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Saiu! Justin Bieber e Ed Sheeran se divertem em clipe de I Don’t Care

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Ed Sheeran e Justin Bieber lançaram na manhã dessa sexta-feira (17) o clipe de I Don’t Care
. Com clima descontraído, os músicos aparecem em algumas situações engraçadas e cercados por animações coloridas.

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Justin Bieber e Ed Sheeran divulgam clipe de
Reprodução/Instagram

Justin Bieber e Ed Sheeran divulgam clipe de “I Don’t Care”

Tanto Ed Sheeran
 como Justin Bieber
fizeram uma campanha de divulgação nas redes sociais com fotos bem divertidas. A música foi lançada
no último dia 10 de maio e criou algumas expectativas nos fãs para o lançamento do clipe, que aconteceu na manhã dessa sexta-feira (17).

Com uma pegada descontraída e um ambiente totalmente colorido, seguindo o tom da música de quem “não se importa”,
I Don’t Care

 mostra os dois cantores em fantasias baratas e cenários falsos, criados com fundo verde e efeitos especiais. O resultado é um clipe pra lá de diferente, com uma mensagem que faz jus a canção e celebra a volta de Bieber para a música.

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Na canção, os músicos falam sobre não se adaptarem aos padrões do mundo, mas estarem bem quando estão com seus amores e também parece fazer referência aos problemas que Justin Bieber
passou recentemente. “Estou paralisado com ansiedade, mas disseram que este é o lugar onde eu deveria estar. É meio louco, por que eu não ligo de verdade, e você faz as coisas melhores assim”, canta ele.

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

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Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

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2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

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5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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Youtuber que devolveu filho adotivo autista perde patrocínios

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Nos Estados Unidos, um casal de youtubers anunciou recentemente uma decisão polêmica.  Myka Stauffer e o marido, James, devolveram um filho adotado há três anos por eles após descobrirem que o grau de autismo do garoto chinês, hoje com cinco anos, era maior do que suspeitavam.

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Myka Stauffer e James
Reprodução/Youtube

Myka Stauffer e James


Myka Stauffer e o marido explicam o motivo que levou à decisão em um vídeo no canal do Youtube. O pequeno, chamado Huxley, foi adotado em 2017, quando ele tinha quase dois anos.

“A adoção internacional, às vezes tem o desconhecido, coisas que não estão transparentes na ficha. Quando o Huxley chegou em casa havia muito mais necessidades especiais que não sabíamos. Nos últimos anos ele esteve em uma série de terapias e nós tentamos ajudá-lo como pudemos. Nós nunca quisemos ficar nessa posição, nós tentamos ajudá-lo o máximo possível, nós o amamos de verdade”, disse James.

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Segundo o vídeo, a criança já está com uma nova família. “Após uma série de avaliações, vários profissionais de saúde disseram que ele precisa de mais. Tem sido muito difícil. Eu quero dizer para vocês o que está acontecendo. Eu me sinto um fracasso como mãe? Sim, 500%. Esta jornada foi a coisa mais difícil que eu já passei. Após colocar nosso coração nesse menino”, afirmou a youtuber Myka.

O casal, que tem outros quatro filhos biológicos, fez vários vídeos com o garoto chinês nestes três anos que estiveram juntos. Por isso, muita gente tem acusado Myka e James de terem usado a criança para ganhar visibilidade e likes nas redes sociais.

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A notícia repercutiu negativamente e Myka acabou perdendo muitos patrocinadores. Kate Hudson , atriz e dona de uma marca de roupas, falou nas redes sociais que a parceria com a youtuber acabou. A Mattel  informou que não trabalha mais com a família Stauffer. Outras marcas como, Playtex Baby, Suave, Big Lots e Chili’s também encerraram as parcerias com Myka.


Fonte: IG GENTE

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