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Ex-apresentador de “Caçadores de Mitos” constrói armadura do Homem de Ferro

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Construir uma réplica funcional da armadura de Tony Stark pode ser difícil e caro, mas não impossível. Foi o que provou o ex-apresentador do programa “Os Caçadores de Mitos”, Adam Savage, em seu novo programa, “Savage Builds”.

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Adam Savage ao lado de sua armadura do Homem de Ferro feita de titânio
Reprodução/Twitter/Tested
Adam Savage, ex-apresentador de “Caçadores de Mitos”, fez sua própria armadura do Homem de Ferro com uma impressora 3D

Savage construiu, utilizando uma impressora 3D e pó de titânio, além de outros materiais mais leves e flexíveis para as articulações da “carapaça de titânio”, sua própria versão da armadura do Homem de Ferro , baseada no protótipo Mark II, do primeiro filme do herói.

No programa, o astro de ” Caçadores de Mitos ” conta que precisou da autorização da Marvel para usar a imagem da armadura; em seguida, ele teve de ir atrás dos arquivos utilizados pelos criadores dos filmes para trazer à vida o icônico equipamento de Stark.

O resultado dessa caçada foi uma réplica  muito parecida com  do filme, embora ela não tenha nenhum dos equipamentos e recursos de alta tecnologia instalados pelo super herói milionário na sua versão original da armadura.

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Os recursos da armadura do Homem de Ferro

Réplica da armadura do Homem de Ferro, com um voluntário dentro, voando em direção a Adam
Reprodução/Youtube
Além de ser à prova de balas e explosões, a armadura do Homem de Ferro criada por Adam Savage também voa

Mesmo sem todos os gadgets e recursos avançados que a armadura tem no filme, a versão construída por Savage ainda poderia ajudar quem a utilizasse a se tornar um super herói. Por exemplo, o seu principal recurso – e o que mais impressionou o público – é a capacidade de voar. Confira o vídeo abaixo do Homem de Ferro genérico em ação:

Além disso, a armadura é totalmente à prova de balas. No episódio, Savage testou três pistolas no peitoral da sua obra: uma de calibre .22, uma de 9 mm e uma de calibre .45. Nenhuma delas conseguiu perfurar a superfície de titânio.

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Nem mesmo um explosivo C4, detonado a menos de 1 metro da armadura, foi capaz de causar danos a ela, que protegeria seu usuário da morte nesse caso. Isso significa que as cenas nas quais Tony sai ileso de explosões e tiroteios podem não ser mera ficção científica.

O custo total da empreitada, porém, não foi nada barato. Como revelou em seu canal do YouTube, em um vídeo que mostrava-o fazendo um estande para colocar a armadura , Adam gastou cerca de US$ 250 mil (algo em torno de R$ 963 mil).

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Pelo jeito, ter uma armadura do Homem de Ferro continuará a ser um sonho distante para a grande maioria das pessoas, mas pelo menos agora é possível vê-la em ação na vida real.

Fonte: IG Tecnologia
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Como melhorar o conteúdo no Instagram depois do “fim” das curtidas

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Desde que o Instagram anunciou que o número de curtidas nas fotos não vai mais aparecer , muitos usuários ficaram sem saber o que fazer. A partir de agora, o que vale é o conteúdo. Mas, como deixá-lo mais atraente e ganhar relevência na rede sem os likes que serviam de medidor de popularidade? 

Tela inicial do Instagram arrow-options
shutterstock
Empresas revelam que já usavam outras métricas para pagar influenciadores, como hashtags e número de seguidores

Infelizmente, não há fórmula exata, mas algumas dicas para melhorar o Instagram podem te ajudar. Ser autêntico, escolher um nicho para falar de um assunto que se tenha domínio, mostrar o seu dia a dia com naturalidade – principalmente pelos stories -, e oferecer conhecimento são alguns dos segredos para se tornar um influenciador de relevância.

Em primeiro lugar, é importante deixar claro que as curtidas  têm muito mais peso para os seguidores, pois, para as marcas que investem e patrocinam os influenciadores digitais, as métricas usadas para saber o seu poder de alcance e assertividade já eram outras.

A moeda de troca nas parcerias é sempre a hashtag e o alcance assertivo. Por isso, likes não bastam. Guilherme Ramos, gerente de marketing da Bodytech e que faz a escolha de quais influencers serão parceiros da marca, conta que hoje há um sistema para mensurar não apenas as curtidas como também o engajamento, número de seguidores e acompanhar os últimos meses.

“Verificamos os locais com quem esta pessoa fala também e com quais outras marcas já tem parceria. Outro ponto é que não adianta ter um número altíssimo de seguidores se não for em engajamento orgânico”, diz ele, citando o exemplo da DJ Camilla Brunetta .

“Ela tem uns 30 mil, mas fala diretamente com o público jovem que queremos, tem a ver com a nossa marca e viaja o Brasil todo. Isso é o que mais vale”, explica.

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“Depende da marca, pois algumas me agregam também. Tem que ser bom para os dois lados sempre”, acrescenta a dentista e influenciadora digital Renata Dias, que ganhou fama em um reallity show, passando de 20 mil para quase 300 mil seguidores.

O fundador do Instituto Vendas Gustavo Malavota sugere também pôr sempre a localização nas postagens e um link na bio (página principal da conta). Outra orientação é investir nos stories, contando histórias, e postar o conteúdo aos poucos.

