outro mais potente, um porta-malas enorme (563 litros) e bom espaço interno (entre-eixos de 2,620 metros), o Cobalt era um carro que dava dignidade à nova classe média. Era possível ter um carro zero km maior sem ter que pagar uma fortuna.

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Portanto, a trajetória do Chevrolet Cobalt foi honrosa, pois ele teve um sentido social, coisa que poucos carros têm. Lógico que, no fim das contas, o que todas as montadoras querem é ganhar dinheiro, mas são poucos os modelos que buscam atender às necessidades do povão. O Cobalt teve esse mérito.

Ao contrário do Cobalt, sua versão station wagon (ou monovolume, como prefere a GM), continua tendo vendas razoáveis. É verdade que em três meses elas caíram caíram de 3.100 para 2.300, mas a queda do Spin tem sido mais lenta. Também está marcado para morrer, mas ele nunca teve o papel social do Cobalt.

O que importa agora é que, num Brasil em que mais de 60 milhões de pessoas estão com o “nome sujo”, é impossível pensar em vender certos carros de forma financiada. Hoje, só quem tem dinheiro sobrando compra um carro zero km. Por isso, as ofertas de carros bons a preços populares são praticamente inexistentes. Por “bons” eu nem me refiro a carros com grandes qualidades técnicas, mas simplesmente àqueles que são espaçosos, razoavelmente confortáveis, com porta-malas grande e motor potente.

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Nessa realidade, faz muito mais sentido à GM investir no Onix Plus, seu novo sedã, que subiu de categoria, em relação ao Prisma, justamente para ocupar um lugar que era dignamente defendido pelo Chevrolet Cobalt . Um carro que não deixará uma legião de fãs, mas que teve uma vida significativa.

Fonte: IG Carros
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Troller T4 2020 estreia com poucas novidades

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Troller T4 2020 arrow-options
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Troller T4 2020 passa a ter detalhes pintados de preto brilhante entre as principais mudanças

As novas cores no exterior e interior são as únicas novidades da linha 2020 do Troller T4, que chega com preço de R$ 140.900 (pintura sólida) e R$ 141.778 (pintura metálica ou perolizada).

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Na exterior, a o Troller T4  da linha 2020 ganhou a tonalidade Cinza Londres Escuro aplicada na grade dianteira, para-choque, teto, estribos, tampa de porta-malas e molduras. A mesma cor está presente no interior, no painel, console central, apoios de braços e molduras dos alto-falantes. Já as rodas de 17″ agora são pintadas em Preto Ebony.

Troller T4 2020 arrow-options
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Trollet T4 vem com central multimídia com tela sensível ao toque e ar-condicionado digital com regulagem independente


O conjunto mecânico segue sem novidades. O motor é o 3.2 Duratorq diesel de cinco cilindros e 200 cv, enquanto o câmbio é manual de seis marchas. A tração é 4×4 com comando eletrônico e reduzida e o diferencial traseiro é do tipo autoblocante.

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Na lista de equipamentos, o Troller T4 2020 traz preparação para snorkel, teto solar de vidro, lanternas traseiras de LED, bagageiro de teto, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia JBL com tela de 6,75″ e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, alarme e preparação para navegador off-road .

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O Troller T4 da linha 2020 segue sem airbags ou freios ABS, já que está enquadrado como um veículo off-road e está isento de sair de fábrica com os itens de segurança.

Troller T4 2020 arrow-options
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Troller T4 2020 mantém o mesmo aspecto da linha anterior, exceto pelas novas cores adotadas a partir de agora


Fonte: IG Carros
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