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DOS PALCOS PRA CADEIA: Cantor sertanejo de VG abandona carreira para pratica assaltos em Cuiabá

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Suspeito de ser comparsa de assalto de Larissa de Oliveira Brandão, 19 anos, suspeita de utilizar perfis em sites de namoro para atrair vítimas, Jeberson Viana Correa, 25, costumava arriscar cantorias sertanejas na dupla Jenesson & Jeberson até ser preso na madrugada do último sábado (15), após cometer pelo menos dois crimes semelhantes ao lado da menina que, por meio de mídias sociais como Tinder e Facebook, marcava supostos encontros amorosos, mas no meio do caminho dizia que ia pegar uma amiga e aparecia com o ex-cantor armado e anunciando o assalto. Juntos, de acordo com as vítimas, eles batiam, amarravam, obrigavam os seduzidos a irem até caixas eletrônicos para sacar dinheiro, além de roubarem pertences eletrônicos como celulares, tablets, McBooks, relógios, joias ou o que quer que encontrassem, além, claro, dos carros dos escolhidos.

Foi como a dupla (criminosa, não sertaneja) procedeu primeiro com J.F.S.N., 35 anos, na terça-feira (11), conforme o boletim de ocorrência número 2019.176567, quando os dois levaram o incauto até o Bairro Despraiado e de lá tentaram sair para sacar dinheiro. Porém, J.F. melou os planos pulando do carro, um Citröen C4 Pallas dourado, em movimento no cruzamento entre as avenidas São Sebastião e Getúlio Vargas e sair gritando por socorro.

A dupla, por sua vez, abandonou o C4, após roubar um tablet, dois celulares e um MacBook Pro, já na madrugada da quarta-feira (12) no mesmo bairro Despraiado. Seguiram a rotina normal e acabaram presos somente na madrugada de sábado (15), depois de aplicarem o mesmo golpe de “vamos nos encontrar e ficar de boa” no engenheiro civil P.C.C., 31 anos, que foi ao encontro de Larissa a bordo de um Golf de cor branca no centro da cidade. De lá, acabou convencido a ir “namorar” no Mirantinho do Centro de Eventos do Pantanal. Mas ao invés de sexo, P.C.C. encontrou foi Jeberson armado e o informando de que ele caíra no conto da garota bonita. Foi também amarrado, espancado e ameaçado na sequência (“eles diziam o tempo todo que iriam me matar”, conforme o próprio relatou no boletim de ocorrência 2019.1179086).

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Colocado no porta-malas do próprio carro, acabou levado até a Fazenda São José, localizada na rodovia MT-402. Preso por nós nos pés e mãos e deixado em um matagal, conseguiu se soltar e pedir ajuda ao caseiro da propriedade rural quase uma hora depois.

Esse trabalhador emprestou um celular e P.C.C. ligou para a Polícia Militar, que conseguiu localizar uma turma dentro do Golf branco do engenheiro civil transitando pela avenida Mário Andreazza, em Várzea Grande. Foram seguidos e abordados em outro ponto da cidade industrial. Primeiro negaram a história, mas o próprio Jeberson acabou contando tudo aos PMs.

Naquela ocasião, foram presos, além de Jeberson Viana Correa, Bruno de Souza Pereira, 18 anos, Maycon Feliphe Araujo Costa, 21, e a própria Larissa. Entre todos pelo menos os dois mais velhos, devem ser indiciados por assalto, sequestro, tortura mediante sequestro, cárcere privado e direção perigosa.

MODUS OPERANDI

Tudo começava com Larissa de Oliveira Brandão fazendo um contato com sua potencial vítima via aplicativos de namoro como Tinder ou pelo Facebook e WhatsApp. Assim que a conversa era entabulada, ela chamava o “conquistador” para sair, depois o levava até um local e lá o alvo era surpreendido por um comparsa armado.

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Como a investigação ainda não terminou, não se sabe quantas vezes eles fizeram isso ou se foram as duas primeiras vezes. O que se sabe é que os dois continuam presos.

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Com 6 contas atrasadas, UFMT tem fornecimento de energia elétrica suspenso por falta de pagamento

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O fornecimento de energia elétrica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) foi suspenso nesta terça-feira (16) por falta de pagamento. Ao todo, segundo a instituição seis contas estão em atraso, sendo quatro do ano de 2018 e duas de 2019. O valor da dívida com a concessionária de energia elétrica não foi informado. Em nota, a UFMT informou que deve realizar uma reunião durante a tarde e emitir um comunicado sobre os avanços e resultados do encontro. Com o corte na energia, os estudantes e pesquisadores temem perder material e amostras de estudos em andamento.

