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Além da moto de 250 cc, Harley-Davidson deverá ter outras de baixo custo

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Harley-Davidson de baixa cilindrada e outras chegarão para expandir a participação de mercado em mais países

A Harley-Davidson acaba de assinar um contrato com a fabricante chinesa Qianjiang para a produção de motos pequenas e acessíveis, com motores de baixa cilindrada e estilo naked, informa o site inglês Motorcycle News. 

Com possibilidade de vir ao Brasil, o objetivo dos novos modelos da Harley-Davidson é o de alcançar cada vez mais o público jovem, e deverá se concretizar com o desenvolvimento de uma nova linha de montagem específica para elas. O que a fabricante diz é que em 2020 veremos as novidades, que virão com novos motores: um de 338cc e outro de 975cc, para a variante esportiva.

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Inicialmente, o primeiro modelo asiático da Harley-Davidson seria disponibilizado na Índia, mas a montadora disse que a moto será vendida na China, antes de ser lançada em outras partes da Ásia. Enquanto isso, eles também estão em busca de modernizar a sua oferta principal, com modelos elétricos e mais conectividade a partir da Tourer e Cruiser .

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Como se não bastasse, outra novidade é que a marca lançará um total de 16 modelos na categoria de médio porte. No topo está a Pan America 1250, que dividirá espaço com as “colegas” Streetfighter 975, uma versão da Custom 1250, uma nova Scrambler, a tracker Flat e uma esportiva.

O motor é modular e compartilhado entre os diferentes modelos, variando em tamanho de 500cc a 1250cc, e a estrutura também, com possibilidade de desenvolver até três quadros. Todos os novos modelos serão entregues entre 2020 e 2022.

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Destaque para a 250cc, anunciada anteriormente

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Harley-Davidson Street 500 deverá servir de base para o novo modelo de baixa cilindrada da marca americana

Entre os modelos mais cotados para a vinda ao Brasil, está a menor H-D que será produzida, com motor de 250cc. A novidade de 2020 poderá ser chamada de Street 250, e virá equipada com garfos dianteiros telescópicos e molas auxiliares na traseira para ajudar no trabalho dos amortecedores. Além disso, pode ser adotado um quadro de instrumentos parcialmente digital e linhas baseadas nas da Street 500.

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O motor de 250 cc, entretanto, deverá manter a tradicional configuração de dois cilindros em V, refrigerada a água, capaz de gerar algo em torno de 25 cv e 3 kgfm de torque. No sistema de transmissão, a H-D deverá adotar o câmbio de seis marchas. E na parte estrutural um dos destaques ficará por conta dos freios a disco com ABS.

Todas essas novidades fazem parte do plano de crescimento da marca nos países emergentes, intitulado “Mais Caminhos para Harley-Davidson “, segundo o presidente e CEO, Matthew S. Levatich.

Fonte: IG Carros
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A Fiat Palio Weekend deixa de ser produzida hoje, depois de 23 anos em linha

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Fiat Palio Weekend: pioneira entre as versões com apelo aventureiro no Brasil foi precursora dos SUVs compactos que fazem sucesso

A Fiat anuncia que a Palio Weekend, lançada em fevereiro de 1997, deixa de ser fabricada hoje (27/1). Ao longo desses 23 anos, o modelo – espaçoso e robusto – teve mais de 530 mil exemplares produzidos em Betim (MG).

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A legislação brasileira diz que, a partir deste mês, todos os carros novos no país terão que trazer encosto de cabeça e cinto de segurança de três pontos para o número de ocupantes homologados (cinco pessoas, no caso da Weekend ), além de fixadores do tipo Isofix para cadeirinhas de crianças.

A velha station wagon não dispunha de todos os equipamentos exigidos e nem valeria a pena para a Fiat fazer a adaptação, posto que o modelo teve apenas 3.185 unidades produzidas ao longo de todo o ano passado.

A morte da Weekend marca ainda o fim da produção no Brasil das caminhonetes derivadas de carros de passeio – um fenômeno que nasceu junto com a indústria automobilística brasileira, em 1956, com as primeiras DKW-Vemag, e ganhou força total na década de 70 com as Ford Belina , Chevrolet Caravan e VW Variant.

Os anos 80 foram o tempo de VW Parati e Quantum, Chevrolet Marajó e Fiat Panorama. Em 1992, o presidente Fernando Collor caiu por causa de uma Fiat Elba.

