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Saúde

Brasil e Reino Unido vão ter cooperação em saúde pública

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O governo do Reino Unido vai liberar até 14 milhões de libras esterlinas (cerca de R$ 75 milhões) para financiar o aprimoramento de ações de saúde pública no Brasil por meio do programa Saúde Melhor, de acordo com informações do Ministério da Saúde. O lançamento global ocorreu em Londres, nesta segunda-feira (24), e contou com a presença do ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

Os recursos vão ser usados para o fortalecimento de áreas estratégicas, como a atenção primária à saúde, em até quatro anos. Os valores serão utilizados também na incorporação de tecnologias digitais e padrões internacionais de uso de dados, nos ciclos de pesquisa e a inovação para a incorporação de novas tecnologias.

Segundo Mandetta o sistema de saúde inglês tem historicamente um nível muito elevado de gestão e organização e a troca será importante para o Brasil. “Na Atenção primária, eles são muito fortes. Na parte de epidemiologia, em resistência a antibióticos, eles também são muito fortes”, afirmou o ministro. Mandetta citou ainda outras áreas em que a parceria será importante, como genética e hemoderivados. “Será muito importante essa troca de experiência e de saberes com o sistema de saúde inglês, no qual nosso SUS é inspirado, um sistema público e universal.”

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Além do Brasil, também serão beneficiados pelo fundo do governo britânico México, África do Sul, Malásia, Filipinas, Tailândia, Vietnã e Myanmar.

Edição: Bruna Saniele
Fonte: EBC
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Saúde

Mulher relembra infecção bacteriana: “Parecia que a perna estava apodrecendo”

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Uma mulher que vive na Flórida quase morreu depois de contrair uma bactéria que come carne humana. Patty Born, de 68 anos, estava voltando de um dia na praia na cidade de Port St. Joe quando começou a sentir quente e enjoada. Em poucas horas, sua perna direita começou a ficar vermelha e inchada e, por isso, ela foi levada às pressas ao hospital.

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Reprodução/WEAR-TV
Mulher que teve a perna infectada por bactéria devoradora de carne humana após nadar no mar conta sua história na TV

O caso aconteceu em 2015 e veio à tona agora após Patty contar sua história para a WEAR-TV . “Parecia que a perna estava apodrecendo. É assustador. Faz você realmente pensar. Eu não voltei para a água”, conta a mulher que foi diagnosticada, na época, com uma infecção bacteriana rara conhecida como fasciíte necrosante, que pode levar à morte. 

De acordo com o Daily Mail , a causa exata da infecção é desconhecida, mas é capaz de entrar no corpo por meio de um pequeno corte ou arranhão na pele. A cada ano, de acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), de 700 a 1200 casos ocorrem apenas nos Estados Unidos. 

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Reprodução/WEAR-TV
Imagem mostra a infecção na perna, que se agravou ainda mais depois

O paciente precisa ser diagnosticado e tratado rapidamente. Os primeiros sintomas incluem uma área vermelha ou inchada na pele e dor intensa. Além disso, a pessoa pode sentir tontura, náusea e mudanças na cor da pele. Bolhas também podem surgir. 

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Segundo o CDC, de 25% a 30% dos casos de fasciíte necrosante a cada ano resultam em morte.

Felizmente, os antibióticos conseguiram eliminar a infecção do organismo de Patty. “Eles [os médicos] disseram ao meu marido para ligar para a minha família”, conta ao canal de TV. Isso porque os especialistas achavam que ela não fosse sobreviver. 

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Após o incidente com a perna , Patty ainda informou que quer compartilhar sua história para que outras pessoas tenham cuidado quando estiverem no mar. Nas últimas semanas, vários casos com bactérias carnívoras aconteceram na Flórida. Lynn Fleming, de 77 anos, por exemplo, teve dois derrames e falência de órgãos após ser infectada com a bactéria na Coquina Beach.

Fonte: IG Saúde
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Saúde

Diário Oficial publica lei que inclui autismo nos censos do IBGE

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O Diário Oficial da União publica em sua edição desta sexta-feira (19) a Lei nº 13.861/2019, sancionada nessa quinta-feira (18) pelo presidente da República, Jair Bolsonaro. Ela trata da inclusão de informações específicas sobre pessoas com autismo, nos censos demográficos realizados a partir deste ano pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Atendendo à necessidade da comunidade autista no Brasil e reconhecendo a importância do tema, sancionamos hoje a Lei 13.861/2019 que inclui dados específicos sobre autismo no Censo do IBGE. Uma boa tarde a todos!”, escreveu o presidente da República, em sua conta no Twitter.

A lei sancionada pelo presidente altera a Lei nº 7.853, de 24 de outubro de 1989, para incluir as especificidades inerentes ao transtorno do espectro autista nos censos demográficos. Atualmente, não existem dados oficiais sobre as pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) no Brasil.

A expectativa inicial era que presidente vetasse o texto e tentasse incluir eventuais questionamentos sobre os autistas na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD). Pelo Twitter, Bolsonaro chegou a compartilhar, na semana passada, um vídeo da presidente do IBGE, Susana Guerra, em que ela defendia a inclusão dos autistas na PNAD e não no censo demográfico.

Os dois levantamentos são organizados pelo IBGE, mas o censo é realizado a cada dez anos e apura a totalidade dos dados demográficos. Nesta quinta-feira pela manhã, no Palácio do Alvorada, o presidente chegou a dizer, a um grupo de pessoas que pediam a sanção do projeto, que seguiria a orientação de sua equipe, favorável ao veto.

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Autismo

O Transtorno do Espectro Autista resulta de uma desordem no desenvolvimento cerebral e engloba o autismo e a Síndrome de Asperger, além de outros transtornos, que acarretam modificações na capacidade de comunicação, na interação social e no comportamento. A estimativa é que existam 70 milhões de pessoas no mundo com autismo, sendo 2 milhões delas no Brasil.

Edição: Aécio Amado
Fonte: EBC
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