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Trator preparado, com 1000 cv, bate novo recorde de velocidade

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Depois do cortador de grama mais rápido do mundo a 240 km/h, novos “malucos” decidiram entrar na brincadeira e estabelecer um novo recorde de velocidade inusitado. Com Guy Martin ao volante de um trator Fastrac JC Bamford Excavators, o piloto do Isle of Man TT conseguiu quebrar a marca dos 165,8 km/h, que é o mesmo que a velocidade máxima de um Renault Duster 1.6.

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Trator
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Trator que bateu recorde de velocidade preserva a maior parte dos componentes originais

Para garantir o recorde de velocidade , o trator é equipado com o motor DieselMax de 7,2 litros e 6 cilindros, que produz cerca de 1.000 cv e mais de 250 kgfm. Tão importante quanto isso, a equipe da Williams Advanced Engineering ajudou a JCB a eliminar o excesso de peso, e em seguida, desenvolveu uma série de aprimoramentos aerodinâmicos. Apesar disso, preserva praticamente todos os componentes originais do trator produzido em massa.

Segundo o piloto Guy martin: “Foi um ótimo dia com o JCB em Elvington, um bom trabalho com engenheiros adequados. O trator  conseguiu cumprir o objetivo esperado sem balançar demais na pista, o que prova que fizeram um bom trabalho de engenharia.

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O cortador de grama mais rápido do mundo

Cortador de grama
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Cortador de grama da Honda vem com motor V2 de 200 cv da CBR 1000RR Fireblade

Eis o último recordista bizarro: o cortador de grama . Equipado com a mecânica da CBR1000RR Fireblade SP, conseguiu três resultados quase impossíveis de acreditar: uma aceleração de 0 a 100 km/h em 3 segundos, até 160 km/h em meros 6,29 segundos e a velocidade máxima de 242.99 km/h, homologados pelo Guinness World Record.

Sob o comando do cortador de grama — que ainda é capaz de exercer essa função — estava a piloto de manobras radicais com passagens no kart e no automobilismo, Jess Hawkins. Com quase o dobro da potência do primeiro recordista, seus 200 cv empurram meros 69,1 kg (sem piloto e fluidos), resultando em uma relação peso-potência de 0,345 kg/cv — outra insanidade quase impossível de se imaginar.

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Além da mecânica de motocicleta, traz também sistema de troca de marchas programável com hastes fibra de carbono próximas do volante Sparco, rodas de 10 polegadas da Goldspeed ATV montadas em pneus slick Hoosier e freios bem reforçados: na frente, discos com pinças de quatro pistões e de seis na traseira, tudo ventilado. Na estrutura, o chassi é de aço T45, para suportar toda a força e velocidade que garantiram o recorde de velocidade tão inusitado.

Fonte: IG Carros
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Nissan Skyline: uma viagem a 90km/h sem as mãos no volante

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Nissan Skyline da nova geração vem com sistema que assume o controle total do carro, mas apenas em vias expressas

TÓQUIO – A autopista suspensa que vai da capital japonesa até a cidade de Yokosuka, margeando a Baía de Tóquio, lembra muito o nosso Elevado da Perimetral, demolido entre 2013 e 2014. Para um carioca, o percurso tem sabor de volta no tempo… Só que, nesta viagem, teremos um singular ingrediente futurista.

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Vamos de carona em um Nissan Skyline de última geração. Sentado à nossa direita, no banco do motorista (lembre-se que o Japão adota a direção à inglesa), vai o tranquilo e infalível Shiro Nagai, gerente de imprensa da marca japonesa. E, apesar de o carro estar deslizando a 90km/h, Nagai não toca o volante.

O luxuoso sedã é o primeiro modelo da marca a trazer o ProPilot 2, um sistema com autonomia de nível 3 mas que, por prudência, a Nissan prefere chamar apenas de “tecnologia de assistência ao motorista”.

Com base em informações de câmeras, radares, sonares, GPS com precisão de centímetros e mapas 3D de alta definição, o dispositivo funciona apenas em vias expressas.

O ProPilot 2 não atua, por exemplo, em túneis onde não haja sinal de GPS, áreas de pedágio, faixas de convergência nem estradas sem separação física entre as pistas de mãos opostas.

Só para estrada

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Interior luxuoso inclui GPS com tela de alta resolução, item que também usado como parâmetro do sistema semi-autônomo

Destino programado no GPS, e o sistema se torna disponível no exato momento em que o automóvel deixa o emaranhado de ruas da cidade e entra numa rodovia ou autopista — basta apertar uma tecla. Daí, funcionará até o carro chegar à saída prevista no navegador. Ao longo desse trajeto, o motorista pode soltar as duas mãos do volante e tirar o pé dos pedais de acelerador e freio.