Nos últimos anos, contudo, os utilitários esportivos tomaram o público das station wagons – e isso vem acontecendo em todo o mundo. Apesar do encerramento da produção, a Weekend continuará a figurar no site da Fiat até o fim do estoque, em duas versões: a básica Attractive 1.4 (com preço de R$ 68 mil) e a aventureira Adventure 1.8 (R$ 85.590).

A evolução

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Fiat Weekend na versão topo de linha Aventure, com todos os opcionais, podia chegar a custar mais de R$ 90 mil na linha 2020

Derivada do hatch Palio, a Palio Weekend estreou no Salão de São Paulo de 1996, chegando às lojas em fevereiro de 1997. Eram em três versões (básica, Sport e Stile) e, já em seu quarto mês de vendas, o modelo assumiu a liderança de seu segmento. Ano após ano, apareciam novidades na linha:

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1999: lançamento da versão Adventure, com decoração fora-de-estrada, suspensão mais alta e pneus de uso misto. Seu sucesso foi tamanho que a linha foi estendida para Idea, Doblò e Strada e virou moda, inaugurando a categoria do “aventureiros”, logo imitada por todos os fabricantes. No mesmo ano estreou a versão 1.0, com câmbio de seis marchas – com apenas 61cv, fracassou;

2001: o estilista italiano Giorgetto Giugiaro retoca as linhas de toda a gama Palio;

2004: outra mudança que alterava principalmente a traseira, também promovida por Giorgetto Giugiaro, com amplas lanternas e um estilo mais parrudo;

2008: com a reestilização da station, a versão Adventure incorporou o “Locker”, um bloqueio eletrônico de diferencial (a tração continuava apenas nas rodas dianteiras);

2012: o modelo teve sua última modificação de estilo;

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2015: a caminhonete perdeu o nome Palio e passou a ser identificada apenas pelo nome Weekend.

Fonte: IG Carros
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Triumph fecha parceria com indiana Bajaj para criar motos entre 200 cc e 750 cc

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Bajaj Pulsar NS200 (foto) pode ser o ponto de partida para os modelos mais em conta decorrentes dessa união

A Triumph anuncia parceria com a indiana Bajaj para o desenvolvimento de novos projetos nos segmentos entre 200 cc e 750 cc. Com foco nos mercados emergentes — com destaque para China, Índia e até o Brasil — a chegada das novas motocicletas ainda não foi adiantada, mas é possível esperar que isso ocorra a partir da segunda metade do ano. O surgimento de novas plataformas e motores, a partir da aliança, beneficiará ambas as marcas, uma vez que, enquanto uma fornece as tecnologias e o padrão de qualidade, a outra aplica o conhecimento sobre os mercados para onde as motos serão destinadas.

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Segundo o CEO da Triumph , Nick Bloor: “Esta é uma importante aliança com a Triumph e estou muito feliz que agora ela começou formalmente. Além de levar nossa marca para novos territórios cruciais, os produtos que surgirão com a parceria também ajudarão a atrair um público consumidor mais jovem, embora ainda exigente, e representam um novo passo em nossas ambições para expandirmos a Triumph globalmente, em especial nos mercados de rápido crescimento do Sudeste Asiático, mas impulsionando o crescimento também em territórios mais maduros, como a Europa”.

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Outras alianças e possíveis rivais

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BMW G 310 R e G 310 GS foram outros exemplos de parcerias com fabricantes de mercados emergentes. Elas, inclusive, estarão entre as rivais

No Brasil, a vinda dos novos modelos será responsável por rivalizar com o que vemos por aqui. No segmento das trail, por exemplo, terá que conviver com as Honda NXR e XRE, as Yamaha Crosser e Lander, a Royal Enfield Himalayan e outras, como a Kawasaki Versys. Entre as nakeds, possíveis rivais seriam a Honda CB 250 Twister, Yamaha Fazer 250, as KTM Duke e até as BMW G 310.

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Isso remete às alianças anteriormente firmadas entre outras marcas mundiais e as maiores dos mercados emergentes. Nelas, as fabricantes indianas têm sido a chave para o desenvolvimento de novos produtos, de menor cilindrada. O caso mais recente uniu os estúdios de TVS Motor Company e BMW, que viabilizou a criação das G 310 R e G 310 GS. Antes, em 2017, a Bajaj atuou em conjunto com a austríaca KTM na criação da pequena 125 DUKE. Após a boa aceitação no mercado europeu, com mais de 10 mil unidades vendidas em um ano, optou-se pela diversificação do produto com as 200 e 390 DUKE. Agora, é a vez a Triumph expandir sua atuação. Agora, é a vez da Triumph .

Fonte: IG Carros
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