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Letícia Spiller é o maior destaque de “O Sétimo Guardião”

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“O Sétimo Guardião”, que termina nesta sexta-feira (17) foi sofrível. A promessa de realismo mágico não se cumpriu e o autor preferiu apostar nos dramas amorosos ao invés das relações místicas.


personagem de leticia spiller em o setimo guardiao marilda
Divulgação

Letícia Spiller foi o principal destaque de “O Sétimo Guardião” que termina nessa sexta-feira (17)

No meio disso, os protagonistas Marina Ruy Barbosa, Bruno Gagliasso, Lilia Cabral e Tony Ramos deixaram a desejar, mas a maioria dos personagens (e são muitos) foram mal desenvolvidos e, consequentemente, mal interpretados. Não por falta de talento, já que o elenco de “ O Sétimo Guardião
” é cheia de estrelas da casa.

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Zezé Polessa, Ana Beatriz Nogueira, Vanessa Giácomo e Elizabeth Savala tiraram leite de pedra para dar nuances a suas personagens, mas ninguém entendeu e incorporou melhor a ideia de Serro Azul como Letícia Spiller
.

O primeiro aspecto que só ela percebeu e adaptou foi o sotaque. Outro folhetim de Aguinaldo Silva
do gênero, “A Indomada”, é lembrado até hoje pela mistura de sotaque nordestino com palavras americanas. Já Spiller, criou um sotaque caipira bem carregado que contrasta com sua personalidade moderna, evidenciando ainda mais suas características provincianas.


valentina e marilda encaram alguem em cena de o setimo guardiao
Reprodução

Letícia Spiller brilhou ao lado de Lilia Cabral e foi o maior destaque de “O Sétimo Guardião”

Além disso, ela e encaixa bem em todas as tramas: a familiar com o filho, a relação com a irmã, o interesse na fonte, os privilégios de ser esposa do prefeito. Letícia transitou com confiança e habilidade por diversas histórias e sua personagem nunca esteve fora do tom, desconexa ou sem sentido – como aconteceu com a maioria dos personagens.

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A atriz de 45 anos já brilhou na TV em papeis icônicos como a Babalu de “Quatro pro Quatro”, a Maria Regina de “Suave Veneno” ou Viviane Perón de “Senhora do Destino” (as duas últimas também de Aguinaldo Silva), portanto não é surpresa que ela tem talento e capacidade.

Mas, na confusão de referências e ideias que foi essa novela, ela parece ter sido a única que compreendeu de fato o que era o folhetim, as narrativas dramáticas e cômicas e o que é a vida numa cidade sem tecnologia e com uma fonte mágica em algum lugar no interior do Brasil.

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Nós últimos anos Letícia Spiller tem feitos personagens aquém de seu talento e, se tem uma coisa que “ O Sétimo Guardião
” deixa claro é que ela é um dos maiores nomes da televisão atualmente, e merece papeis a sua altura.

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A luta antirracista narrada em 5 livros de autores negros

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As recentes manifestações  contra o racismo, principalmente nos Estados Unidos e Brasil, nos convidam a refletir sobre essa questão e a apoiar o movimento antirracista . E algumas das principais formas de fazer isso é estudando e, sobretudo, prestigiando o trabalho de artistas negros. 

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Por isso, o iG Gente reuniu alguns livros que abordam a questão do racismo e, o mais importante: que foram escritos por negros e contam a história de negros.

1. “Úrsula”, de Maria Firmina dos Reis

Livro de Marina Firmina dos Reis
Reprodução/EditoraTaverna

Livro de Marina Firmina dos Reis


O livro é considerado o primeiro romance publicado por uma mulher no Brasil. De 1859, é também o primeiro romance abolicionista da literatura brasileira e o primeiro romance da literatura afro-brasileira. Maranhense, Maria Firmina dos Reis escreveu sobre a história de amor impossível entre Úrsula e Tancredo, denunciando injustiças sociais da época – que ainda são bastante atuais.

