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Internacional

Energia começa a ser normalizada na Argentina e no Uruguai

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Os serviços de energia na Argentina e no Uruguai começaram a ser normalizados após uma falha no sistema de interconexão elétrica que deixou sem luz os dois países na manhã de hoje (16), afetando cerca de 47,4 milhões de pessoas. A normalização dos serviços já chegou a 80% na Argentina e 88% no Uruguai, segundo as empresas distribuidoras de energia dos países.

A Argentina e o Uruguai compartilham um sistema interconectado de energia elétrica, centralizado na usina binacional de Salto Grande, localizada a cerca de 450 km ao norte de Buenos Aires.

Segundo a empresa argentina Edesur, a falha no sistema interligado teve origem em uma conexão de transporte de energia elétrica entre as usinas de Yacyretá e Salto Grande, localizadas na costa argentina. Por volta das 15h, a empresa disse que o serviço de energia elétrica já estava normalizado para 2 milhões de domicílios, o que representa 80% do total de clientes da empresa. “Continuaremos com os trabalhos de normalização do serviço até atingir a totalidade dos clientes”, disse a empresa por meio de sua conta no Twitter.

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Já a UTE, empresa responsável pelo serviço de abastecimento de energia no Uruguai, disse que por volta das 13h40, o serviço já havia sido normalizado para 88% dos domicílios. A empresa disse estimar em aproximadamente 3 horas o tempo necessário para o restabelecimento pleno do fornecimento de energia no país, mas que a retomada dos serviços não incluía as interrupções ocasionadas pelas fortes chuvas que atingiram o país nas últimas horas. 

A empresa afirmou ainda que em 40 anos de interconexão com a Argentina não houve nenhum evento similar ou apagão como o ocorrido na manhã deste domingo. “Estamos de guarda, acompanhando a Argentina em seu retorno ao normal, trabalhando como uma equipe. Até que isso seja concluído, pode haver novos inconvenientes para a rede, por isso, as equipes técnicas da UTE estão em alerta”, disse.

 

Edição: Lílian Beraldo
Fonte: EBC
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Internacional

Embaixadora dos EUA adverte Coreia do Norte para que cesse provocações

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A embaixadora dos Estados Unidos nas Nações Unidas, Kelly Craft, advertiu a Coreia do Norte sobre as consequências, caso ela não cesse suas provocações.

Na quarta-feira (11), o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião aberta a pedido dos Estados Unidos, pela primeira vez desde setembro do ano passado.

Craft presidiu a reunião e lembrou que o lado norte-coreano lançou mais de duas dezenas de mísseis balísticos neste ano.

FILE PHOTO: U.S. President Donald Trump — with full-sized salt and pepper shakers — is flanked by U.S. Ambassador to the United Nations Kelly Craft, with the smaller salt and pepper shakers used by Trump’s guests, as he hosts a lunch for

A embaixadora dos Estados Unidos na ONU, Kelly Craft, e o presidente Donald Trump: provocações da Coreia do Norte preocupam americanos  (Reuters/Jonathan Ernst/Direitos Reservados)

Ela declarou que os testes de mísseis balísticos, independentemente de seu alcance, minam a segurança e estabilidade regionais, além de representarem uma clara violação de resoluções do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A diplomata americana disse ainda que o líder norte-coreano Kim Jong Un mencionou “um novo caminho”, dando a entender que o governo de Pyongyang pode realizar novos testes de lançamento de mísseis balísticos projetados para atingir o território continental dos Estados Unidos com armas nucleares.

Kelly Craft acrescentou que o Conselho de Segurança precisa se preparar para agir em conformidade, caso o lado norte-coreano não cesse suas hostilidades e ameaças.

Já a Coreia do Norte afirmou que Kim vai decidir sua política em relação às conversações sobre desnuclearização com os Estados Unidos até o fim deste ano.

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Fonte: EBC
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Internacional

De olho no Brexit, Reino Unido vai às urnas hoje

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Os eleitores do Reino Unido vão às urnas nesta quinta-feira (12). A atenção está voltada para saber se o governista partido Conservador vai obter maioria para garantir a saída do país da União Europeia em janeiro.

As 650 cadeiras da Câmara dos Comuns estão disponíveis no pleito. O slogan da campanha dos conservadores, liderados pelo premiê Boris Johnson, é “Faça o Brexit Acontecer” até o fim de janeiro, com o apoio de uma maioria parlamentar.

Britain's Prime Minister and Conservative party leader Boris Johnson poses with a sledgehammer, after hammering a "Get Brexit Done" sign into the garden of a supporter, in South Benfleet, Britain December 11, 2019. Ben Stansall/Pool via REUTERS

O primeiro-ministro da Grã-Bretanha e líder do partido conservador Boris Johnson posa com marreta, após instalar placa Get Brexit Done (Realize o Brexit) Reuters/Ben Stansall/Direitos Reservados

Por outro lado, o Partido Trabalhista, liderado por Jeremy Corbyn, diz que vai recuperar as rédeas do governo, negociar melhores condições para o Brexit junto à União Europeia e realizar um novo referendo sobre a saída, com base nesses termos.

Saída do bloco

Se os conservadores garantirem a maioria, o parlamento deve aprovar os termos do acordo de saída negociado por Johnson com a União Europeia, abrindo caminho para que o Reino Unido deixe o bloco já no próximo mês.

Caso não consigam obter maioria, os conservadores podem ter que administrar um governo minoritário, diminuindo as perspectivas de que o Brexit seja concluído em janeiro.

Se o Partido Trabalhista retomar o poder, pode haver um referendo para decidir o destino do Brexit.

Durante a campanha, os conservadores, de início, tinham uma grande vantagem, mas os trabalhistas, gradualmente, conseguiram diminuir esta margem. As mais recentes pesquisas de opinião mostram os conservadores com 43% e os trabalhistas com 34% das intenções de voto.

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Fonte: EBC
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