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“Só passei para meia dúzia”, diz Bolsonaro sobre texto que critica conchavos

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jair bolsonaro
Marcos Corrêa/PR
Questionado sobre o assunto, Bolsonaro retrucou: “[Sobre] O texto, pergunte para o autor. Apenas passei para meia dúzia”

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou neste sábado (18) que “apenas” encaminhou para “meia dúzia de pessoas” o texto em que  o Brasil é descrito como um país “ingovernável”
fora dos “conchavos políticos”. Ele foi questionado sobre o envio da mensagem pelo WhatsApp depois de cumprimentar alunos de uma escola que visitou o Palácio da Alvorada.

“[Sobre] O texto, pergunte para o autor. Apenas passei para meia dúzia de pessoas”, declarou Bolsonaro
. Foi a única resposta que deu aos jornalistas que estavam na frente da residência oficial do presidente.

O artigo foi escrito pelo servidor público Paulo Portinho
, que trabalha na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Ao compartilhá-lo com os contatos no aplicativo de mensagens, conforme revelou o jornal O Estado de S.Paulo
, Bolsonaro comentou que tratava-se de “um texto no mínimo interessante e que a leitura é obrigatória”.

Endossada pelo presidente, a mensagem apresenta um tom de desabafo sobre as dificuldades de se conseguir governar, e encerra com a preocupação de que o governo seja “desidratado até morrer de inanição”. A ideia principal é que Bolsonaro sofre resistência de “corporações”, e que o Congresso
o impede de aprovar medidas.

Fonte: IG Nacional
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Polícia divulga vídeo que mostra encapuzado atirando em jornalista em Maricá

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romário
Arquivo pessoal
Jornalista Romário da Silva Barros foi encontrado morto dentro de um carro

Um vídeo de uma câmera de segurança mostra um homem encapuzado executando o jornalista fundador do site Lei Seca Maricá, Romário da Silva Barros, de 31 anos, no final da noite desta terça-feira (18), no município da Região Metropolitana do estado. Ele foi morto na noite desta terça-feira com três tiros, após praticar exercícios físicos no bairro Araçatiba. O corpo do jornalista foi encontrado na Rua Álvares de Castro, no município da Região Metropolitana do estado. A investigação ainda não descarta que o crime possa ter motivação política.

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A Polícia Civil trabalha com a hipótese da morte do jornalista ter sido uma execução e que o crime foi encomendado. A perícia feita no local constatou que os tiros disparados contra Romário se concentraram em duas regiões do corpo dele: foram dois tiros no lado esquerdo da cabeça e um no pescoço.

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Assista ao vídeo:

Polícia divulga vídeo que mostra encapuzado atirando em jornalista em Maricá.Um vídeo de uma câmera de segurança mostra um homem encapuzado executando o jornalista fundador do site Lei Seca Maricá, Romário da Silva Barros, de 31 anos, no final da noite desta terça-feira (18), no município da Região Metropolitana do estado. Ele foi morto na noite desta terça-feira com três tiros, após praticar exercícios físicos no bairro Araçatiba. O corpo do jornalista foi encontrado na Rua Álvares de Castro, no município da Região Metropolitana do estado. A investigação ainda não descarta que o crime possa ter motivação política.

Posted by Lapada Lapada on Thursday, June 20, 2019

“Já temos imagens de câmeras de segurança e sabemos que foram dois executores. Fizemos perícia no local e estamos ouvindo os familiares da vítima”, conta o chefe do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa (DGHPP), o delegado Antônio Ricardo Nunes.

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“Se eu pudesse, eu saber que fez isso com o meu filho. Desde pequeno ele sempre foi muito lutador e não merecia isso que fizeram com ele”, disse Osmar Barros, pai do empresário, após a morte do filho.

Esse foi o segundo caso de jornalista morto em Maricá em menos de um mês. No último dia 25 de maio, o dono do Jornal O Maricá, Robson Giorno, de 45 anos, foi assassinado perto de casa. Ele e Romário eram conhecidos por noticiar acontecimentos políticos no município.

Fonte: IG Nacional
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Em meio a polêmica, Bolsonaro chama Moro de “patrimônio nacional”

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Bolsonaro voltou a defender Sergio Moro
Carolina Antunes/PR
Bolsonaro voltou a defender Sergio Moro


O presidente Jair Bolsonaro saiu em defesa do ministro Sergio Moro nesta quarta-feira e atribuiu o caso das mensagens vazadas entre o ex-juiz e o procuradorDeltan Dallagnol pelo Telegram a uma grande trama para atingir o seu governo. As mensagens foram publicadas pelo site “The Intercept Brasil”. 

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O presidente disse que Moro é um “patrimônio nacional” e só deixará o governo se for por sua própria vontade. O presidente havia sido questionado sobre declaração do ministro que afirmou “não ter apego ao cargo”.

“Eu não tenho apego ao meu cargo também. Qualquer ministro é livre a tomar decisão que bem entender.  Moro é patrimônio nacional . Se depender de mim (não sai do governo)”.

Bolsonaro voltou a recorrer a metáfora do casamento ao tratar de sua relação com Moro. O presidente ainda fez acusações contra o jornalista Gleen Greenwald, fundador pelo site, e ao ex-deputado Jean Wyllis, sem citá-los nominalmente.

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“Eu não posso casar pensando em separar um dia. Eu me caso para ficar até que a morte nos separe. Não vi nada de anormal nesse caso até agora”, disse o presidente .

“Acho que é coisa daquele casal lá. Um deles teve metido na Inglaterra com suspeita de espionagem. É uma grande trama pra tentar me atingir e para atingir o Moro . Estão querendo me atingir. Vão quebrar a cara”.

Fonte: IG Nacional
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