O Instituto de Estudos de Comportamentos e Consumos Diário de Campo corrobora esta percepção: 57,2% dos internautas declaram ver mais stories e 42,8% mais posts. Outro dado mostra que 55,2% das pessoas seguem pessoas que usam o humor em suas postagens.

Gustavo Mota, fundador da M8X e da We Do Logos, destaca ainda que quanto mais nichado for este público-alvo, melhor, pois o que vale nesse mundo virtual é a qualidade do alcance e não meramente a quantidade: “O conteúdo tem que ser relevante e a interação é a chave deste negócio”.

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Dicas para dar ter um conteúdo relevante

Por Gustavo Mota e Gustavo Malavota

  • O Instagram hoje é a principal rede social e oferece várias ferramentas. Invista em stories, feed e entre vistas no IGTV;
  • O post no feed tem que ter localização, muitos esquecem;
  • Use e abuse das # que tenham a ver com o conteúdo no feed e @ nosstories;
  • Se tiver uma empresa, deixei o link na bio (página principal da sua conta). Também faça uma descrição objetiva de quem é e do que faz;
  • Você pode ter a conta da empresa e a sua, mas se for apenas influenciador, tenha uma só, pois mostrar a vida pessoal é o que faz a diferença;
  • Abasteça suas redes com frequência: de uma a três postagens por dia. Nos stories , média de oito, diariamente;
  • Pergunta é um recurso que funciona muito bem no Instagram, até para saber direcionar o seu conteúdo;
  • Posicione bem a câmera na hora do stories. Cenas reais são boas, mas não esqueça da qualidade.
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Seja verdadeiro

Saber dosar a autenticidade e veracidade da vida que se leva com os patrocínios é o grande desafio dos influenciadores, aliás, pois é justamente o seu jeito de ser que o faz ganhar fama, seguidores e contratos. Por outro lado, a vida vigiada a todo tempo, se não for real, pode ser a sua derrocada.

“Esses números e as entrevistas presenciais que conduzimos confirmam um maior envolvimento com conteúdos mais dinâmicos e instantâneos, como acontece nos stories”, complementa Julianna Queiróz, sócia da Diário de Campo.

O levantamento também identifica outros aspectos que tornam influenciadores digitais mais envolventes. Contribuir para a vida dos internautas é um deles. E isso vale tanto para dicas práticas, como conseguir remover manchas de roupas, ou para vídeos e textos de bem-estar e motivação.

“As pessoas esperam que os influenciadores inspirem, mas também que sejam próximos. O que importa é ouvir e acompanhar a vida daquela pessoa. Não só o que ela veste ou usa, mas como ela faz isso, como esses produtos e marcas se encaixam na vida dela”, aponta Renata Del Caro, sócia da Diário de Campo Pesquisa.

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Ela faz uma ressalva sobre os ‘publis’ (a publicidade explícita nos posts): “Isso pode fugir do princípio de transparência e honestidade que se espera e fascina nas mídias sociais. Mesmo assim, a pesquisa identificou que, quando o vínculo com o influenciador é forte, os seguidores encaram o elogio como uma dica preciosa que se dá aos amigos.”

Fonte: IG Tecnologia
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Google Maps passa a mostrar pontos de aluguel de bicicletas

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Olhar Digital

Bicicleta elétrica da Yellow arrow-options
Divulgação/Yellow
Bicicleta elétrica da Yellow


O Google Maps é um dos recursos mais utilizados para auxiliar na gestão de caminhos e alternativas para se chegar a algum local. Pensando nisso, o Google  está integrando ao Maps uma outra opção para que os usuários se locomovam: o aplicativo vai mostrar a localização em tempo real de estações de compartilhamento de bicicletas.

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A novidade está chegando aos poucos em 24 cidades do mundo. São Paulo e Rio de Janeiro estão inclusos na rota de implementação da funcionalidade. Algumas pessoas começam a receber a modificação em seus aplicativos do Maps a partir desta quarta-feira (17).

Além de identificar onde se localiza cada uma das estações de aluguel de bicicletas da região, a função mostra a quantidade de bicicletas disponível em cada uma delas. Também é possível descobrir se há um espaço vazio onde a bicicleta poderá será deixada em uma estação perto do seu destino.

A função está sendo disponibilizada tanto no app para smartphones Android e iOS quanto na versão web. Para acessá-la, basta entrar no Google Maps , digitar “bike” e clicar em “Pesquisar”. Será mostrado uma lista de estações próximas e a quantidade de bicicletas disponíveis no momento.

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Reprodução

Essa mudança está se tornando possível graças a uma incorporação de um novo feed global de dados de compartilhamento de bicicletas diretamente no Google Maps. A iniciativa se originou de uma parceria do Google com a empresa Ito World.

As primeiras cidades a receber a função são: Barcelona, Berlim, Bruxelas, Budapeste, Chicago, Dublin, Hamburgo, Helsinque, Kaohsiung, Londres, Los Angeles, Lyon, Madri, Cidade do México, Montreal, Nova cidade de Taipei, Nova York, Rio de Janeiro, área da Baía de São Francisco, São Paulo, Toronto, Viena, Varsóvia e Zurique.

E aí, você já testou a novidade? 

Fonte: IG Tecnologia
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