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Gol vai elevar preços de passagens e reajustar milhas por baixa ocupação em voos

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Avião da Gol
Divulgação/Gol
Gol vai elevar preços de passagens e reajustar milhas por baixa ocupação em voos

A Smiles foi notificada pela Gol, sua controladora, que os preços das passagens padrão e milhas serão reajustados, em decorrência de variações na taxa de ocupação média dos voos.

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Em fato relevante divulgado a acionistas, a Smiles informou que “analisará os fundamentos do pedido apresentado pela Gol e iniciará o processo de atualização e cálculo dos valores dos preços das passagens padrão e milhas”, afirmou a Smiles, explicando que, uma vez concluída a atualização, eventuais reajustes serão submetidos à aprovação de comitê independente e de seu conselho de administração.

Na quarta-feira (19), a companhia aérea anunciou que não chegou a um entendimento com o comitê de negociação da Smiles , após cinco meses de trabalho para uma fusão com a controlada do segmento de fidelidade de passageiros.

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A intenção da Gol de unir as duas empresas foi anunciada pela primeira vez em outubro do ano passado, mas a companhia aérea e o comitê decidiram encerrar as negociações.

Fonte: IG Economia
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Após reação negativa, governo pode discutir mudanças em novo pacote de empregos

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Rogério Marinho, secretário de Previdência e Trabalho, em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura

O governo está pronto para discutir com o Congresso Nacional outras formas de financiar o Programa Verde-Amarelo, criado para estimular a oferta de emprego para jovens de 18 a 29 anos no país, afirmou o secretário de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Rogério Marinho, entrevistado do programa “Roda Viva”, da TV Cultura , na noite desta segunda-feira (18).

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O projeto sofreu duras críticas por propor a taxação do seguro-desemprego , que contaria para fins de aposentadoria, como forma de compensar a redução da taxação às empresas que vão contratar esses jovens. Na prática, portanto, os desempregados pagariam pela geração de empregos.

“Nós temos um Congresso reformista, questionador. E vem melhorando os processos que lá chegam, é esse o papel do Parlamento. E isso será feito. Ninguém está reclamando do projeto, mas da fonte (de financiamento). E estamos abertos para discutir com o Congresso”, frisou Marinho.

Questionado sobre qual seria a eficácia do programa em gerar empregos , considerando uma economia que ainda não cresce de forma vigorosa e com a indústria com alta taxa de capacidade ociosa, o secretário reconheceu que o Programa Verde-Amarelo não tem como resolver o problema sozinho, mas em conjunto com outras medidas.

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“A taxa de desemprego entre os jovens é o dobro da média no mercado. As pessoas dessa faixa etária (18 a 29 anos) terão maior dificuldade de inserção, pela baixa qualificação e a baixa experiência. Então, vamos facilitar essa entrada, permitindo que tenham maior competitividade. Mas não achamos que isso vai resolver, por si só, o problema do emprego no Brasil”, afirmou o secretário.

Marinho defende que, além de um conjunto de medidas elaboradas para atuarem de forma complementar, já há uma recuperação consistente da economia. Ele lembrou ainda que a reforma tributária será apresentada até o fim do ano.

“As mudanças vão ocorrer no âmbito da reforma tributária, junção de impostos federais, mudança no IPI, no Imposto de Renda , mudança no critério de cobrança da pessoa física, da pessoa jurídica, tem uma série de tratativas em andamento. As questões que dizem respeito à Previdência e trabalho, havíamos levado em conta a possibilidade de fazer uma compensação com os projetos de Previdência, combate à fraude”.

O governo considerou utilizar parte da economia de recursos que serão garantidas com leis já aprovadas este ano, da ordem de R$ 35 bilhões a R$ 36 bilhões, mas, segundo Marinho, “Fomos desaconselhados pela parte jurídica, pois teríamos dificuldade no TCU (Tribunal de Contas da União), pois foram projetos anteriores (ao Verde-Amarelo). O que nós apresentamos, estamos levando em conta a Lei de Recuperação Fiscal, artigo 14a. Na hora que tem desoneração é preciso apresentar nova fonte de receita”, destacou.

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Ele refutou a tese de que taxar o seguro-desemprego seja um “ato de covardia” ou de falta de sensibilidade do governo. “Trata-se de uma inclusão previdenciária, não uma taxação. O mercado brasileiro tem uma grande rotatividade. O seguro-desemprego vale por cinco meses. O trabalhador troca de emprego cinco vezes ao longo da vida. Seriam dois anos e um mês, no total. Se na maioria ganha um salário mínimo, seriam R$ 80 de contribuição, vezes 25 meses, daria R$ 1.600 para se aposentar mais cedo, enquanto ele recebeu R$ 26 mil nesse período”, defendeu.

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Ele negou que o governo venha a criar uma tributação semelhante à antiga CPMF , rechaçada pelo presidente Jair Bolsonaro em diversas oportunidades, para compensar a perda de arrecadação com o Programa Verde-Amarelo.

Fonte: IG Economia
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São Paulo é o único estado com queda do desemprego no 3º trimestre, diz IBGE

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Jana Pêssoa/Setas
São Paulo foi o único estado com queda do desemprego no terceiro trimestre, segundo o IBGE

São Paulo foi o único estado brasileiro que apresentou queda do desemprego no terceiro trimestre deste ano, na comparação com o segundo trimestre de 2019. A taxa do estado caiu para 12%, após registrar índice de 12,8% entre abril e junho. Os dados são da Pnad Contínua, divulgada nesta terça-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

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A taxa de desocupação em todo o país ficou em 11,8%, com redução de 0,2% na comparação com o segundo trimestre deste ano. A redução no período só não foi maior em virtude da estabilidade de praticamente todos os estados brasileiros.

Somente o estado de Rondônia apresentou crescimento, com alta de 1,5 ponto percentual nos últimos três meses, atingindo 8,2%.

Os maiores níveis de desemprego foram observados na Bahia (16,8%), no Amapá (16,7%), e em Pernambuco (15,8%). Já as menores taxas foram em Santa Catarina (5,8%), Mato Grosso do Sul (7,5%) e Mato Grosso (8%).

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A pesquisa aponta também que, no Brasil, 46,9% dos desocupados estavam em busca de trabalho por um período de um mês a um ano. E 25,2% buscavam uma vaga há dois anos ou mais, prazo que vem apresentando tendência de queda.

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Os que procuravam emprego há menos de um mês somam 1,8 milhão de pessoas, enquanto 3,2 milhões procuravam uma ocupação há dois anos ou mais.

Fonte: IG Economia
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