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Veja 5 carrões dos principais jogadores da Copa América 2019

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Apesar da seleção brasileira ser autoridade inquestionável em títulos mundiais, ainda estamos atrás dos nossos hermanos argentinos e uruguaios no ranking da Copa América. A seleção de Luis Suárez ostenta 15 troféus, enquanto a Argentina surge logo atrás com 15. O Brasil fica na terceira colocação com apenas oito títulos, sendo que o último foi conquistado há 12 anos.

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Enquanto torcemos pela nossa seleção na Copa América , a reportagem do iG enumera cinco carrões de jogadores de diversas seleções latinas que estão participando do campeonato. Isso justifica a ausência de Neymar, uma vez que o camisa 10 se machucou no último amistoso antes do início do torneio.

1 – Ferrari 335 Spider Scaglietti (Messi)

Ferrari 335 Spyder Scaglietti
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A raríssima Ferrari 335 Spyder Scaglietti foi adquirida por Lionel Messi em meados de 2017

Messi gosta de ir aos treinos do Barça com seu Range Rover Sport, um carro de luxo bem convencional entre os jogadores de futebol. Mas o argentino mostrou que também curte veículos clássicos ao arrebatar uma belíssima 335 Scaglietti em um leilão que Cristiano Ronaldo também participava.

Tratava-se de um leilão organizado pelo multimilionário italiano Alessandro Proto em 2017. Messi e Cristiano Ronaldo disputaram para ver quem ficaria com um dos carros mais raros do planeta, e o prêmio acabou ficando com o argentino. Ele precisou desembolsar R$ 140 milhões para levar a Scaglietti com motor V12 de 400 cv para casa. O britânico Stirling Moss pilotou o modelo no Grande Prêmio de Cuba, da Fórmula 1, em 1958.

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2 – Lamborghini Aventador (James Rodriguez)

Lamborghini Aventador S
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O meia James Rodriguez desfila com seu Lamborghini Aventador pelas ruas de Munique (Alemanha)

O meia colombiano viveu o auge de sua carreira no Real Madrid. Após desavenças severas com o técnico Zinedine Zidane, acabou partindo para o Bayern de Munique no futebol alemão, onde seus títulos estão restritos ao campeonato nacional que é pouco competitivo. Apesar do desempenho de James ter caído bastante, o meia ainda ostenta um belo Lamborghini Aventador.

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Cheio de veneno, o superesportivo vem com o maldoso motor V12, de 6.5 litros de cilindrada, capaz de gerar 730 cv e brutais 70,3 kgfm de toque. São números suficientes para acelerar de 0 a 100 km/h em 3 segundos e insanos 350 km/h.

3 – Ferrari FF (Ederson)

Ferrari FF
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Campeão inglês pelo Manchester City, o goleiro Ederson curte a “sport tourer” Ferrari FF, com tração integral

Entre os carros dos jogadores da seleção, podemos destacar o Range Rover de Gabriel Jesus, além do Audi Q7 de Casemiro. Mas entre tantos modelos, o que mais chamou atenção pela sua preferência inusitada é o goleiro reserva Ederson, que atua pelo Manchester City.

Em sua garagem, o goleiro ostenta uma bela Ferrari FF. Quando foi lançada em 2011, o modelo gerou polêmica por seu corpo no estilo “sport tourer” e a tração nas quatro rodas. A FF pode acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos, com velocidade máxima de 335 km/h.

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4 – Range Rover (Cavani)

Range Rover
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Uma lista com os modelos mais frequentes nas garagens de todos os jogadores teria o Range Rover no topo

O atacante uruguaio conhecido por suas cobranças de pênalti indefensáveis é bem discreto em suas redes sociais e aparições públicas. Talvez este seja o motivo do jogador nunca ter sido visto em um superesportivo. Ao menos para ir aos treinos diários no centro do PSG, Cavani vai de Range Rover.

Ao menos no Brasil, o Range Rover está disponível em cinco opções de motorização, sendo que duas são movidas a diesel e as outras três a gasolina. Destaque para a versão V8 5.0 supercharged, capaz de desenvolver 564 cv de potência e colocar o SUV de mais de duas toneladas nos 100 km/h em apenas 5,4 segundos.

