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Internacional

No Camboja, 18 operários morrem e 24 ficam feridos em queda de prédio

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Ao menos 18 corpos e 24 feridos já foram resgatados dos escombros de um prédio em construção que desmoronou na madrugada deste sábado (22), na cidade de Sihanoukville, no sudoeste do Camboja. Segundo a agência de notícias local Fresh News, equipes de resgate continuam vistoriando o local do acidente e o primeiro-ministro, Hun Sen, deve chegar ao local hoje (23) a noite.

O edifício pertencia a chineses e estava quase pronto, faltando cerca de 20% das obras. As autoridades vão investigar a razão do desmoronamento. Quatro chinês foram detidos para prestar depoimento: um dos donos do prédio, o engenheiro responsável pelo projeto de construção e um empreiteiro. O proprietário do terreno, cambojano, também está detido.

De acordo com a rede de notícias japonesa NHK, o prédio estava sendo construído em uma região de forte apelo turístico, onde vários hotéis e prédios residenciais estão sendo erguidos, atraindo mão de obra de todo o país. Autoridades locais suspeitam de que a construção era ilegal e que o proprietário chinês ignorou as ordens para paralisar as obras.

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Por meio de redes sociais, o primeiro-ministro Hun Sen pediu que a população do Camboja ajude as famílias das vítimas com doações. De acordo com a Fresh News, ontem, o premier anunciou a doação de U$ 10 mil para a família de cada um dos mortos, e US$ 1.250 para os feridos, além de tratamento grátis.

Edição: Maria Claudia
Fonte: EBC
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Internacional

ONU recorda Mandela como “defensor global da dignidade e igualdade”

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“Um extraordinário defensor global da dignidade e igualdade e um dos líderes mais emblemáticos e inspiradores do nosso tempo”. Com estas palavras, o secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, celebrou hoje a passagem do Dia Internacional de Nelson Mandela, neste 18 de julho.

Se estivesse vivo, o ex-presidente da África do Sul e ícone da luta contra o apartheid completaria 101 anos nesta quinta-feira. Primeiro presidente da África do Sul livre e democrática, Nelson Rolihlahla Mandela morreu em 2001, 20 anos após receber o Prêmio Nobel da Paz.

A comemoração do Dia Internacional de Nelson Mandela foi proclamada há uma década pela Assembleia Geral da ONU. O objetivo é celebrar a proteção dos direitos humanos, a igualdade entre raças e etnias, a resolução dos conflitos entre povos e a integridade da humanidade.

Exposição Centenário Mandela, no Palácio Itamaraty. A mostra apresenta a trajetória do ativista (Nelson Mandela) que combateu o regime do apartheid e tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul.

 

O ativista (Nelson Mandela) que combateu o regime do apartheid e tornou-se o primeiro presidente negro da África do Sul é celebrado hoje em todo o mundo – José Cruz/Agência Brasil

“Coragem e compaixão”

Segundo a mensagem divulgada pelo chefe da ONU, Nelson Mandela “exemplificou coragem, compaixão e compromisso com a liberdade, paz e justiça social”. Guterres realçou ainda que o líder “viveu por esses princípios e estava preparado para sacrificar sua liberdade e até mesmo sua vida por eles.”

O secretário-geral afirmou que os apelos de Nelson Mandela pela coesão social e pelo fim do racismo são particularmente relevantes hoje, quando “o discurso do ódio lança uma sombra crescente em todo o mundo”. Para Guterres, aqueles que trabalham coletivamente pela paz, estabilidade, desenvolvimento sustentável e direitos humanos para todos, devem sempre recordar o exemplo de Mandela.

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A mensagem ressalta que o melhor tributo ao ex-líder deve ser demonstrado por ações. O chefe da ONU destaca que o recado de Mandela para o mundo é claro: “cada um de nós pode agir para promover mudanças duradouras. Todos nós temos o dever de fazê-lo”.

No dia de reflexão sobre a vida e obra de Mandela, o apelo do chefe da ONU é que o mundo abrace o legado do ex-presidente, bem como a aspiração de seguir o seu exemplo.

 

Edição: Augusto Queiroz
Fonte: EBC
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Internacional

Políticos da Coreia do Sul se unem contra restrições do Japão

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O presidente sul-coreano Moon Jae-in e os chefes dos cinco principais partidos políticos do país formaram uma frente hoje (18) contra as restrições impostas pelo Japão às exportações de produtos sensíveis de tecnologia para empresas sul-coreanas.

Durante uma reunião em Cheong Wa Dae (escritório executivo do governo sul-coreano), em Seul, eles decidiram lançar um “órgão pan-nacional de cooperação de emergência” para lidar com a questão, de acordo com um comunicado conjunto da imprensa.

Em quase 2 anos, é a primeira vez que Moon realiza conversações simultaneamente com líderes dos partidos governistas e de oposição.

Eles “compartilharam a percepção de que a medida do Japão de restrições às exportações é uma injusta retaliação econômica que contraria a ordem do livre comércio”, disseram os porta-vozes das partes.

Eles pediram ao Japão que retroceda imediatamente em relaçãoao controle de exportação mais rigoroso dos principais componentes de semicondutores e telas digitais, que entraram em vigor algumas semanas antes.

Prometendo cooperação bipartidária sobre o assunto, Moon e os líderes do partido deixaram claro que a decisão do Japão de retirar a Coreia do Sul da “lista branca” de importadores está pondo em risco não apenas os laços entre Seul e Tóquio, mas também a cooperação de segurança no nordeste da Ásia.
A questão do Japão foi aparentemente um item de agenda de topo na sessão, juntamente com uma lei de orçamento suplementar, que está pendente na Assembleia Nacional há meses.

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“O que é mais urgente e importante agora é como reagimos à medida de restrições à exportação do Japão (contra empresas sul-coreanas)”, disse Moon no início das negociações.

É necessário reunir sabedoria sobre as formas de a Coreia do Sul confiar menos no Japão para o fornecimento de materiais básicos para o setor manufatureiro, acrescentou.

Os líderes partidários presentes foram Lee Hae-chan, do liberal Partido Democrata, Hwang Kyo-ahn, do principal partido da oposição, Partido Coreano da Liberdade (LKP), Sohn Hak-kyu, do Partido Bareunmirae de centro-direita, Sim Sang-jung. do progressista Partido da Justiça e de Chung Dong-young, do partido de centro-esquerda Democracia e Paz.
 

Edição: José Romildo
Fonte: EBC
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