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2. “Pequeno manual antirracista”, de Djamila Ribeiro

Livro de Djamila Ribeiro
Reprodução/Companhia das Letras

Livro de Djamila Ribeiro


Muito mais jovem e didático que “Úrsula”, o livro de Djamila Ribeiro reúne várias dicas para combater o racismo – elas são preciosas, sobretudo, para pessoas brancas. “No Brasil, há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza”, diz em um dos capítulos. 

3. “Bucala: A pequena princesa do quilombo do cabula”, de Davi Nunes

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana
Reprodução/UNEB

Livro de Davi Nunes com ilustrações de Daniel Santana


Para que a mensagem antirracista chegue também às crianças , várias obras infantis valorizam a cultura negra. Escrita por Davi Nunes, a obra resgata a história de um quilombo de Salvador, o Cabula, através da figura de uma princesa. Com o cabelo crespo em formato de coroa de rainha, ela possui poderes que protegem o quilombo dos escravocratas e capitães do mato.

4. “Na Minha Pele”, de Lázaro Ramos

Reprodução/Instagram/Acervo Literário

“Na Minha Pele” mostra a trajetória de Lázaro Ramos na arte e como lutar contra o preconceito


Já bastante conhecido por atuar em várias novelas e filmes, Lázaro já escreveu alguns livros. Um deles é “Na Minha Pele”, de 2017. Mesmo não sendo propriamente uma autobiografia, o autor narra as memórias de sua vida, propondo muitas reflexões. Ele chega a citar, inclusive, sua esposa, a atriz Taís Araújo , que também é negra e que já passou por cituações parecidas com as suas por causa do racismo.

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5. “Quando me descobri negra”, de Bianca Santana

Bianca Santana
Reprodução/SESI-SP

Bianca Santana


A escritora e professora Bianca Santana reúne uma série de relatos sobre experiências pessoais e ouvidas de outras mulheres e homens negros. “Tenho 30 anos, mas sou negra há dez. Antes, era morena .” começa o livro, que denuncia o racismo velado e narra um processo de descoberta que pode ser doloroso, mas que também é libertador. 

Fonte: IG GENTE

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Youtuber que devolveu filho adotivo autista perde patrocínios

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Nos Estados Unidos, um casal de youtubers anunciou recentemente uma decisão polêmica.  Myka Stauffer e o marido, James, devolveram um filho adotado há três anos por eles após descobrirem que o grau de autismo do garoto chinês, hoje com cinco anos, era maior do que suspeitavam.

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Myka Stauffer e James
Reprodução/Youtube

Myka Stauffer e James


Myka Stauffer e o marido explicam o motivo que levou à decisão em um vídeo no canal do Youtube. O pequeno, chamado Huxley, foi adotado em 2017, quando ele tinha quase dois anos.

“A adoção internacional, às vezes tem o desconhecido, coisas que não estão transparentes na ficha. Quando o Huxley chegou em casa havia muito mais necessidades especiais que não sabíamos. Nos últimos anos ele esteve em uma série de terapias e nós tentamos ajudá-lo como pudemos. Nós nunca quisemos ficar nessa posição, nós tentamos ajudá-lo o máximo possível, nós o amamos de verdade”, disse James.

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Segundo o vídeo, a criança já está com uma nova família. “Após uma série de avaliações, vários profissionais de saúde disseram que ele precisa de mais. Tem sido muito difícil. Eu quero dizer para vocês o que está acontecendo. Eu me sinto um fracasso como mãe? Sim, 500%. Esta jornada foi a coisa mais difícil que eu já passei. Após colocar nosso coração nesse menino”, afirmou a youtuber Myka.

O casal, que tem outros quatro filhos biológicos, fez vários vídeos com o garoto chinês nestes três anos que estiveram juntos. Por isso, muita gente tem acusado Myka e James de terem usado a criança para ganhar visibilidade e likes nas redes sociais.

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A notícia repercutiu negativamente e Myka acabou perdendo muitos patrocinadores. Kate Hudson , atriz e dona de uma marca de roupas, falou nas redes sociais que a parceria com a youtuber acabou. A Mattel  informou que não trabalha mais com a família Stauffer. Outras marcas como, Playtex Baby, Suave, Big Lots e Chili’s também encerraram as parcerias com Myka.


Fonte: IG GENTE

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