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Preciso de um repetidor de sinal? Veja esse e mais 6 modos de melhorar seu WiFi

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Você já passou pela situação em que só consegue acessar a internet em determinados pontos da sua casa? Se a resposta é sim e isso for algo bastante comum na sua rotina, talvez seja hora de pensar em usar um repetidor de sinal ou outros meios para expandir sua conexão  WiFi


homem com problemas no wifi
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problemas com wifi




Ninguém merece ter que passar por perrengues com WiFi dentro de casa e, por isso, existe um dispositivo que consegue expandir o alcance dessa rede: o repetidor de sinal
. Basicamente, esse aparelho recebe a conexão fraca que está sendo enviada pelo roteador e faz com que ela seja redistribuida para outros ambientes. 

“A comunicação de dados sem fio é realizada através de ondas eletromagnéticas, que perdem força. Isso acontece não só pela amplitude, mas também por obstáculos físicos que esse sinal encontra pelo caminho”, explica Renato Grau, fundador e CEO da Innovision, ao iG Tecnologia
.

O alcance do roteador de uma rede doméstica varia de acordo com o modelo, mas pode chegar entre 15 e 46 metros em ambientes internos e até 92 metros em ambientes externos. “Dependendo do aparelho, e considerando uso doméstico e corporativo, os repetidores podem chegar até 10 mil metros quadrados cada um”, diz.

Segundo o profissional, é possível identificar como é a cobertura de sinal da sua casa com apps, como o NetSpot. Assim, se você achar que precisa de um acesso maior, pode escolher o melhor repetidor de acordo com quão longe você quer que esse acesso chegue. 

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No Brasil, os modelos D-Link e TP-Link são os mais conhecidos atualmente. Já para conectar, é só selecionar a opção “repeater”, configurar o seu WiFi no repetidor com os dados de acesso que geralmente vem colados na parte de baixo do aparelho, e conectar o seu computador, celular ou qualquer outro eletrônico nessa rede.

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Além do repetidor de sinal: 6 maneiras de melhorar a conexão WiFi da sua casa


repetidor de sinal
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repetidor de sinal

Apesar de ser prático, Ricardo afirma que o repetidor é uma das últimas soluções para uma conexão melhor. Antes, você pode experimentar mexer em algumas configurações no seu próprio roteador: 

1.  Melhore a posição física
do roteador, buscando evitar interferências físicas ao redor dele;

2. Atualize o firmware do roteador e dos seus adaptadores de rede;

3. Faça ajustes no gerenciamento de energia do seu dispositivo;

3. Mude canais de acesso (intervalos entre as frequências) no roteador, visto que vizinhos podem estar utilizando os mesmos e provocando interferência. Há aplicativos que podem auxiliar a verificar esses intervalos, como o inSSIDER;

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4. Verifique se outras pessoas não estão usando o seu roteador, algo que pode acontecer principalmente se você não tiver mudado a senha de fábrica;

5. Utilize roteadores com tecnologias de transmissão mais recentes, como 5 GHz, que tem uma sinal maior do que 2.4 GHz.

Mas se nada disso der certo, você pode apostar no repetidor de sinal

Fonte: IG Tecnologia
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Fãs de tubarões brancos criam app para localizar os predadores em tempo real

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Hardcore

Um aplicativo para celular se tornou febre entre os fãs de tubarões brancos ao redor do mundo. O Sharktivity App, desenvolvido pela Divisão de Pesca Marítima de Massachusetts, o Cape Cod National Seashore e por outros pesquisadores norte-americanos foi criado primeiramente com o intuito de alertar as pessoas sobre a presença de tubarões-brancos nas costas do Atlântico, mas os usos do aplicativo acabaram se desdobrando para um público específico: os fãs de tubarões brancos .

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Reprodução Hardcore
Tubarão branco pode ser encontrado por um fã com o novo aplicativo

A usuário do Sharktivity App, Sue Koeszela, deu uma entrevista ao portal Mass Live no qual explica que viajou 800 quilômetros até Cape Cod só porque um report de tubarão-branco havia sido emitido. “Nunca vi um grande tubarão branco, então acho que é daí que vem o fascínio. Perder uma oportunidade dessas seria algo devastador”, conta Koeszela.

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E há números que indicam que os fãs de tubarão estão crescendo ao redor do mundo. O Sharktivity App levantou dados do crescimento de downloads de seu aplicativo desde seu lançamento em 2016 e os downloads em 2019 alcançaram o número de 210.000 usuários, número que igualou o resultados dos três primeiros anos de atividade do app.

“Houve uma real obsessão pelos tubarões que realmente atraiu mais pessoas do que as afugentou”, disse Wendy Northcross, CEO da Câmara de Comércio de Cape Cod. “As pessoas meio que têm essa enorme curiosidade. As perguntas mais frequentes aqui são: “Onde podemos ver os tubarões?”, ressalta.