5 – Ferrari 458 Italia (Vidal)

Ferrari 458 Italia
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A Ferrari 458 Itália de Arturo Vidal já não pertence mais ao mundo dos veículos ativos. depois que sofreu um acidente

Durante a edição de 2015 da Copa América, o meio-campista chileno Arturo Vidal se envolveu em um acidente nas ruas de Santiago com sua Ferrari 458. De acordo com o jornal El Mercúrio, Vidal havia ingerido álcool antes de assumir o volante do superesportivo. Após uma noite de detenção, foi liberado pela polícia e retornou aos treinos da seleção. Alguns dias depois, sua seleção ergueu o caneco.

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Entre 2009 e 2015, a Ferrari 458 tinha motor 4.4 V8 aspirado de 570 cv de potência e 54 kgfm de torque. A aceleração de 0 a 100 km/h está na casa dos 3,5 segundos, enquanto a velocidade máxima é absurdos de 325 km/h entre os carros dos jogadores da Copa América .

Fonte: IG Carros
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Fim de linha para o Chevrolet Cobalt, o sedã da ex-nova classe média

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Cobalt 2019: as últimas versões já refletiam uma nova realidade e vinham mais bem equipadas

O Chevrolet Cobalt é o próximo carro a sumir das ruas brasileiras. A General Motors não confirma que vai tirá-lo de linha, mas uma coisa é certa: suas vendas nunca mais serão as mesmas. Na verdade, o Cobalt parece ter dobrado o Cabo da Boa Esperança, como se diz popularmente. Ou, para quem conhece geografia, ele passou pelo Cabo das Tormentas, que era o nome dado pelos portugueses àquele ponto no extremo sul da África, na época das grandes navegações.

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Em setembro, o Chevrolet Cobalt teve sua melhor venda no ano: 1.416 unidades. Em outubro caiu para 831. Em setembro, se chegar a 450 vai ser muito. Que diferença para os mais de 66.000 emplacamentos que registrou em 2012. Naquele ano, o Cobalt foi o 11º automóvel de passeio mais vendido do Brasil.

Tudo bem que faz sete anos que isso aconteceu, mas a culpa não é do Cobalt e muito menos da GM. A montadora até melhorou bastante o carro nesse período, dotando-o de tecnologias de conectividade e caprichando em seu conforto. O Cobalt também cumpriu seu papel, servindo às famílias (mais tarde aos taxistas) como um sedã espaçoso e confortável.

O que mudou foi o Brasil. Hoje não existe mais o sonho da nova classe média, a classe C que emergiu das classes D e E para dar um impulso histórico nas vendas da indústria automobilística. Pelo contrário, muitos voltaram para as classes D e E. Pior: alguns que nunca estiveram abaixo da classe C, também empobreceram. E multidões que habitavam as classe A e B, rainhas do consumo antes da era Cobalt, também perderam renda e hoje povoam a classe média brasileira.

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Spin Premier 2020: irmão do Cobalt, o monovolume da GM é considerado também uma perua, mas tem futuro incerto

Em 2011, o PIB per capita do Brasil era de US$ 13,3 mil. Em 2019, foi inferior a US$ 8.900. Segundo um estudo da Tendências Consultoria, nesse ritmo só em 2028 o pico do PIB per capita voltará ao nível de 2011. Em 2012, a classe média alta tinha uma renda entre R$ 641 e R$ 1.109. Em 2017, cinco anos depois, o pico dessa renda era de R$ 1.008, segundo o Bradesco. E quase 1 milhão de brasileiros havia caído das classes A e B para a classe C.

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Portanto, faz sentido o fim do Cobalt. Esse carro foi pensado para a classe média emergente do início da década. Era um carro sem muito luxo, mas com duas propostas de motores: 1.4 de 97/102 cv (g/e) e 1.8 de 106/108 cv (g/e). Mais tarde, a potência do 1.4 subiu para 106 cv e do 1.8 foi para 111 cv (ambos com etanol). Para se ter uma ideia, a campanha de lançamento do Cobalt foi toda feita no Carrefour, um supermercado popular.