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Isso não significa desligar-se da estrada. Esporadicamente, há orientações por meio de sinais visuais ou sonoros. Uma câmera no alto do painel monitora, todo o tempo, para onde o motorista está olhando.

Nagai faz uma demonstração: já que está com as duas mãos livres, pega o celular no bolso e passa a ler mensagens enquanto o sedã avança sozinho pelo elevado.

Para o carona de primeira viagem, a sensação de ver o motorista tirar os olhos da pista por tanto tempo, com o Skyline em alta velocidade, é um tanto assustadora. Mas bastam uns sete segundos para que um suave “bip” eletrônico toque e uma voz feminina de sintetizador peça: “Olhe para a frente!”.

O mesmo acontece quando Nagai vira o pescoço para a conversar comigo. Sete segundos e… “bip”. Caso o motorista não obedeça ao alerta eletrônico de voltar os olhos para a pista, o ProPilot 2 se desativará e será preciso reassumir o controle manual.

As ultrapassagens

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A ideia é que o sistema semi-autônomo instalado no Nissan Skyline passe a ser usado modelos mais em conta da marca

Há um caminhão lento à frente? O sistema avalia o tempo necessário para a ultrapassagem e poderia até fazer o serviço por conta própria. Contudo, por causa de uma exigência da legislação japonesa, o motorista precisa autorizar a ação: basta tocar o volante e apertar um botão que o carro cuida do resto sozinho, de forma bem suave e precisa — melhor do que muito motorista humano (o primeiro ProPilot, lançado em 2016 no Nissan Serena , só funcionava em uma única faixa de rodagem).

Caminhão ultrapassado? Um alerta visual mostra que já é possível voltar à faixa de antes — e o motorista autoriza novamente, apertando uma tecla no volante.

É possível programar o cruise control para uma velocidade até 10km/h maior do que a permitida na via (câmeras leem as placas de trânsito). Quer trocar de faixa de rolamento? Dê seta e toque o volante com as duas mãos.

Após 25km de percurso, o sobressalto inicial deste jornalista brucutu se transforma em tranquilidade. Para o motorista, o dispositivo significa conforto em viagens longas. Tudo já parece muito seguro e intuitivo — mais presente do que futuro.

Quando o Skyline se aproxima da saída programada no GPS, ouve-se um sininho e o aviso da moça-robô: “Em 500m, saída à esquerda”. Assim que o sedã chega à rampa de saída da via expressa, a condução por navegação é desativada e Nagai reassume o controle total do veículo.

Sem Lidar


Além do software de inteligência artificial, há sensores ultrassônicos, um radar na dianteira e quatro nas laterais, além de sete câmeras trifocais, de grande precisão a longa distância. A exemplo do Autopilot dos Tesla, o ProPilot 2 não traz o caro Lidar (espécie de radar sensível à luz, que usa laser para criar uma versão virtual em 3D do mundo à sua volta). A promessa é de que um dia, não muito longe, até modelos baratos da marca japonesa trarão o sistema semiautônomo.

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Para o Brasil, contudo, o uso ainda depende de homologações e investimento em recalibragens. Segundo a marca japonesa, dentro de uns três anos já deveremos ter uma versão do ProPilot em outros modelos além do Nissan Skyline .

Fonte: IG Carros
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Corolla seminovo ou Yaris zero quilômetro: qual compensa mais?

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No último capítulo de nossa nova série “Vitrine”, você entendeu por que é melhor comprar um Chevrolet Onix Plus zero quilômetro, e não o Chevrolet Cruze Sedan seminovo. Da mesma forma, também mostramos que nem sempre o carro novo compensa, como é o caso da dupla Voyage 1.6 MSI e o VW Jetta da antiga geração.

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Nessa nova etapa, colocaremos dois modelos cascudos frente a frente. Afinal, o que compensa mais: comprar o Toyota Yaris Sedan na versão 1.5 XL Live automática (R$ 69.990) ou apostar no Toyota Corolla GLI 1.8 2017/18 que surge nos classificados online pelo mesmo valor?

Conforto e segurança

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Toyota Corolla é o sedã médio favorito dos brasileiros há dez anos; não há indícios de que perderá força

Falando de proporções, o Corolla tem 4,62 metros de comprimento, 1,77 m de largura e 2,70 metros de entre-eixos. No porta-malas do sedã médio, há capacidade para levar 470 litros.

Como um sedã compacto, o Yaris é evidentemente menor que o Corolla. São 4,42 metros de comprimento (- 19 cm), 1,73 m de largura ( – 4 cm) e 2,55 m de entre-eixos ( – 15 cm). Na capacidade do porta-malas, o Yaris ganha por uma pequena margem: são 473 litros ( + 3 litros).