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As colaborações de pesquisadores no Sharktivity aumentam a cada ano. Recentemente, sensores de calor e GPS foram imputados no corpo de tubarões para que os animais possam ser localizados mais facilmente, ajudando a manter a segurança das praias, além de incentivar agências de expedição marinha no turismo.

Fonte: IG Tecnologia
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Adeus, chaves: brasileiros adotam a biometria nos condomínios

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Biometria sem contato é uma das tendências do mercado para condomínios

A tecnologia digital já tornou vários equipamentos obsoletos, como o telefone público, a câmara fotográfica e o radio-relógio. A chave de casa deve a sua próxima vítima.

biometria  tem se consolidado nos condomínios do País, já que um a cada três brasileiros já gostaria de abrir a porta de casa com a identificação de uma parte do corpo.

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O dado é da pesquisa realizada pela empresa de identidade aumentada Idemia, em 11 países. Segundo o levantamento, o Brasil foi o país em que a população demonstrou o maior desejo, entre todos os pesquisados, de utilizar a  biometria  para acessar a própria casa.

“Para os moradores, o grande benefício é não precisar de chaves ”, conta o gerente predial Fernando Oliveira, responsável pela gestão de um condomínio de luxo com 44 apartamentos no Alto da Lapa, bairro nobre de São Paulo.

O condomínio já investiu cerca de R$ 150 mil em identificação biométrica, tanto para na portaria como para acessar áreas internas , como a academia e a piscina. “Alguns condôminos gostam tanto da tecnologia que estão adotando na porta dos apartamentos”, relata Fernando.

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A última novidade do condomínio foi a  biometria contactless , ou seja, sem contato, para acesso à garagem. Com ela, basta o condômino passar os dedos da mão em uma máquina que lembra um scanner para abrir a catraca.

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Uma das vantagens da tecnologia sem contato é a rapidez da leitura , que garante segurança a quem está chegando em casa. “A tecnologia permite o fluxo de 50 carros por minuto”, afirma o gerente regional de Vendaspara Brasil e Cone Sul da Idemia, Ricardo Miralha.

Veja o vídeo da  biometria contactless


Fernando ressalta que além da comodidade para o morador, a biometria ajuda na administração do prédio. “Com a biometria, fazer a gestão do acesso é muito mais fácil e seguro, porque temos os dados nas mãos”, explica. Segundo ele, em alguns casos, a tecnologia pode inclusive diminuir custos administrativos.

Para ele, a única desvantagem da biometria é a dificuldade de alguns moradores de fazer o cadastramento . “Temos alguns condôminos que são muito ocupados e não tem jeito, para usar a biometria tem que cadastrar. Por isso, as vezes, alguns demoram a utilizar a tecnologia”, afirma.

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O preço das tecnologias de reconhecimento biométrico ainda não é acessível para todos, mas segundo Miralha, está caindo. “Nos últimos dez anos, o preço dos equipamentos de biometria caiu cerca de 60%”, calcula.

Smartphones foram a porta de entrada

A biometria já foi utilizada pelo menos uma vez por 94% dos brasileiros , segundo o levantamento da Idemia. A maioria deles (89%) por meio do desbloqueio biométrico do telefone celular.

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Os números são bem superiores à média global . Nos 11 países pesquisados, 78% já tinham tido acesso à tecnologia e 63% com o desbloqueio do celular. “Com certeza o celular ajudou a popular a biometria e o brasileiro tem facilidade de absorver e utilizar novas tecnologias”, avaia Miralha.

Tendências

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Divulgação
Totem de biometria utilizado em um condomínio da capital paulista

Segundo o especialista, existem outras tecnologias de reconhecimento biométrico além do reconhecimento da digital com ou sem contato.

Ele cita o reconhecimento de voz, do rosto, a leitura vascular, e a de íris. Para Miralha, porém, algumas tem aceitação melhor do que outras. “As pessoas têm um certo incômodo com a leitura de íris , por exemplo, porque é necessário passar uma luz nos olhos”, explica.

Entre as tendências, ele cita a leitura vascular . “Um método em crescimento. Inclusive ele consegue detectar, por exemplo, de um dedo está vivo ou morto”, afirma.

Isso significa que no caso da leitura da capilaridade das veias , não é apenas a impressão digital que conta, o que deixa o método mais seguro, já que cópias de silicone ou mesmo um dedo separado do corpo, não são lidos pela máquina.

“Novas tecnologias estão sendo criadas a todo momento”, afirma. Ele relata que existem métodos de reconhecimento pelo DNA da pessoa e pesquisas em desenvolvimento para reconhecimento biométrico pelo formato da orelha e pelo cheiro de cada ser humano.   

Fonte: IG Tecnologia
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