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Na verdade, o Cobalt havia nascido no EUA, na década anterior. Porém, quando ele foi substituído pelo Cruze no mercado americano, a GM do Brasil aproveitou para lançá-lo aqui. Mas não com a mesma base — a GM aproveitou apenas o nome, pois o Cobalt brasileiro usou a plataforma do Sonic (que não deu certo no mercado brasileiro) e da primeira geração do Onix/Prisma . Cobalt dava dignidade à classe média

Chevrolet Cobalt dava dignidade à classe média

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Cobalt 1.4: em seus primeiros anos, o Cobalt teve versões com motor de menor cilindrada

Com um design simples, mas com suspensão macia, um motor razoável e outro mais potente, um porta-malas enorme (563 litros) e bom espaço interno (entre-eixos de 2,620 metros), o Cobalt era um carro que dava dignidade à nova classe média. Era possível ter um carro zero km maior sem ter que pagar uma fortuna.

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Portanto, a trajetória do Chevrolet Cobalt foi honrosa, pois ele teve um sentido social, coisa que poucos carros têm. Lógico que, no fim das contas, o que todas as montadoras querem é ganhar dinheiro, mas são poucos os modelos que buscam atender às necessidades do povão. O Cobalt teve esse mérito.

Ao contrário do Cobalt, sua versão station wagon (ou monovolume, como prefere a GM), continua tendo vendas razoáveis. É verdade que em três meses elas caíram caíram de 3.100 para 2.300, mas a queda do Spin tem sido mais lenta. Também está marcado para morrer, mas ele nunca teve o papel social do Cobalt.

O que importa agora é que, num Brasil em que mais de 60 milhões de pessoas estão com o “nome sujo”, é impossível pensar em vender certos carros de forma financiada. Hoje, só quem tem dinheiro sobrando compra um carro zero km. Por isso, as ofertas de carros bons a preços populares são praticamente inexistentes. Por “bons” eu nem me refiro a carros com grandes qualidades técnicas, mas simplesmente àqueles que são espaçosos, razoavelmente confortáveis, com porta-malas grande e motor potente.

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Nessa realidade, faz muito mais sentido à GM investir no Onix Plus, seu novo sedã, que subiu de categoria, em relação ao Prisma, justamente para ocupar um lugar que era dignamente defendido pelo Chevrolet Cobalt . Um carro que não deixará uma legião de fãs, mas que teve uma vida significativa.

Fonte: IG Carros
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Troller T4 2020 estreia com poucas novidades

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Troller T4 2020 passa a ter detalhes pintados de preto brilhante entre as principais mudanças

As novas cores no exterior e interior são as únicas novidades da linha 2020 do Troller T4, que chega com preço de R$ 140.900 (pintura sólida) e R$ 141.778 (pintura metálica ou perolizada).

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Na exterior, a o Troller T4  da linha 2020 ganhou a tonalidade Cinza Londres Escuro aplicada na grade dianteira, para-choque, teto, estribos, tampa de porta-malas e molduras. A mesma cor está presente no interior, no painel, console central, apoios de braços e molduras dos alto-falantes. Já as rodas de 17″ agora são pintadas em Preto Ebony.

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Trollet T4 vem com central multimídia com tela sensível ao toque e ar-condicionado digital com regulagem independente


O conjunto mecânico segue sem novidades. O motor é o 3.2 Duratorq diesel de cinco cilindros e 200 cv, enquanto o câmbio é manual de seis marchas. A tração é 4×4 com comando eletrônico e reduzida e o diferencial traseiro é do tipo autoblocante.

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Na lista de equipamentos, o Troller T4 2020 traz preparação para snorkel, teto solar de vidro, lanternas traseiras de LED, bagageiro de teto, ar-condicionado digital de duas zonas, sistema multimídia JBL com tela de 6,75″ e conectividade Android Auto e Apple CarPlay, vidros e travas elétricas, alarme e preparação para navegador off-road .

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O Troller T4 da linha 2020 segue sem airbags ou freios ABS, já que está enquadrado como um veículo off-road e está isento de sair de fábrica com os itens de segurança.

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Troller T4 2020 mantém o mesmo aspecto da linha anterior, exceto pelas novas cores adotadas a partir de agora


Fonte: IG Carros
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