Na parte de segurança, o Corolla GLi continua se mostrando um veículo superior na comparação com o Yaris de mesmo preço. O modelo médio conta com seis airbags (frontais, laterais e cortina), enquanto o compacto traz apenas os frontais previstos pela legislação. O Yaris tem faróis com regulagem de altura e luz de neblina traseira, equipamentos que o Corolla não traz, mas também não chegam a fazer falta.

Vale destacar que ambos os modelos se mostram muito seguros, integrando controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, encosto de cabeça para todos os ocupantes e sistema Isofix para a ancoragem de cadeirinhas de bebê.

Equipamentos

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O Yaris tem central multimídia com Apple CarPlay e Android Auto, mas deve acabamento de nível superior

Ambos contam com ar-condicionado de uma zona, direção assistida e ajustes elétricos dos retrovisores. O Yaris oferece a facilidade do banco traseiro bipartido, controle automático de velocidade e faróis com acendimento automático, mas peca por não integrar ajuste de profundidade para o volante (apenas altura).

Sendo um projeto mais recente e moderno, o computador de bordo do Yaris traz um display de boa qualidade para exibir informações de consumo, autonomia e odômetro. O Corolla também tem, mas sua tela é bem rudimentar e simples. O design do volante multifuncional de ambos é semelhante, mas o Corolla conta com acabamento em couro com costuras aparentes.

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A central multimídia do Corolla GLi é simples e tem interface bem antiquada quando comparado aos concorrentes da mesma época. De qualquer forma, ele oferece as conectividades Bluetooth, auxiliar e MP3. O Yaris zero quilômetro tem um sistema mais interessante, com destaque para as opções de espelhamento da tela do celular via Apple CarPlay e Android Auto. Dessa forma, o motorista poderá reproduzir aplicativos como Waze, Google Maps e Spotify diretamente na tela touchscreen.

Dirigibilidade e mecânica

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Os modelos contam com o mesmo câmbio CVT, capaz de simular sete velocidades; confira os detalhes

O Yaris tem motor 1.5 de 110 cv de potência e 14,9 kgfm de torque, com câmbio automático do tipo CVT capaz de simular sete velocidades. De acordo com a Toyota, o modelo pode atingir 100 km/h em 12 segundos, antes de chegar na velocidade máxima de 186 km/h.

Como esperado de um 1.8, o Corolla é mais forte. São 144 cv de potência e 18,4 kgfm de torque, com o mesmo câmbio CVT do Yaris. O 0 a 100 km/h acontece em 11 segundos, com velocidade máxima nos mesmos 186 km/h.

O modelo compacto se sai melhor nos números de consumo, onde é capaz de aferir 13 km/l na cidade e 14,5 km/l na estrada com gasolina, e 9 km/l na cidade e 10,6 km/l na estrada com etanol. Já o Corolla pode marcar 11,4 km/l na cidade e 13,2 km/l na estrada com gasolina, e 7,8 km/l na cidade e 9,2 km/l na estrada com o combustível de cana-de-açúcar. Conforme o Inmetro, o Yaris Sedan 1.5 CVT chega a ser 13% mais eficiente que o Corolla 1.8 GLi.

IPVA

Considerando o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores de 4% para Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo (os mais caros do Brasil), o proprietário terá que pagar R$ 2.800 pelo Yaris Sedan XL Live e R$ 2.754 no Corolla GLi. A variação é de 1,6%, com diferença de apenas R$ 46.

Seguro e depreciação

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Saiba qual dos sedãs cabe no seu bolso no levantamento de seguro e depreciação

De acordo com um levantamento da corretora Meu Seguro Auto, a cotação para Yaris Sedan é de R$ 2.100 para um paulistano na faixa dos 30 anos, casado e com filhos pequenos. Pelo perfil de compra, o seguro do Corolla sempre foi bem mais baixo na comparação com os outros sedãs da categoria. Conforme a corretora, o proprietário terá que desembolsar R$ 2.850 pela cobertura completa.

O Yaris XL Live tem depreciação na casa de 8,5% no primeiro ano. Com boa procura no mercado de usados, o Corolla GLi perde apenas 3,88% de seu valor após um ano, assegurando bom valor de revenda.

Conclusão

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O Toyota Corolla GLi seminovo agrada mais que o Yaris Sedan XL Live ao fim do comparativo; veja o veredito

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Ao fim deste extenso comparativo, fica claro que o Toyota Corolla 1.8 GLi ainda é uma compra mais assertiva na comparação com o Yaris Sedan XL Live. Ele peca por não integrar Apple CarPlay e Android Auto em seu sistema de mídia rudimentar, mas continua sendo um veículo muito superior. O acabamento interno do Corolla também é um dos melhores de sua categoria, com painel e portas revestidos em materiais macios e emborrachados. O Yaris peca muito nesse quesito, passando uma impressão de fragilidade.

Fonte: IG Carros
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