Em março, o governo federal anunciou um bloqueio de 30% dos repasses. À época, a reitora da UFMT, Myrian Serra, afirmou  que a instituição só teria condições para funcionar até o mês de julho, caso a situação não fosse revista. “A UFMT pode parar. Com o recurso que temos a garantia de funcionamento no campus de Cuiabá é até julho. O corte inviabiliza que nós honremos com os nossos compromissos que são contratos geridos pela instituição”, explicou Myrian.

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Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), campus Cuiabá — Foto: Denise Soares/G1

A média de custeio da UFMT é de aproximadamente R$ 90 milhões ao mês. Na conta entram os custos básicos, como água, luz, segurança do campus, internet e limpeza. “Não vamos ter condições de funcionar porque questões básicas não poderão ser atendidas. Não vai ter água para beber, água no banheiro e energia elétrica, que alimenta não só as salas de aula, mas os sistemas, já que tudo é eletrônico”, completou a reitora.

Atualmente, a UFMT oferece 113 cursos de graduação, sendo 108 presenciais e cinco na modalidade a distância (EaD), em 33 municípios mato-grossenses. Possui 25.435 mil estudantes, distribuídos em todas as regiões de Mato Grosso.

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Câmara fixa verba para chefes de gabinete de R$ 7 mil, sem que precise comprovar gastos

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Fonte: O Bom da Notícia

 

A Câmara de Cuiabá aprovou mais uma lei que deve causar polêmica. De acordo com publicação no Diário Oficial de Contas, a Lei Orgânica do Município nº 6.339/2019 assegura uma Verba Indenizatória (V.I) no valor de R$ 7 mil, por mês, aos chefes de gabinetes da Casa. Ao todo, os profissionais passam a receber R$ 14 mil por mês, já que o salário é de mesmo valor.

A informação foi divulgada na última sexta-feira (27). E prevê que o pagamento deverá ocorrer “em compensação às despesas custeadas diretamente pelo agente público no exercício de suas atribuições”. O documento ainda deixa claro que não há necessidade de o chefe de gabinete comprovar tais despesas por meio de notas fiscais.

“A prestação de contas e a declaração do cumprimento de metas dar-se-ão por relatório de atividades, encaminhado, com  anuência do vereador, à  Secretaria de Orçamento e Finanças, dispensada a apresentação de comprovantes de despesas”, diz trecho da publicação.

Esta já é a terceira lei criada na gestão do presidente Misael Galvão (PSB) que causa questionamentos. Primeiro, a Mesa Diretora buscou na Justiça autorização para aumentar a verba indenizatória de R$ 18,5 mil, para R$ 25 mil. Além de ter recebido uma enxurrada de críticas, ainda foi barrada pelo Supremo Tribunal Federal. Ainda que em recente entrevista dada pelo presidente da Casa, Misael Galvão (PSB), ao site O Bom da Notícia, ele assegurou ‘que este era um benefício legal e que, portanto, iria recorrer, porque a verba ajudaria no desempenho dos vereadores em favor da população’.

Cada vereador já recebe mensalmente um salário na ordem de R$ 15 mil. Caso essa lei estivesse em vigor, a verba indenizatória dos 25 vereadores da capital seria de pouco mais de R$ 48 mil.

Antes, em maio deste ano, a Mesa Diretora abriu processo licitatório para locação de 32 veículos para serem usados pelos 25 vereadores da Casa. A locação deve ser concretizada no segundo semestre deste ano. Ao todo, deverão ser alugados 32 veículos, sendo 30 automóveis modelo hatch com motorização 1.0, uma van e um ônibus.

Hoje, a Câmara possui dois veículos. A licitação na modalidade tomada de preços  está em andamento e ainda não se sabe o valor que será desembolsado. Na época da divulgação, sobre a disposição da Casa pela licitação, os vereadores que fazem oposição no parlamento municipal foram radicalmente contra, adiantando que já teriam aberto mão dos veículos.

FUNÇÃO DE CHEFE DO GABINETE – Segundo a resolução, entre as atividades exercidas pelos chefes de gabinete estão: “responsabilizar-se pelo controle, direção, orientação, planejamento e supervisão das atividades de assessoramento do parlamentar, bem como garantir a realização de atividades de relações públicas e política com os munícipes, Poder Executivo, órgãos, autarquias, entidades públicas e privadas e associações de classe”.

Além disso, cabe a ele filtrar as correspondências e expedientes direcionados ao parlamentar, assinar e enviar ofícios, cartas e comunicação interna examinar previamente os documentos para assinatura do parlamentar, em consulta com a assessoria jurídica, quando necessário requerer a confecção e controlar a distribuição de convites para solenidades oficiais, cerimônias e demais eventos requeridos pelo parlamentar.

É responsável pelo desenvolvimento das atividades do gabinete parlamentar cumprir as metas estabelecidas e acompanhar o vereador em agendas externas e viagens, quando solicitado.

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