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Gol vai elevar preços de passagens e reajustar milhas por baixa ocupação em voos

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Avião da Gol
Divulgação/Gol

Gol vai elevar preços de passagens e reajustar milhas por baixa ocupação em voos

A Smiles foi notificada pela Gol, sua controladora, que os preços das passagens padrão e milhas serão reajustados, em decorrência de variações na taxa de ocupação média dos voos.

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Em fato relevante divulgado a acionistas, a Smiles informou que “analisará os fundamentos do pedido apresentado pela Gol e iniciará o processo de atualização e cálculo dos valores dos preços das passagens padrão e milhas”, afirmou a Smiles, explicando que, uma vez concluída a atualização, eventuais reajustes serão submetidos à aprovação de comitê independente e de seu conselho de administração.

Na quarta-feira (19), a companhia aérea anunciou que não chegou a um entendimento com o comitê de negociação da Smiles , após cinco meses de trabalho para uma fusão com a controlada do segmento de fidelidade de passageiros.

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A intenção da Gol de unir as duas empresas foi anunciada pela primeira vez em outubro do ano passado, mas a companhia aérea e o comitê decidiram encerrar as negociações.

Fonte: IG Economia
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Vai trabalhar no carnaval? Conheça os seus direitos

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Bruno Rocha/Fotoarena/Agência O Globo

Conheça seus direitos caso vá perder o carnaval deste ano trabalhando

A maioria dos trabalhadores descansa durante todo o carnaval, mas os que mantêm a rotina de trabalho sentem que deviam ser recompensados, e bem recompensados, por esses dias de jornada.

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Para esclarecer dúvidas, o GLOBO buscou informações com um especialista em Direito Trabalhista, para explicar quais são os direitos trabalhistas  para quem desempenha suas atividades normalmente nesta época do ano.

Segundo o advogado Solon Tepedino, é importante lembrar que consideram-se feriados apenas a terça-feira (25) e a quarta-feira (26, somente até o meio-dia). Dessa forma, a segunda-feira é um dia normal de trabalho, sendo opção da empresa conceder a folga ao trabalhador ou não, podendo haver desconto do banco de horas.

O mesmo ocorre com a Quarta-Feira de Cinzas . Se a empresa decidir não funcionar, o funcionário não pode optar por trabalhar. Porém, não deve haver descontos de salários.

Quem tiver que trabalhar durante o feriado de terça-feira ou antes do meio-dia de quarta-feira deve receber em dobro pelas horas trabalhadas ou ganhar o equivalente em folga em um dia útil.

Quem trabalha sob regime de escala em plantão também tem os mesmos direitos. Só é preciso atenção para saber se a sua categoria tem algum acordo coletivo firmado entre patrões e empregados, que estabeleça regras diferentes.

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“Com a nova lei trabalhista, o acordo em convenções coletivas e entre patrões e empregados fica acima da legislação, mas não pode ser inconstitucional, como exigir carga horária acima de 44 horas semanais”, afirmou Solon Tepedino.

Fonte: IG Economia
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Protagonista do meme dos ‘3 reaix’ processa 56 empresas por uso de sua imagem

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Reprodução/TV Globo

Raquel Motta, protagonista do meme ‘3 reaix’, processa 56 empresas por uso indevido de sua imagem

A pedagoga, artesã e produtora cultural Raquel Motta, de 35 anos, que protagonizou o meme dos ‘3 reaix” (com x por causa do sotaque carioca), está processando 56 empresas por uso indevido de imagem, entre elas a rede de fast food Burger King e o aplicativo de delivery Rappi . A informação foi antecipada pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O GLOBO .

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Tudo começou quando Raquel foi convidada pelo programa “É de casa”, da Rede Globo , para ensinar como fazer um produto de artesanato sustentável. Ela mostrou o passo a passo para confeccionar uma carteira, cujo custo era de apenas R$ 3.

Algum tempo depois, o “Fantástico” fez uma montagem no quadro “Isso a Globo não mostra”, em que sugeria que o preço de venda também era de R$ 3, quando, na verdade, era de R$ 20. O vídeo viralizou, e a artesã viu seu número de seguidores no Instagram passar de 70 para 140 mil, entre famosos e anônimos.

“Eu estava sentada no sofá quando assisti ao programa. Fiquei surpresa com a proporção que isso tomou, mas resolvi entrar na brincadeira. Comecei a ensinar, nas redes sociais, como fazer artesanato e abri uma lojinha virtual”, relata.

Raquel também chegou a ceder sua imagem para comerciais e começou a fazer publiposts em suas redes, recebendo de R$ 300 a R$ 10 mil , a depender da ação. No entanto, algumas empresas passaram a usar sua foto sem autorização.

“Meus seguidores começaram a me marcar nos posts, indignados. Entrei em contato com uma marca, pedindo amigavelmente para retirarem a imagem do ar, mas falaram que se sentiam no direito de usá-la, já que todo mundo estava usando”, contou.

Depois disso, ela recorreu a uma advogada, que mapeou cem anúncios indevidos. Após tentar um acordo extrajudicial sem sucesso, ambas decidiram entrar com processos na Justiça.

“A equipe conseguiu montar, até agora, dois processos, contra 56 empresas ao todo. Ainda vou processar as outras. É um absurdo o que fizeram. Minha imagem foi usada por muitos, de drogaria até mote”, desabafou a artesã.

Segundo Cristina Luz, advogada especialista em Propriedade Intelectual e Direito Marcário, o valor questionado na Justiça é de, aproximadamente, R$ 8 milhões, incluindo danos morais — pelo desgaste da imagem de Raquel — e danos materiais , visto que diversas empresas deixaram de fechar contratos com a artesã por ela ter a imagem vinculada a concorrentes.

“A imagem é um patrimônio particular garantido tanto pelo Código Civil Brasileiro, quanto pela Constituição Federal. Essas empresas usaram a imagem dela para fins comerciais contra a sua vontade”, explicou Cristina.

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Até o momento da publicação da matéria, Burger King e Rappi não enviaram uma resposta sobre o caso.

Fonte: IG Economia
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